serge doubrovsky
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2021 ◽  
Vol 2 (1) ◽  
pp. 1-14
Author(s):  
Brígida Duarte de Oliveira Medeiros

O presente trabalho anseia investigar a autoficção, e suas aproximações com as obras Espelho Diário (2001) de Rosângela Rennó e Alice Duarte Penna e Untitled Film Stills (1977-1980) de Cindy Sherman. Para tanto, serão primeiramente abordados a origem, os principais predicados e os desencadeamentos que levaram o conceito de autoficção cunhado por Serge Doubrovsky a romper o campo da teoria da literatura e passar a também classificar obras de outras áreas do conhecimento, para então efetivamente traçar suas ligações com as obras de Rennó e Sherman.


Symbolon ◽  
2021 ◽  
Vol 22 (1) ◽  
pp. 167-183
Author(s):  
Eugénie Péron-Douté

The purpose of this paper is to comment on the emergence of autofiction genre and its meaning. Beginning with a comparative analysis of this genre and the autobiographical one we will show the lack a stability of its definition since the 1970’s until dawn of the 21st century. This neologism, created by Serge Doubrovsky in 1969 shall be rebuilt by the author himself in 1977. Doubrovsky shall hence define that concept for a period of twenty years without achieving to fix all the issues concerning that very word. Beyond the more or less accepted combination of deconstructed narration, split subject and links to the psychoanalysis, autofiction genre appears to contain a performative potential. We will question about how and in which way autofiction parts itself from autobiography, showing it is from the beginning intrinsically performative


Pós-Limiar ◽  
2020 ◽  
Vol 3 ◽  
pp. 1
Author(s):  
Derick Davidson Santos Teixeira

 O presente trabalho trata das relações entre obra e vida na escrita da poeta norte-americana Sylvia Plath. Dentro da crítica literária de língua inglesa, a poeta é tida, por uma parcela de seus críticos, como representante daquilo que Macha Louis Rosenthal chamou de poesia confessional. Todavia, tal classificação encontra impasses se analisarmos o projeto criativo da poeta e parte de sua fortuna crítica, em especial, as produções críticas mais recentes. Sendo assim, faremos uso da obra poética da autora, em companhia de suas correspondências e diários, cotejando sua escrita com as noções de autobiografia, formulada por Philippe Lejeune, de autoficção, cunhada por Serge Doubrovsky, e de biografema, desenvolvida por Roland Barthes. Nessa via, será possível elaborar uma noção de poética biografemática, isto é, uma escrita de si que faz valer os restos da biografia, os biografemas, em oposição a um discurso confessional.


Letrônica ◽  
2020 ◽  
Vol 13 (1) ◽  
pp. 35147
Author(s):  
Jeferson De Moraes Jacques
Keyword(s):  

A escrita sobre si, popularizada a partir do século XVIII, podia ser categorizada por características comuns a todos os textos desse escopo. Porém, devido à criatividade dos autores, com o tempo passou por diversas mudanças, tornando-se tão diversificada a ponto de não caber dentro de uma classificação fixa. Elementos ficcionais fizeram-na aproximar-se mais do romance do que da autobiografia: daí o surgimento do termo “autoficção”, popularizado por Serge Doubrovsky em 1977, e toda a consequente discussão entre os teóricos sobre a dificuldade de caracterizar esse diferente modo de escrita de si. O presente artigo, após uma breve revisão do termo autoficção, visa a analisar o livro Meus desacontecimentos, de Eliane Brum, quanto ao tipo de recepção predominante que deseja para si, se enquanto factual ou fictício; e verificar em qual posição a obra se encontra no espectro dos conceitos para a autoficção publicados nas últimas décadas.


Pós-Limiar ◽  
2019 ◽  
Vol 2 (2) ◽  
pp. 125
Author(s):  
Eurídice Figueiredo

Este artigo parte da ideia de que o mundo de hoje se caracteriza pela exposição davida privada, o que acarreta mudanças nas figurações do romance. Haveria, assim, umentrecruzamento entre a autoficção e o romance contemporâneo, que se apropria deelementos das escritas de si a fim de dar a impressão de que é baseado em fatos reais.O artigo retoma autores como Marcel Proust, Roland Barthes, Marguerite Duras e JorgeSemprun a fim de estabelecer uma arqueologia da autoficção na França, onde o termosurgiu. Em seguida, apresenta as contradições no debate de críticos franceses os quaisconsideram que a autoficção não tem relevância, apesar de continuarem produzindolivros e mais livros sobre o assunto. O artigo também apresenta os problemas éticosque transparecem quando escritores decidem desnudar-se em público, levando consigofamiliares e amigos, como aconteceu com Christine Angot e Serge Doubrovsky, na França,e Ricardo Lísias, no Brasil.


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