murrayella periclados
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2017 ◽  
Vol 11 (1) ◽  
pp. 33
Author(s):  
Khey Albert Azevedo Fontes ◽  
Aycon Tinoco Lisboa ◽  
Rones Dos Santos Castro

<p>O Estado do Maranhão é detentor de cerca de 49% do total da área brasileira de manguezais, este fato impele os pesquisadores a sugerir ações que promovam cada vez mais o conhecimento dos grandes grupos de organismos, como as macroalgas, que habitam este ecossistema. Com o objetivo de caracterizar as comunidades de macroalgas em um manguezal de São Luís-Maranhão através da composição e distribuição sazonal das espécies em pneumatóforos do mangue foram traçados três transectos de linha, equidistantes cinco metros, no manguezal da Praia de Boa Viagem, São José de Ribamar, MA (02°34'55.99''S; 44°05'35.70"O) no período de 31/10/2012 a 27/05/2013. Cada transecto foi subdividido em quatro pontos, delimitando três subáreas. Em cada subárea foram coletados, através de sorteio aleatório, três pneumatóforos, devidamente acondicionados e levados para o laboratório. Foram registrados a biomassa e a frequência de ocorrência de cada espécie presente na área. Foram registrados o nível de oxigênio (O2) dissolvido na água, a temperatura da água, bem como os valores de pH e salinidade. Foram identificadas 9 espécies de macroalgas, sendo seis rodófitas (<em>Bostrychia moritziana</em> (Sond. ex Kütz.) J. Agardh; <em>Bostrychia radicans</em> (Mont.) Mont. in Orbigny; <em>Bostrychia binderi</em> Harvey; <em>Caloglossa leprieurii</em> (Mont.) G. Martens, <em>Catenella caespitosa</em> (Wither.) L.M. Irvine in Parke &amp; Dixon e <em>Murrayella periclados </em>(C. Agardh) F. Schmitz) e três clorófitas (<em>Cladophoropsis membranacea</em> (C. Agardh) BØrgesen; <em>Rhizoclonium africanum</em> Kütz. e <em>Rhizoclonium riparium</em> (Roth) Kütz. ex Harv). <em>B. radicans</em> registrou os maiores fatores de frequência e biomassa enquanto que o gênero <em>Rhizoclonium</em>, a pesar de elevada frequência, registrou os menores valores de biomassa. Não foi observado qualquer padrão de distribuição horizontal das macroalgas ao longo do manguezal. Não houve variação significativa nos valores registrados de salinidade, pH e temperatura. Apesar de a área estudada ser considerada um remanescente de manguezal, a comunidade de macroalgas assemelhou-se às comunidades de macroalgas de outros manguezais brasileiros.</p>


Phycologia ◽  
2003 ◽  
Vol 42 (6) ◽  
pp. 638-645 ◽  
Author(s):  
Sarah M. Wilson ◽  
John A. West ◽  
Jeremy D. Pickett-Heaps

1994 ◽  
Vol 36 (5) ◽  
pp. 1233-1240 ◽  
Author(s):  
Matthew W. Bernart ◽  
William H. Gerwick

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