edmond jabes
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2021 ◽  
Vol 34 (70) ◽  
pp. 175-191
Author(s):  
Paulo Henrique Fernandes Silveira

O lugar próprio no espaço impróprio: o negro, o judeu e o comum Resumo: No pós-guerra, uma série de intelectuais que residiam na França, alguns deles, como exilados ou expatriados, travaram um intenso debate a respeito das condições do negro e do judeu. Jean-Paul Sartre formulou uma das questões centrais desse debate: haveria uma essência da negritude ou do judaísmo? Para Frantz Fanon, Maurice Blanchot, Jacques Derrida e Edmond Jabès, a negritude e o judaísmo podem ser compreendidos a partir das experiências do exílio e da expatriação. Esse artigo pretende reconstruir esse debate e analisar a importância do não-pertencimento para as concepções de comunidade e comum desenvolvidas por Jean-Luc Nancy, Giorgio Agamben e Jacques Rancière. Palavras-chave: Negro. Judeu. Expatriação. Não-pertencimento. Comum. El lugar propio en el espacio impropio: el negro, el judío y el común Resumen: En la pos-guerra, una serie de intelectuales que vivían en Francia, algunos de ellos, como exilados o expatriados, trabaran un intenso debate a respecto de las condiciones del negro y del judío. Jean-Paul Sartre formuló una de las preguntas centrales de ese debate: ¿habría una esencia da negritud o de judaísmo? Para Frantz Fanon, Maurice Blanchot, Jacques Derrida y Edmond Jabès, la negritud y el judaísmo pueden ser comprendidos a partir de las experiencias de exilio y de la expatriación. Ese artículo pretende reconstruir ese debate y analizar la importancia del no-pertenencia a las conceptos de comunidad y común desarrolladas por Jean-Luc Nancy, Giorgio Agamben y Jacques Rancière. Palabras-clave: Negro. Judío. Expatriación. No-pertenencia. Común. The proper place in the improper space: the black, the jewish and the common Abstract: In the postwar period, a number of intellectuals residing in France, some of them as exiles or expats, the intellectuals engaged in an intense debate about the conditions of the black and the jewish. Jean-Paul Sartre formulated one of the key questions of this debate: Is there an essence of blackness or judaism? For Frantz Fanon, Maurice Blanchot, Jacques Derrida, and Edmond Jabès, blackness and judaism can be understood from the experiences of exile and expatriation. This article aims to reconstruct this debate and analyze the importance of non-belonging to the conceptions of community and common developed by Jean-Luc Nancy, Giorgio Agamben, and Jacques Rancière. Keywords: Black. Jewish. Expatriation. Non-belonging. Common. Data de registro: 11/12/2019 Data de aceite: 26/08/2020


Opiniães ◽  
2020 ◽  
pp. 238-253
Author(s):  
Leila Melo Coroa ◽  
Mayara Ribeiro Guimarães

Este trabalho se dispôs a interpretar as longas peregrinações realizadas pelos tupis-guaranis de modo a estabelecer relação com uma noção de viagem que é muito cara à linguagem poética, aliás, própria do estatuto do poeta, ou seja, daquele que se lança no fazer poético; assim como a imagem ascética e errante do caraíba, enquanto designação também do poeta. Deste modo, pensar nesta correspondência entre o ritual indígena em busca de um território sagrado para refletir no próprio expediente poético, e em como ambos dialogam, ao entenderem, cada um à sua maneira, a importância da viagem, de sua trajetória e errância, mas também da figura do profeta-poeta, ou seja, daquele que se dispõe obstinada e religiosamente, no sentido da busca pelo sagrado, nesta perquirição. Para estabelecer tal correspondência, usaremos a trajetória poética de Max Martins, pois ele incorporou tais aspectos. Entre os teóricos que direcionaram este trabalho estão Maurice Blanchot, Martin Heidegger, Benedito Nunes, Edmond Jabès, entre outros.


Author(s):  
Warren Motte

Warren Motte’s treatment of the work of Edmond Jabès argues that Jabès’s work is animated by a meditation on the idea of the book. Motte contends that despite that sustained reflection, the status of the book in Jabès’s writing remains ambiguous. Indeed, his analysis shows that Jabès always defers a coherent, functional definition of the book. Motte underscores how that process of deferral—paired with the constant iterative process of crafting new interrelated books—has resulted in a powerful œuvre that gives the reader the sense of an ideal book, but one that never quite exists materially.


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