virus sv40
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Oncotarget ◽  
2017 ◽  
Vol 8 (58) ◽  
pp. 98609-98622 ◽  
Author(s):  
Jiandong Shi ◽  
Ningzhu Hu ◽  
Jianfang Li ◽  
Zhaoping Zeng ◽  
Ling Mo ◽  
...  

PLoS ONE ◽  
2013 ◽  
Vol 8 (11) ◽  
pp. e79683 ◽  
Author(s):  
Manola Comar ◽  
Daniela De Rocco ◽  
Enrico Cappelli ◽  
Nunzia Zanotta ◽  
Roberta Bottega ◽  
...  

2012 ◽  
Vol 136 (3) ◽  
pp. 262-267 ◽  
Author(s):  
Bharat Jasani ◽  
Allen Gibbs

Context.—Despite asbestos being identified as the single most important cause of malignant mesothelioma, the tumor is known to occur in only 10% to 20% of heavily exposed individuals. In addition, about 20% of the patients have no history of asbestos exposure even after detailed assessment. Therefore, there has been speculation for some time that asbestos alone may not be sufficient to cause mesothelioma and that other factors may be involved either as cocarcinogens or as independent mechanisms of cancer causation. Objective.—To give a brief review of nonasbestos fiber erionite and therapeutic radiation as 2 established examples of asbestos-independent mechanisms, of the potential emerging role of man-made fibers such as carbon nanotubes, and of polyoma virus SV40 (simian virus 40) as a potential example of the cocarcinogenic mode of involvement. Data Sources.—Relevant recent literature has been surveyed to portray and provide the evidence in favor of the examples. Conclusions.—Erionite has emerged as the most important example of nonasbestos-mediated cause of mesothelioma in regions such as Turkey where exposure to this type of fiber is highly prevalent. Recently, the polyoma virus SV40 has been unexpectedly discovered as an effective cocarcinogen of asbestos in the causation of animal mesothelioma, though despite considerable research, its potential role in human mesothelioma remains unproven.


2003 ◽  
Vol 10 (suppl 2) ◽  
pp. 807-825 ◽  
Author(s):  
Reinaldo Menezes Martins ◽  
Maria de Lourdes de Souza Maia
Keyword(s):  

A grande maioria das polêmicas públicas relativas a hipotéticos malefícios provocados pelas vacinas é extensão de controvérsias e discussões que surgem no próprio meio médico. Exemplos são os malefícios do mercúrio contido em várias vacinas, como a tríplice viral (MMR), provocando doença inflamatória intestinal e autismo; a vacina contra hepatite B e esclerose múltipla; o vírus SV40 em vacinas contra poliomielite e câncer; a transcriptase reversa em células de embrião de pinto e riscos de infecção por retrovírus; vacinas como causa de asma, diabetes insulino-dependente. Em algumas situações houve nítido prejuízo para a saúde da população, como aconteceu na Inglaterra após noticiários alarmantes sobre os riscos da vacina tríplice DTP na década de 1970 e, mais recentemente, com a vacina tríplice viral, contra sarampo, caxumba e rubéola, também na Inglaterra, e a vacina contra hepatite B, na França. Além disso, grupos ativistas contrários à vacina veiculam notícias alarmantes através dos meios de comunicação, especialmente pela Internet. Beneficiam-se dessa situação pessoas e advogados que, com ou sem fundamento científico para as suas alegações, buscam indenizações milionárias, o que tem causado malefícios para a população, principalmente em países como os Estados Unidos, pelo aumento no custo das vacinas, para fazer frente aos processos judiciais, e pela desistência de produção por várias empresas, contribuindo para crises de disponibilidade das vacinas. O Programa Nacional de Imunizações do Brasil tem tido êxito em lidar com os aspectos públicos dos eventos adversos, através da capacitação dos profissionais de saúde que atuam no setor, tanto nos aspectos técnicos como na comunicação social.


1991 ◽  
Vol 7 (4) ◽  
pp. R19
Author(s):  
P Boukamp ◽  
D Breitkreutz ◽  
P Tomakidi ◽  
NE Fusenig

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