jacob grimm
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MLN ◽  
2021 ◽  
Vol 136 (3) ◽  
pp. 770-793
Author(s):  
Sophie Salvo

2021 ◽  
pp. 33-45
Author(s):  
Elizaveta Sokolova ◽  

The Russian translation of «Germanic Mythology», a fundamental work of Jacob Grimm (1785-1863), is reviewed. The outstanding German philologist and ethnographer had not only gathered pagan beliefs of Germanic tribes and presented them with encyclopedic completeness in his influential work, but also demonstrated how deeply they are concerned with the German language. The book had been published three times in the author's lifetime (1835, 1844, 1854), the most complete edition had come soon after his death (1875-1878). In 2018 it was translated into Russian for the first time (by D.S. Kolchigin) and published in a three-volume academic edition, supplied by the extensive commentary and reference apparatus.


2020 ◽  
Vol 7 (1) ◽  
pp. 55
Author(s):  
Nayara Cristina de Sene Souza

Este trabalho tem como objetivo apresentar uma análise das produções textuais desenvolvidas com alunos do 6º ano do Ensino Fundamental II em uma escola estadual do município de Uberaba/MG. O propósito da atividade foi conduzir os alunos à produção de textos narrativos a partir da (re)leitura e (re)interpretação de contos maravilhosos como, “Branca de Neve”, de Jacob Grimm, “Cinderela” e “Bela Adormecida”, de Charles Perrault, “João e Maria”, de Wilhelm Grimm e “Os três porquinhos”, de Joseph Jacobs. O trabalho consistiu na leitura e interpretação dos contos maravilhosos originais e na produção textual de versões modernas. A sequência de atividades propostas conduziu os alunos a ultrapassar a primeira leitura dos textos, que é a fase de apreciação, a questioná-la e a contrapor as ideias, observando as diferentes adaptações e podendo produzir outra versão para as mesmas histórias. Rildo Cosson defende que “a prática da literatura, seja pela leitura, seja pela escritura, consiste exatamente em uma exploração das potencialidades da linguagem, da palavra e da escrita, que não tem paralelo em outra atividade humana.” (2014, p.16). Através da leitura de textos literários como os contos maravilhosos, aprendemos com as experiências narradas por outros, assim, o aluno usa a linguagem de seu modo, tornando-se sujeito da escrita à medida que expressa o mundo por si mesmo e formando-se ao mesmo tempo leitor e escritor/produtor do que aprende através das próprias experiências e das experiências de outros. A escolha do gênero conto maravilhoso se deu porque, além de se tratar de textos mais curtos, a temática desse tipo de literatura costuma, segundo nossa experiência docente, despertar enorme interesse dos alunos.


2019 ◽  
Vol 62 ◽  
pp. 35-52
Author(s):  
Kamila Kowalczyk

CUTTINGS FROM THE POLISH GRIMMOSPHERE. FAIRY TALES FROM THE COLLECTION KINDER- UND HAUSMÄRCHEN BY WILHEL AND JAKUB GRIMM IN POLISH LITERATURE 1865–1939The article is an overview of the reception of fairy tales from the collection Kinder- und Hausmärchen by Wilhelm and Jacob Grimm in 1865–1939 in Poland, taking into account the cultural factors infl uencing the form of the analysed sources. The author refers to and comments on reviews, notes, articles, reports, commentaries, publishing catalogues, encyclopaedic entries as well as introductions to the various Polish-language editions of the fairy tales which explicitly tackled the topic of the collection Kinder- und Hausmärchen. The article also contains a terminological suggestion in the form of “Grimmosphere” treated as a structure made up of cultural phenomena and encompassing both Wilhelm and Jacob Grimm’s writings, collections, studies and scholarly theories, and their reception.


2019 ◽  
Vol 2019 (97) ◽  
pp. 237-262
Author(s):  
Kaisa Häkkinen
Keyword(s):  

Kun Elias Lönnrotin kokoama runoeepos, ns. Vanha Kalevala, ilmestyi vuonna 1835, se käänsi suomen kielen ja suomalaisen kulttuurin arvostuksen huimaan nousuun. Kalevala innosti myös maisteriopintojaan viimeistelevää, alkuaan pappisuralle aikonutta Matias Aleksanteri Castrénia suuntaamaan huomionsa suomen ja sen sukukielten tutkimukseen. Koska alkuperäistä Kalevalaa pystyivät lukemaan vain muutamat harvat oppineiston edustajat, Suomalaisen Kirjallisuuden Seura julisti kilpailun runomuotoisen ruotsin- tai saksankielisen käännöksen aikaansaamiseksi. Tällaisia ei kuitenkaan ilmaantunut. Helsingin yliopiston suomen kielen lehtori Carl Niclas Keckman luennoi Kalevalasta ja laati siitä sanatarkan ruotsinnoksen, mutta ei runomittaista versiota. Muutaman vuoden odotuksen jälkeen Kalevalasta jo aiemmin kiinnostunut Castrén ryhtyi kääntämään eeposta. Suomalaisen Kirjallisuuden Seuran stipendiaattina hän keräsi kesällä 1839 taustatietoa ja uutta kansanperinneaineistoa Vienan Karjalassa. Aktiivinen kääntäminen kesti noin kaksi vuotta. Käännöstyön ohella Castrén julkaisi dosentinväitöskirjan ja joitakin pienempiä tieteellisiä tutkimuksia. Kevätlukukaudella 1841 Castrén luennoi Helsingin yliopistossa Kalevalasta ja viimeisteli käännöstään. Se ilmestyi kesäkuussa 1841 ja sai hyvän vastaanoton. Esimerkiksi historiallis-vertailevan kielentutkimuksen kärkiedustajiin kuulunut Jacob Grimm perehtyi Kalevalaan ja luennoi siitä Berliinin tiedeakatemiassa Castrénin ruotsinnoksen perusteella. Castrénin ruotsinnos avasi uusia mahdollisuuksia Kalevalaa koskevalle tieteelliselle keskustelulle, koska eepos oli nyt aiempaa merkittävästi laajempien piirien luettavissa. Tärkeä rooli tässä keskustelussa oli itse Castrénilla ja hänen Kalevala-tulkinnoillaan. Kalevalan käännöksen myötä Castrén sai pysyvän kansainvälisen maineen arvostettuna kansanperinteen ja mytologian asiantuntijana. Kirjoitus perustuu Suomalais-Ugrilaisessa Seurassa 15.2.2019 pidettyyn esitelmään.


2019 ◽  
Vol 21 (1) ◽  
pp. 32-46
Author(s):  
Raul de Carvalho Rocha ◽  
Núbia Rabelo Bakker Faria
Keyword(s):  

No Curso de Linguística Geral (1916), F. de Saussure faz, ocasionalmente, referências explícitas aos primeiros linguistas alemães, em especial a Franz Bopp, responsável pela publicação, em 1816, da obra considerada o marco fundador dos estudos linguísticos propriamente ditos, na qual foram demonstradas as relações de parentesco entre línguas europeias e asiáticas. Jacob Grimm, a quem é atribuída a descoberta da primeira “lei fonética”, entretanto, é mencionado apenas em dois momentos, em um dos quais de forma crítica pela confusão entre letra e som presente em seu trabalho. Todavia, a importante descoberta de Grimm a respeito da mutação consonantal observada no gótico em relação ao grego, ao sânscrito e ao latim constituiu a base sobre a qual se fundamentaram os linguistas do último quartel do século XIX em seu redirecionamento dos estudos linguísticos para a fonética e para as “línguas vivas”. Pretende-se com esse trabalho discutir a importância de Grimm para o advento da Linguística Indo-Europeia e demonstrar a repercussão da descoberta do autor alemão sobre o estabelecimento da disciplina em sua época e sobre os autores posteriores, incluindo o próprio Saussure, com destaque para a separação entre os estudos sincrônicos e diacrônicos, apesar das parcas menções ao autor alemão no CLG, que sugeririam uma contribuição pífia de sua parte para o estudo científico da língua. Trata-se de uma pesquisa de natureza bibliográfica, fundamentada sobretudo em Auroux et al. (2000), Campbell (1999), Morpurgo Davies (1998; 2004) e Saussure (2012 [1916]).


2018 ◽  
Vol 3 (2) ◽  
pp. 112-119
Author(s):  
Alessandra Campos Lima ◽  
Mariângela Estelita Barros
Keyword(s):  

O Príncipe Sapo ou Enrique de Ferro foi recolhido pelos irmãos Jacob Grimm (1785-1863) e Wilhelm Grimm (1786-1859) e publicado com vários outros contos tradicionais da Alemanha. A Bibliolibras, Biblioteca Bilíngue de Literatura Infantil e Juvenil - Libras/Português, inaugurada em 2017, publicou doze contos em sua Coleção “Contos dos Irmãos Grimm”, entre os quais está a história do Príncipe Sapo. Traduzido para a Língua Brasileira de Sinais (Libras), O Príncipe Sapo ou Enrique de Ferro pode ser acessado no site www.bibliolibras.com.br, assim como as demais obras da Bibliolibras.


Author(s):  
Kathleen Self

Drawing on Bruce Lincoln’s argument that Snorri Sturluson’s Edda provides an explicit, indigenous pantheon, this chapter examines the place of gender in a part of the Edda, Gylfaginning. This text divides the Old Norse deities in a relatively rigid binary of male and female, a binary that provides one of structures that organizes Snorri’s explicit pantheon. This gender binary further intersects with other binaries such as those of light and dark, and of god and giant. Snorri’s systemization of gender certainly has an impact on modern scholars and neopagan, but not as much as Lincoln’s argument would predict. Instead, intermediaries such as Jacob Grimm elaborate on Snorri’s text to a significant extent. Frigg, the case study for this chapter, becomes a goddess of weaving, family, and domesticity in Grimm’s reworking. This image of Frigg is widespread among contemporary neopagans, especially the more conservative subset of neopagans. The result is that the complex and sometimes non-heteronormative Old Norse myths are re-read and redeployed to support the more “traditional” gender binary of male and female roles championed by contemporary, conservative neopagan communities.


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