george sarton
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2021 ◽  
pp. 198-224
Author(s):  
David Hutchings

This chapter looks at the modern form of the conflict thesis: that people must choose a side between God and science. Polemicists such as Richard Dawkins, popularizers such as Neil DeGrasse Tyson, and novelists such as Dan Brown are all considered as proponents of this view to one extent or another, and the content of their arguments is often very reminiscent of that of John William Draper and Andrew Dickson White. By now, though, nearly all of these two men’s points have been debunked in the literature, as has the conflict thesis—so why does it still have such a strong hold? The history of its development is followed, with particular attention paid to the great historian of science George Sarton, a disciple of White. The book finishes with a call for much needed reconciliation between science and religion, and with examples of people who are working toward such a goal.


Isis ◽  
2019 ◽  
Vol 110 (4) ◽  
pp. 742-753
Author(s):  
Dian Zeng ◽  
Jian Yang ◽  
Lewis Pyenson
Keyword(s):  

Khronos ◽  
2019 ◽  
pp. 14
Author(s):  
Marcia Rosetto
Keyword(s):  

O papel da informação e do conhecimento para as pessoas e as organizações pode ser analisada pelo menos em duas dimensões – filosófica e tecnológica –, e faz parte das transformações sociais e desempenhando um papel central na sociedade. Para a ciência, tanto a informação como o conhecimento, devem ter suas origens documentadas sendo que o fluxo da informação científica é determinado pelos padrões adotados e na forma de sua mediação e comunicação. Na área de História da Ciência (HC)  o documento é um dos principais recursos para o desenvolvimento de pesquisas, incluindo os processos que permitem o acesso ao documento nas coleções/repositórios, assim como as classificações, terminologias e as formas de comunicação e divulgação desses conteúdos. Os estudos historiográficos na área da Ciência da Informação (CI) sobre “documento e informação” remetem aos projetos promovidos por Paul Otlet e Henry La Fontaine, que consolidaram bibliografias, repertórios e teorias e processos para a organização e acesso à massa documental, e são considerados como uma das raízes da CI. Para a área da HC,  os estudos e projetos organizados por George Sarton o identificam como um dos principais articuladores para a institucionalização da área e sendo responsável pela criação da revista Isis e a Bibliographie Analytique des Publications Relatives à l’Histoire de la Science, entre outros tipos de documentos. Durante a realização da pesquisa no âmbito do Programa de Pós-Graduandos em História da Ciência da PUC/SP, com o uso de múltiplas fontes, foram identificados fatores das possíveis inter-relações entre essas duas áreas que tem características interdisciplinares.


2019 ◽  
Vol 52 (2) ◽  
pp. 353-357
Author(s):  
Mordechai Feingold

Long ago, George Sarton set down criteria for reviewers. In addition to insisting on the need to compose ‘faithful’ reviews, he cautioned against four types of unfit reviewers: the ‘egoist’, the ‘obscure’ reviewer, the one who is noncommittal, and the pedantic critic. Unfortunately, Cohen's review comes short on several counts. Cohen writes that he intends to examine what is ‘new’ in the three books he reviews, and whether the results therein contained are ‘worth learning’ (p. 687). Cohen denies being given to ‘misplaced hero worship’, insisting that his sole aim is to assess whether ‘scholarly novelty’ (p. 693) has been attained. Nevertheless, given his repeated rebuke of the authors under review for ‘failing to refer back to [Richard] Westfall's work’ on Newton – now nearly half a century old – it seems that he grounded his critique principally on Westfall's interpretation.


Author(s):  
Amélia De Jesus OLIVEIRA (FAJOPA)
Keyword(s):  

Na evolução da História da Ciência, muitos têm sido os esforços para especificar a finalidade dessa área do conhecimento. Ainda antes da constituição de uma disciplina autônoma, o que só viria a ocorrer na década de 50, diversos estudiosos se empenharam em prol da promoção dos estudos históricos do desenvolvimento científico, uma promoção que continua invariavelmente em escritos posteriores. Neste trabalho, discutimos as perspectivas de George Sarton (1884-1956) e Thomas Kuhn (1922-1996), buscando mostrar como, ao mesmo tempo em que discutem algumas justificativas em prol dos estudos históricos sobre a ciência, eles destacam o caráter inovador de suas propostas de trabalho. Ainda que vistas hoje como muito divergentes, essas propostas exibem alguns traços confluentes que desempenharam um papel significativo na discussão em defesa desse campo de estudos.


2016 ◽  
Vol 12 (1) ◽  
pp. 240-258
Author(s):  
Gildo Magalhães
Keyword(s):  

No início da institucionalização acadêmica da História da Ciência, seu destacado promotor George Sarton apresentou uma visão da medicina grega praticada pela Escola de Hipócrates como sendo atividade pioneira na formação do espírito científico e um modelo para as ciências empíricas que se desenvolveriam sob o primado da razão. Apresenta-se um rápido esboço da obra de Sarton e de como ele entendeu os tratados ditos hipocráticos. Não é intenção examinar aqui as obras atribuídas a Hipócrates em si, seus predecessores ou seguidores, mas sim sublinhar alguns dos aspectos levantados por Sarton a esse respeito, problematizando-os. Isso, todavia, não nos impede de perguntar qual seria a possível relevância atual dos fundamentos dessa antiga técnica médica, à luz das considerações de Sarton.


2016 ◽  
Vol 9 (1) ◽  
pp. 126-138
Author(s):  
Amélia de Jesus Oliveira
Keyword(s):  
De Se ◽  

George Sarton tem sido sempre lembrado como um dos responsáveis pela institucionalização da disciplina de História da Ciência. Até o início dos anos 60, a crítica lhe é extremamente favorável e elogiosa, cedendo lugar a considerações restritivas que enfatizam a ausência de uma abordagem filosófica e analítica em seus escritos. Essas restrições se intensificam no contexto da nova historiografia da ciência, tal como anunciada por Thomas Kuhn. Procuramos, neste artigo, refletir sobre as considerações de alguns intérpretes de Sarton, analisando seu projeto grandioso em prol da criação da disciplina de história da ciência. Ao fazê-lo, buscamos mostrar como as críticas de alguns desses intérpretes são reveladoras da mudança ocorrida na história da ciência ao mesmo tempo em que suscitam a necessidade de se revisar seu papel na constituição da disciplina.


Studium ◽  
2013 ◽  
Vol 6 (3) ◽  
pp. 259
Author(s):  
Geert Somsen
Keyword(s):  

Author(s):  
Robert Fox

George Sarton, often regarded as the founder of the discipline of the history of science, appears to have first seen Notes and Records of the Royal Society in 1942. His letter of acknowledgement to A. V. Hill conveys both his pleasure at the publication (which the Royal Society had launched in 1938) and his frustration in trying to persuade scientists and ‘humanists’ of the value of his work. The letter also records Sarton's sadness at the death of his Harvard colleague L. J. Henderson, a fellow-worker in his campaign to ‘humanize science’.


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