Supervivencia de pacientes con diagnóstico de Cáncer de Cérvix, estadios clínicos IIB-IIIA-IIIB. SOLCA – Cuenca. 2009 - 2013.

10.33821/472 ◽  
2020 ◽  
Vol 30 (1) ◽  
pp. 53-65
Author(s):  
Kevin Alexis Morocho Romero ◽  
Edwin Joel Villavicencio Romero ◽  
Andrés Fernando Andrade Galarza ◽  
José Vicente Roldán Fernández

Introducción: La supervivencia de pacientes con Cáncer de Cérvix se influencia por los estadíos clínicos de la enfermedad y  por su histología. El objetivo de este estudio fue establecer la supervivencia en un grupo de pacientes de un centro oncológico en Cuenca- Ecuador. Métodos: Es un estudio descriptivo, retrospectivo, analítico, en el cual se recopiló información de las historias clínicas y registros físicos del sistema médico de SOLCA – Cuenca para establecer la Supervivencia durante el periodo 2009- 2013. Se  describen variables variables demográficas y clínicas (Tipo de histología y estadío), Se compara la supervivencia entre las pacientes con estas variables. Resultados: Se incluyeron 150 casos, edad media de 57.1 ±14.0 años. El estado civil más prevalente fue el “casada” n=75/150 (50%), de procedencia Urbana n=83/150 (55.3%) de la provincia del Azuay (48.0%). El tipo histológico más prevalente fue el Cáncer epidermoide (92%), 60% en estadío clínico IIB. Mortalidad de 7 casos. Supervivencia Global (SG) 57.6 meses; con un EE de 0.88 y un IC 95% con rango de 55.9 a 59.4 meses. SG en el estadio IIB fue de 58.4 meses (EE: 0.91; IC 95%: 56.63 – 60.20). En el estadio IIIB fue de 56.3 meses (EE: 1.85; IC 95%: 52.71 – 59.96), no se encontró diferencia estadística (P= 0.45). La SG  fue mayor en el carcinoma epidermoide (Media: 58.2 meses; EE: 0.79, IC 95%: 57.70 a 59.81) en relación a la variante adenocarcinoma (Media: 50.08 meses; EE: 6.26; IC 95%: 37.81 a 62.36), con significancia estadística (P=0.045). Conclusión: La supervivencia global fue de 57.6 meses, con diferencia de supervivencia para el tipo histológico, siendo el mayor para carcinoma epidermoide 8 meses menos para el adenocarcinoma. No hubo diferencias entre la supervivencia entre estadíos clínicos IIB y IIIB.

2020 ◽  
Vol 59 (1) ◽  
Author(s):  
Nicolo Caro Porras

 Objetivo: conocer la incidencia y comportamiento del carcinoma epidermoide de cérvix, tanto in situ/neoplasia intraepitelial cervical grado tres, como invasor, en las mujeres diagnosticadas en el Servicio de Patología del Hospital “Dr. Escalante Pradilla” en el periodo 2007 - 2015. Métodos: se realizó un estudio retrospectivo con los datos de los archivos del Servicio de Patología. Se incluyeron todas las mujeres diagnosticadas con cáncer epidermoide de cérvix (in situ/NIC3 e invasor), para 461 mujeres en el periodo de nueve años. Las variables por estudiar fueron: tipo de cáncer, edad y año al diagnóstico, cantón de procedencia y resultados citológicos dos años previos al diagnóstico de cáncer. Para los cálculos de incidencia, se utilizaron tasas ajustadas por 10.000 habitantes en las tasas por cantón y por 100.000 habitantes en las tasas de la región Brunca. 


2006 ◽  
Vol 43 (2) ◽  
pp. 132-137
Author(s):  
Fauze Maluf-Filho ◽  
Cheng Spencer ◽  
Gustavo de Oliveira Luz

OBJETIVOS: Procurou-se avaliar o papel atual dos procedimentos terapêuticos endoscópicos no manejo do pacientes com carcinoma epidermóide do esôfago. LEVANTAMENTO DE DADOS: Utilizando o banco de dados do PubMed (U.S. National Library of Medicine), analisaram-se as publicações sobre o tema nos últimos 10 anos, cotejando-as com a experiência desenvolvida no Serviço de Endoscopia Gastrointestinal do Departamento de Gastroenterologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. SÍNTESE DOS DADOS: Neste campo, destacam-se a ressecção endoscópica do câncer esofágico precoce e a tunelização do tumor avançado daquele órgão. A ressecção endoscópica da mucosa do câncer epidermóide precoce do esôfago é indicada quando a lesão é confinada ao epitélio (m1) ou à lamina própria (m2). A taxa de sobrevida conhecida de 5 anos após a ressecção endoscópica da mucosa do tumor epidermóide intramucoso do esôfago aproxima-se de 95%. CONCLUSÕES: Baseado nas evidências disponíveis, parece razoável indicar a ressecção endoscópica da mucosa como tratamento de primeira escolha para pacientes com carcinoma esofágico epidermóide intramucoso. Existem vários métodos endoscópicos paliativos para o alívio da disfagia em câncer esofágico avançado. A escolha variará de acordo com as características anatômicas e a localização do tumor, as preferências do paciente, a disponibilidade e a capacitação do centro assistencial. A taxa de sucesso técnico da colocação de próteses metálicas auto-expansíveis em estenose maligna praticamente atinge 100%. A taxa de efeito paliativo em longo prazo da disfagia aproxima-se de 80%, o que faz com que esta opção seja, até o momento, o tratamento paliativo de escolha para os sintomas de obstrução causados pelo câncer esofágico de células escamosas.


2016 ◽  
Vol 49 (3) ◽  
pp. 195-199
Author(s):  
Laura Macías-García ◽  
Pilar Jurado-Escámez ◽  
Virginia Porras-Hidalgo

2005 ◽  
Vol 38 (3) ◽  
pp. 175-180 ◽  
Author(s):  
Vinicius França de Mendonça ◽  
Antonio Carlos Pires Carvalho ◽  
Emilson Freitas ◽  
Edson Mendes Boasquevisque

OBJETIVO: Analisar os aspectos tomográficos dos tumores malignos da cavidade nasal. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram estudados 18 pacientes - dez homens e oito mulheres - com tumor da cavidade nasal, os quais realizaram tomografia computadorizada da face. RESULTADOS: Dos tumores, seis eram casos de carcinoma epidermóide, três melanomas, dois carcinomas adenóides císticos, um adenocarcinoma polimórfico de baixo grau, um carcinoma indiferenciado, um carcinoma neuroendócrino, um linfoma não-Hodgkin, um rabdomiossarcoma alveolar, um sarcoma fusocelular grau II e um estesioneuroblastoma. As lesões foram mais freqüentes (p > 0,05) no lado esquerdo e no andar médio. CONCLUSÃO: Os carcinomas epidermóides apresentam grau de destruição correspondente ao seu volume, semelhante aos tumores epidermóides de outros sítios. O septo nasal foi acometido de maneira diferente, de acordo com os tipos histológicos.


2007 ◽  
Vol 34 (1) ◽  
pp. 16-20 ◽  
Author(s):  
Carlos Eduardo Pinto ◽  
Jurandir Almeida Dias ◽  
Eduardo Amaral Moura Sá ◽  
André Luís Lopes Carvalho

OBJETIVO: Relatar a experiência e os resultados da Seção de Cirurgia Abdôminopélvica do Instituto Nacional de Câncer (INCA) com a esofagectomia de resgate em paciente portador de câncer de esôfago recidivado após tratamento quimiorradioterápico exclusivo. MÉTODO: Foram analisados retrospectivamente 14 pacientes portadores de câncer de esôfago recidivado e que foram submetidos à esofagectomia de resgate entre março de 1999 e maio de 2006. Todos os pacientes incluídos no estudo receberam tratamento primário quimiorradioterápico radical exclusivo conforme protocolo RTOG 85-01 e apresentaram persistência ou recidiva de doença. RESULTADOS: A idade média foi de 63 anos (39-72 anos). Oito pacientes eram do sexo masculino e seis pacientes do sexo feminino. Nove pacientes apresentavam o tumor localizado no esôfago médio e cinco pacientes apresentavam doença no esôfago distal, sendo carcinoma epidermóide em 12 pacientes e adenocarcinoma em dois pacientes. A mediana do tempo cirúrgico foi de 305 minutos (240-430 minutos). A ressecção completa do tumor (cirurgia R0) foi realizada em 13 pacientes e somente um paciente apresentou doença residual macroscópica em ápice pulmonar. A morbidade total da série foi de 69,2 %. A mortalidade operatória foi zero (todos os pacientes evoluíram para alta hospitalar). CONCLUSÃO: A esofagectomia de resgate demonstrou-se factível tecnicamente porém apresenta elevada morbidade operatória. Esta modalidade cirúrgica corresponde atualmente ao melhor tratamento disponível para se obter cura nos casos de tumor recidivado ou que tenho persistido com doença após quimiorradioterapia radical exclusiva. Todos os outros tipos de tratamento são considerados paliativos e com resultados de sobre-vida desapontadores.


Author(s):  
Yukie Sato ◽  
Carlos Ferreira Nascimento ◽  
Severino da Silva Ferreira ◽  
José Humberto T. G. Fregnani ◽  
Fernando Augusto Soares

2009 ◽  
Vol 36 (6) ◽  
pp. 525-528
Author(s):  
Marco Antonio Ricci ◽  
Ênio Lucio Coelho Duarte ◽  
Renato Costa Amaral Souza ◽  
Carlos Michel Albuquerque-Peres ◽  
Gustavo Cardoso Guimaraes ◽  
...  

Por ser um procedimento de alta complexidade, a Hemicorporectomia associada a Colostomia úmida em alça deve ser empregada como procedimento de exceção. Por ser uma medida heróica trata-se do último recurso utilizado para tratamento de doenças pélvicas localmente avançadas e sem evidências de metástases à distância. Analisamos retrospectivamente os detalhes da técnica cirúrgica utilizada em um caso de carcinoma epidermóide desenvolvido em ulcera de pressão de região sacra e os resultados da primeira Hemicorporectomia associada a colostomia úmida em alça em um único tempo.


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