neutropenia febril
Recently Published Documents


TOTAL DOCUMENTS

128
(FIVE YEARS 12)

H-INDEX

5
(FIVE YEARS 0)

2021 ◽  
pp. 47-59
Author(s):  
DAYANE KETLYN DA CUNHA SANTOS ◽  
JOSÉ FONTES JÚNIOR ◽  
JOSÉ CLEYTON DE OLIVEIRA SANTOS
Keyword(s):  

2021 ◽  
Vol 27 (4) ◽  
pp. 302-306
Author(s):  
Paula Mariano ◽  
Soraia Silva ◽  
Maria Eufémia Calmeiro ◽  
Isabel Antunes ◽  
Maria Eugénia André

Introdução: A neoplasia é considerada a segunda doença com maior morbi-mortalidade. Os cuidados de nível hospitalar são muitas vezes inevitáveis. O objetivo da Hospitalização Domiciliária (HD) é de minimizar as complicações hospitalares e proporcionar maior satisfação ao doente e ao familiar/ cuidador. Material e Métodos: Este artigo relata um ano de experiência de HD da Unidade Local de Saúde de Castelo Branco no que diz respeito aos doentes com patologia oncológica. Resultados/Discussão: No primeiro ano de HD, foram internados 99 doentes, sendo que 22,2% (n = 22) tinham patologia oncológica. Sessenta e quatro por cento eram do sexo masculino, média de idade 65,9 anos (±12,8). Tempo médio de internamento foi 6,8 dias (±3,4). Setenta e sete por cento tinham doença oncológica ativa. As principais neoplasias foram: 31,8% pulmão, 22,7% hematológica, 18,1% próstata e 13,6% mama. Destes, 58,8% sob quimioterapia e 17,6% tinham sido submetidos a cirurgia recente ou radioterapia. As principais comorbilidades foram: hipertensão arterial, diabetes mellitus tipo 2, síndrome da apneia obstrutiva do sono e dor crónica. Os principais motivos de internamento foram: neutropenia febril (36,3%), infeção respiratória (27,2%) e controlo da dor (13,6%). Faleceu um doente, um foi transferido para o hospital e três foram reinternados. Noventa dias após a alta, 63,6% não recorreram ao hospital. Conclusão: O internamento em doentes com neoplasia é muito comum. Estes têm risco acrescido de adquirirem infeções intra-hospitalares, aumentando a mortalidade. A HD é vantajosa porque reduz as intercorrências e fornece maior qualidade de vida aos doentes, visto estarem a fazer tratamento qualificado na sua própria casa.


2021 ◽  
Vol 14 (2) ◽  
pp. 236-241
Author(s):  
Cindy Alcarraz ◽  
Fradis Gil-Olivares ◽  
Claudia Banda-Flores ◽  
Connie Rabanal-Carretero ◽  
Carlos Seas-Ramos ◽  
...  

Introducción: Brindar recomendaciones basadas en la mejor evidencia científica disponible para el manejo multidisciplinario de la neutropenia febril. El desarrollo abarco las etapas: aprobación de la conformación del Grupo Elaborador (GE); búsqueda de GPC; análisis y síntesis de la evidencia que llevó al establecimiento de la recomendación de las GPC seleccionadas, diseño del documento consenso, revisión interna. Todas las fases fueron llevadas a cabo mediante reuniones de panel a través del uso de plataformas virtuales durante 03 meses. Se utilizó el sistema “GRADE” para establecer la fuerza y dirección de las recomendaciones. Las recomendaciones abarcan la prevención, el diagnóstico y tratamiento de la neutropenia febril en pacientes oncohematológicos. Se formularon 28 recomendaciones. Los temas abordados han sido relacionados a: correcta evaluación; diagnóstico oportuno, tratamiento antibiótico adecuado, vacunación contra influenza y neumococo, administración de factor estimulante de colonias y manejo especial en pacientes pediátricos para diagnóstico, tratamiento.


JBMTCT ◽  
2021 ◽  
Vol 2 (2) ◽  
pp. p92
Author(s):  
Denise Ferreira Silva Alves ◽  
Alessandra Aparecida Paz ◽  
Paulo Renato Figueiredo Ferreira ◽  
Daniela Vargas Barletta ◽  
Bernardo Pinto Pinatti ◽  
...  

O trabalho é uma coorte retrospectiva com o intuito de analisar o perfil dos pacientes submetidos ao TMO no período de Janeiro de 2001 a Dezembro de 2016 que tiveram como parte do condicionamento o TBI. Foi realizado atraves da coleta de dados em prontuário transcritas para planilha Microsoft Excel 2010 e analisadas com o pacote estatístico SPSS versão 20.0. Foram avaliados 139 pacientes, sendo 92 (66,2%) do sexo feminino. Em relação ao tipo de TMO  51,8%  eram aparentados, 32,4% não-aparentados, 12,2%  haploidênticos e 3,6 % autólogos. O seguimento médio foi de 29,3 meses. As doenças mais frequentes foram LLA (73,4%) e LMA (8,6%). Noventa e sete pacientes foram classificados como doença avançada (70,8%) e 40 como precoce (29,2%), com taxa de sobrevida global, respectivamente de 31,8 e 62,4%. A dose mais utilizada no TBI foi 12Gy (78,4%). Cinquenta pacientes realizaram radioterapia prévia, sendo a mais comum de encéfalo total (74%). Os efeitos agudos predominantes foram neutropenia febril (60,4%) e mucosite G3-4 (41%) e os tardios alterações endocrinológicas (17,3%), osteonecrose (3,6%) e alterações cognitivas severas (2,9%). Quarenta e oito pacientes apresentaram DECH agudo  (34,5%) e 35 crônico (25,2%). A taxa de recaída global foi de 37,8%. A taxa de morte relacionada ao TMO foi de  34,6%. O trabalho permitiu inferir que o Hospital de Clinicas de Porto Aleggre apresenta taxas de recidiva, sobrevida global e complicações semelhante aos índices dos grandes centros mundiais.


2021 ◽  
Vol 10 (6) ◽  
pp. e48310616023
Author(s):  
Luana do Amaral Brasileiro ◽  
Júlia Mouta de Oliveira ◽  
Selma Rodrigues de Castilho

O câncer de mama é o tumor mais incidente entre mulheres. A introdução da quimioterapia antineoplásica sistêmica adjuvante trouxe como benefícios a redução do risco de recorrência e mortalidade por câncer de mama. Porém, intrínseca a toda quimioterapia observa-se a ocorrência de reações adversas, entre elas a neutropenia induzida por quimioterapia, uma reação incidente claramente relacionada a eventos de neutropenia febril. Tais eventos podem gerar impacto significativo nos custos hospitalares e comprometer o objetivo do tratamento quimioterápico adjuvante. Em estudo transversal, descritivo, quantitativo e retrospectivo, 289 pacientes do sexo feminino com câncer de mama e em tratamento quimioterápico sistêmico adjuvante com o protocolo AC-T, foram avaliadas de modo a descrever a incidência de neutropenia e identificar os manejos realizados para manutenção da utilização do tratamento. A incidência bruta de neutropenia foi de 52,2% durante a aplicação de AC (doxorrubicina e ciclofosfamida), de 26,9% durante a aplicação de T (docetaxel) nos pacientes que não fizeram profilaxia primária (PP), e de 15,1% durante a aplicação de T nos pacientes que fizeram PP. Entre os manejos identificados, uso de antibioticoterapia (25,4%), uso de fatores estimuladores de colônia de granulócitos (23%) e adiamento de ciclo (20,3%) foram os mais observados. A ocorrência de eventos de neutropenia ao longo do tratamento quimioterápico para câncer de mama é iminente. Todavia, pode levar a alterações no regime que podem comprometer o tratamento. Neste estudo, a ocorrência de neutropenia, aponta para a necessidade de definir protocolos de utilização de PP e manejo da reação adversa.


2021 ◽  
Vol 39 (15_suppl) ◽  
pp. e24070-e24070
Author(s):  
Peifen Fu ◽  
Yongsheng Wang ◽  
Yongqing Li ◽  
Yumin Yao ◽  
Huiping Li ◽  
...  

e24070 Background: Neutropenia is the frequently observed adverse events for breast cancer patients under chemotherapy. Prophylactic administration of mecapegfilgrastim could reduce the incidence of grade 3/4 neutropenia/febril neutropenia(FN). The effectiveness of mecapegfilgrastim in breast cancer patients and different subgroups were explored. Methods: Patients with breast cancer and tolerable of mecapegfilgrastim were prospectively enrolled in a real-world study. All the patients received mecapegfilgrastim prophylacticly at least in chemotherapy cycle one. The incidence of grade 3/4 neutropenia/febril neutropenia in all patients and subgroups were presented. Results: 322 eligible patients were enrolled. The median age was fifty one years. The ECOG performace score was 0 – 1. In total, 752 chemothrapy cycles were conducted. Grade 3/4 neutropenia occurred in 44 (5.9 %) cycles, grade 4 neutropenia occurred in 16 (2.1 %) cycles. FN were reported in 4 (1.2 %) patients. The incidence of grade 3/4 neutropenia were stratificated by age group (≥65, <65), chemotherapy history, radiotherapy history, baseline absolute white blood cell count (≥4.0 ×109/L, <4.0 ×109/L), baseline absolute neutrophil count (≥2.0 ×109/L, <2.0 ×109/L), baseline hemoglobin level (≥110 g/L, <110 g/L) and chemotherapy regimens (High risk of FN, intermediate risk of FN). The results showed that patients with baseline hemoglobin of ≥110 g/L and <110 g/L had grade 3/4 neutropenia of 5% and 14.8 % respectively (P = 0.017). Patients treated with high FN risk chemotherapy and intermediate FN risk chemotherapy had grade 3/4 neutropenia of 0.9 % and 8.9 % respectively (P = 0.003). No significant difference of incidence of grade 3/4 neutropenia between other subgroups were found. Patients treated with cyclophosphamide and epirubicin (AC, classified as intermediate risk of FN by investigator) had grade 3/4 neutropenia of 15.4 %; Patients treated with cyclophosphamide, docetaxel and epirubicin (TAC, classified as high risk of FN by investigator) had grade 3/4 neutropenia of 14.3 %; Patients treated with docetaxel monotherapy (classified as intermediate risk of FN by investigator) had grade 3/4 neutropenia of 4.9 %. Conclusions: Prophylactic administration of mecapegfilgratim reduced the incidence of grade 3/4 neutropenia/febril neutropenia. Baseline hemoglobin level and specific chemotherapy regimen could be a useful prognostic facots for neutropenic events after administered mecapegfilgrastim.


2021 ◽  
Vol 10 (2) ◽  
pp. 91-97
Author(s):  
Diana Borré Naranjo ◽  
Juan Montes Farah ◽  
Zenen Carmona Meza
Keyword(s):  

Introducción: con el aumento en la detección temprana de las neoplasias y el inicio de protocolos de quimioterapia, radioterapia o ambas, ha aumentado la prevalencia de la neutropenia febril en estos pacientes. Objetivo: establecer características clínicas y hallazgos microbiológicos de los episodios de neutropenia febril en pacientes con cáncer que ingresaron al Hospital Universitario del Caribe. Métodos: se realizó un estudio descriptivo de corte transversal. Se incluyeron pacientes mayores de 18 años con diagnóstico de neutropenia febril y neoplasia hematológica o tumor solido ingresados entre 2015 y 2016. Resultados: se encontró un total de 31 episodios de neutropenia febril en 23 pacientes con una edad media de 44.7 años, el 13% correspondía a pacientes mayores de 60 años y aproximadamente el 10% tenía más de una comorbilidad. Predominó el sexo masculino (53%). El tiempo de hospitalización promedio fue de 30.6 días. El 77.4% de los episodios de neutropenia correspondían a casos de neoplasias hematológicas y el 64% estuvieron precedidos por administración de quimioterapia. El recuento de neutrófilos absolutos promedio fue de 366 y más de la mitad de los episodios cursaron con neutropenia moderada y severa (77.4%). La mortalidad global durante el periodo de estudio fue del 22%. El principal foco infeccioso al ingreso fue urinario (17.6%). Con relación a los agentes microbianos en el 79% se aislaron bacterias y en el 20% hongos; las bacterias aisladas con mayor frecuencia correspondieron a la familia Enterobacteriaceae (47.3%).


Author(s):  
Lustallone Bento de Oliveira ◽  
Viviane Pires do Nascimento ◽  
Alexandre Pereira dos Santos ◽  
Erica Carine Campos Caldas Rosa ◽  
Axell Donelli Leopoldino Lima ◽  
...  
Keyword(s):  

Author(s):  
Melissa López Víquez ◽  
Kattia Camacho Badilla ◽  
Kathia Valverde Muñoz

Objetivo: La neutropenia febril es una complicación frecuente en pacientes hemato-oncológicos al recibir quimioterapia, con una morbi-mortalidad importante. En América Latina son escasos los estudios validando parámetros clínicos y de laboratorio que puedan utilizarse para clasificar el riesgo de bacteriemia, asociado a neutropenia febril. Métodos: Estudio retrospectivo, observacional. Se incluyeron los pacientes hemato-oncológicos hospitalizados por presentar neutropenia febril secundaria a quimioterapia en el hospital pediátrico del 1ro de enero 2016 al 31 de julio 2017. Resultados: Se incluyeron 318 episodios de neutropenia febril secundario a quimioterapia presentándose en 170 pacientes con cáncer durante 19 meses del estudio.  Los episodios se dieron predominantemente en pacientes con leucemia linfocítica aguda (67%); 77% de los episodios clasificándose como alto riesgo para bacteriemia después del análisis respectivo. En 2.2% de los casos se obtuvo identificación microbiológica en hemocultivos, prevaleciendo la infección por Gram negativos (62,5%). No hubo mortalidad asociada.  La presencia de hipotensión (OR: 29.9), catéter venoso central (OR: 8.1) y conteo plaquetario ≤ 50.000/mm3 (OR: 5.0) al ingreso fueron parámetros que confirieron mayor riesgo de bacteriemia en nuestra población. Conclusión: Con estos resultados, se han validado parámetros clínicos y de laboratorio que pueden aplicarse en la población costarricense para clasificar el riesgo de bacteriemia en los pacientes con neutropenia y fiebre. Así, optimizar el abordaje, adecuar la terapia antimicrobiana empírica, reducir el riesgo de resistencia antimicrobiana y mejorar la calidad de atención de los pacientes con cáncer en aras de mejorar la sobrevida de esta población.


2021 ◽  
Vol 2 (1) ◽  
pp. 24
Author(s):  
Eduarda Rabêlo Lima ◽  
Pedro Erbet Belém Filho Morais ◽  
Luana Sales de Barros ◽  
Erika Rolim Melo Gurgel

Introdução: A Neutropenia Febril (NF) pode ser definida através da temperatura oral ≥ 38,3ºC, no momento da aferição ou ≥ 38ºC durante 1 hora, além de uma contagem total de neutrófilos < 500/mm³ ou < 1000/mm³ com tendência de redução em 48 horas. Com o objetivo de estabelecer o tratamento adequado, deve-se realizar a estratificação de risco da NF, com o auxílio do índice de gravidade MASCC (Multinational Association for Supportive Care of Cancer), que pontua até 26 pontos. Objetivo: Revisar e descrever os principais aspectos da neutropenia febril nos pacientes em uso de quimioterapia, assim como as medidas mais eficazes para o seu tratamento. Material e métodos: Foi realizada uma pesquisa na literatura, utilizando as bases de dados PubMed e Scielo. Ao todo, foram revisados 7 artigos científicos, utilizando o descritor “Neutropenia febril em quimioterapia”, publicados entre os anos de 2016 a 2020. Resultados: O tratamento da NF envolve educação quanto a monitorização dos pŕoprios sintomas e tratamento medicamentoso. Em pacientes de baixo risco (MASCC ≥ 21 pontos), hemodinamicamente estáveis e na ausência de infecções de sítio, faz-se uso de antibioticoterapia oral com fluoroquinolona associada à amoxicilina-clavulanato. Em pacientes de alto risco (MASCC < 21 pontos) , faz-se beta-lactâmico antipseudomonas, carbapenêmicos ou piperacilina-tazobactam. Na presença de foco infeccioso, o tratamento deve seguir sua adequação para que haja a cobertura do real agente causador da infecção. Em idosos, é comprovada a relevância do uso de fator de crescimento como profilaxia e deve-se observar presença de uso crônico de glicocorticóides nesses grupos. Em crianças, recentemente tem-se optado pela antibioticoterapia oral nos pacientes de baixo risco, porém deve-se priorizar essa abordagem para pacientes cujas famílias possuam boa adesão medicamentosa. Conclusão: Em suma, a NF é uma emergência oncológica grave decorrente da quimioterapia, potencialmente fatal, desta forma deve ser diagnosticada e tratada o mais precocemente possível.


Sign in / Sign up

Export Citation Format

Share Document