criminal confessions
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2020 ◽  
Vol 6 (3) ◽  
pp. 1661-1698
Author(s):  
Denis Solodov ◽  
Ilia Solodov
Keyword(s):  

A confissão criminal é uma prova poderosa e altamente incriminadora. Uma confissão autoincriminatória autêntica pode ser uma fonte produtiva de novas provas conhecidas apenas pelo verdadeiro autor do crime. Ela também ajuda a acusação a construir um caso mais forte contra o réu em uma situação em que apenas indícios estão disponíveis. Em alguns casos, como homicídios sem localização do corpo e incêndios criminosos em terras selvagens, é difícil provar a participação e a culpa do réu sem o seu consentimento e total cooperação. Tudo isso explica por que, na era das técnicas forenses avançadas, os investigadores buscam obter confissões usando uma variedade de estratégias. Estudos mostram, entretanto, que algumas técnicas de interrogatório têm maior probabilidade de induzir falsas confissões, o que, por sua vez, potencializa o risco de erros judiciais. Do ponto de vista dos direitos humanos, o Tribunal Europeu de Direitos Humanos expressou sérias preocupações sobre o uso de provas obtidas por meio de violência, coerção ou tortura, mas não estabeleceu um equilíbrio entre a aplicação eficaz da lei penal e a proteção adequada dos direitos individuais. Neste artigo, analisam-se as disposições legais contra a compulsão policial imprópria na Polônia e na Rússia. Afirma-se que cada país adota uma perspectiva diferente sobre a questão da coerção policial. Na Rússia, a lei fornece regras específicas sobre a admissibilidade de confissões criminais, seu valor probatório e métodos de verificação da confiabilidade do depoimento do suspeito. Na Polônia, a lei confere aos tribunais nacionais uma maior discricionariedade quanto ao modo de lidar com a confissão e as alegações em relação à utilização de técnicas de interrogatório coercivas. Com base nos resultados da análise de dispositivos legais pertinentes, jurisprudência e revisão bibliográfica, nesta pesquisa busca-se determinar a eficácia de dois modelos jurídicos na prevenção e tratamento de confissões penais coagidas. Em sede proporsitica, alterações foram sugeridas para abordar a questão do formalismo judicial excessivo em relação às alegações sobre o uso de técnicas de interrogatório ilegais.


Inner Asia ◽  
2010 ◽  
Vol 12 (1) ◽  
pp. 63-93 ◽  
Author(s):  
Robert Barnett

AbstractThis paper aims to stimulate discussion about the complexity of oral history as a practice by recalling its origins and early associations, such as criminal confessions, war-reporting, the novel, exotic art and other early forms of first-person narratives, and by tracing some of their recurrent echoes in contemporary work. It looks at some of the uses to which oral history or related practices have been put in the field of Tibetan studies, ranging from rigorously academic studies through nostalgic political testimonies to wholly invented pseudo-histories. It discusses the importance of silent oral histories, the ones that cannot be recorded, as well as of failed ones, which are recorded but rejected by certain types of researchers because they do not meet their desires for a certain kind of narrative. Commoditisation of the archive is described, not just in the obvious cases where large amounts of money are exchanged, but also an instance in Tibetan studies in which an important archive was stolen, apparently just for the prestige of secretly possessing it. These forms of prototypical oral history and its near relatives still hover on the sidelines of the practice, despite the efforts of scholars to insulate academic practice from them. The widespread circulation of fabricated narratives produced within the contemporary Tibetan exile economy to gain access to western countries underlines the pervasive and under-acknowledged role of the state throughout all these practices, banning, allowing, celebrating, regulating and exploiting all forms of oral history.


2006 ◽  
Vol 14 (3) ◽  
pp. 303-324
Author(s):  
Barbara White
Keyword(s):  

2005 ◽  
Vol 29 (6) ◽  
pp. 683-704 ◽  
Author(s):  
Martha Davis ◽  
Keith A. Markus ◽  
Stan B. Walters ◽  
Neal Vorus ◽  
Brenda Connors

2002 ◽  
Author(s):  
Michael R. Napier ◽  
◽  
Susan H. Adams
Keyword(s):  

Social Forces ◽  
1994 ◽  
Vol 73 (1) ◽  
pp. 175-190 ◽  
Author(s):  
D. T. Robinson ◽  
L. Smith-Lovin ◽  
O. Tsoudis
Keyword(s):  

Social Forces ◽  
1994 ◽  
Vol 73 (1) ◽  
pp. 175 ◽  
Author(s):  
Dawn T. Robinson ◽  
Lynn Smith-Lovin ◽  
Olga Tsoudis
Keyword(s):  

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