racial relationships
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2021 ◽  
Vol 7 (9) ◽  
pp. 261-275
Author(s):  
Ivanice Maria de Albuquerque ◽  
Islane Cristina Martins
Keyword(s):  

Faz-se necessário desconstruir preconceitos e discriminação racial na sociedade, ressignificando a qualidade da prática docente e desfazendo crenças limitantes nos sujeitos, estimulando a prática da busca dos seus direito legais como cidadão. E tem como objetivo realizar uma revisão integrativa da literatura a fim de relatar como é a educação das relações étnico-raciais nos cursos de pedagogia. Como material e método utilizado para a execução desse trabalho, realizamos uma busca da literatura em maio de 2021, nas bases de dados Periódicos Capes e Google Acadêmico utilizando as palavras-chave: ‘’Cursos de pedagogia’’ AND ‘’Educação’’ AND ‘’Lei 10.639/2003’’ AND e ‘’Relações étnico-raciais’’ e, em inglês Education AND Ethnic-racial relationships AND Law 10.639/2003 AND Pedagogy course. A pesquisa possibilitou identificar 02 artigos condizentes aos critérios estabelecidos. Os resultados dessa busca foram 531 artigos e após o critério de exclusão 529 artigos não foram elegíveis. Dos 02 elegíveis para a pesquisa, 100% mostram que não é dada a devida importância à temática ou a mesma vem sendo ministrada apenas para cumprir o cronograma curricular como disciplinas optativas. Portanto, concluímos que alguns estudantes do curso de pedagogia, dessas universidades, não apresentaram interesse na temática étnico-racial. Além disso, esse conteúdo não tinha muita divulgação, quando ministrada, ela era apresentada de forma despretensiosa.  E, esse fato é reforçado sendo a disciplina eletiva, cabendo ao aluno decidir cursar ou não.


2020 ◽  
Vol 9 (Especial) ◽  
pp. 851-864
Author(s):  
Sônia Maria Pereira do Amaral ◽  
Rodrigo Moura Queiroz
Keyword(s):  

O presente artigo tem como objetivo analisar as narrativas de crianças marajoaras, estudantes do 6º ano do ensino fundamental sobre Identidade Negra e Relações Étnico-raciais. Verificou-se a autopercepção dessas crianças quanto a(s) sua(s) identidade(s) étnico-racial e como essas relações têm se dado na sociedade atual a partir de seus olhares. Os resultados indicam que as crianças se identificavam como pardas e/ou morenas, hora afastando-se da identidade negra, hora aproximando-se, com narrativas que demonstram resistências aos processos de miscigenação que buscam embranquecê-las. Percebem conflitos nas relações étnicos-raciais e posicionam-se em alguns momentos, mostrando que as relações são dialogáveis e mutáveis.


Author(s):  
Maria A. Windell

The second chapter centers a figure familiar within US sentimental literature, the tragic mulatta, placing her among hemispheric counterparts: the enslaved Moor and the Cuban mulata. Mary Peabody Mann’s only novel, Juanita (1887), offers an Uncle Tom’s Cabin-style antislavery narrative set in Cuba, importing a US racial hierarchy to the island. Mann’s novel overwrites figures such as the Cuban mulata and the mulato antislavery leader, replacing them with Eva-like children and a tragic US mulatta. Yet Cuban author Cirilo Villaverde’s novel Cecilia Valdés (1882) demonstrates how Juanita’s racial hierarchy diverges from that developing in late-nineteenth-century Cuba, which offered a different model of racial relationships. Erasing the multiracial nature of Cuba’s antislavery and anticolonial movements, Juanita prefigures US influence in Cuba following the Spanish–American War.


2020 ◽  
Vol 6 (10) ◽  
pp. 83441-83451
Author(s):  
Rosikelly Macedo Gonçalves Cabral ◽  
Juliana Moraes Franzão ◽  
Renata Araújo Guizzetti ◽  
Eunice Rosa dos Santos
Keyword(s):  

2019 ◽  
Vol 15 ◽  
pp. P1389-P1389
Author(s):  
Maria Misiura ◽  
J. Christina Howell ◽  
Monica W. Parker ◽  
Jessica Turner ◽  
William T. Hu

Genealogy ◽  
2019 ◽  
Vol 3 (2) ◽  
pp. 21 ◽  
Author(s):  
Caballero

The popular conception of interraciality in Britain is one that frequently casts mixed racial relationships, people and families as being a modern phenomenon. Yet, as scholars are increasingly discussing, interraciality in Britain has much deeper and diverse roots, with racial mixing and mixedness now a substantively documented presence at least as far back as the Tudor era. While much of this history has been told through the perspectives of outsiders and frequently in the negative terms of the assumed ‘orthodoxy of the interracial experience’—marginality, conflict, rejection and confusion—first-hand accounts challenging these perceptions allow a contrasting picture to emerge. This article contributes to the foregrounding of this more complex history through focusing on accounts of interracial ‘ordinariness’—both presence and experiences—throughout the early decades of the twentieth century, a time when official concern about racial mixing featured prominently in public debate. In doing so, a more multidimensional picture of interracial family life than has frequently been assumed is depicted, one which challenges mainstream attitudes about conceptualisations of racial mixing both then and now.


Author(s):  
Kimberly Chabot Davis

This concluding chapter offers some final thoughts on cross-racial relationships, particularly from the author's personal experiences. It also reviews some literature, both fictional and otherwise, which engages with the issue of cross-racial empathy, supplemented likewise with the author's personal insights. Here the chapter reflects on ethnic difference and transitioning into what sociologist Eduardo Bonilla-Silva calls a “racial progressive”—defined as a person who supports affirmative action and interracial marriage and who is convinced that racial discrimination is real. To conclude, the chapter argues that culture and cultural crossover alone are not enough to ensure social and political transformation. To do so, the chapter emphasizes the importance of education and activism in helping to effect these changes.


Author(s):  
Tânia Mara Pedroso Müller

O artigo é resultado do mapeamento de pesquisas sobre o “estado do conhecimento” em relações étnico-raciais no Brasil. Inicia-se por analisar a produção brasileira que teve esta abordagem metodológica como referência, para apresentar posteriormente os estudos que focaram no estado da arte das relações étnico-raciais. Ao realizarmos esta revisão de literatura visamos indicar aspectos relevantes ao conjunto de análises já produzidas sobre o tema, as demandas detectadas pelos autores, a diversidade de problemáticas reveladas, as urgências e silenciamentos existentes sobre os quais elas puderam desvelar e as permanências apontadas. Concluímos coligando as principais ações, propostas e críticas definidas nas pesquisas que se coadunam com aquelas defendidas pelo Movimento Negro e pesquisadoras/ es das diferentes áreas que lutam pela superação do racismo no Brasil.


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