pedro i
Recently Published Documents


TOTAL DOCUMENTS

192
(FIVE YEARS 11)

H-INDEX

4
(FIVE YEARS 0)

2021 ◽  
Vol 51 (2) ◽  
pp. 629-660
Author(s):  
Juan Luis Carriazo Rubio
Keyword(s):  

El matrimonio, en 1335, de Beatriz de Lauria con el segundo señor de Marchena constituye un acontecimiento fundamental en el proceso de consolidación del linaje de los Ponce de León andaluces. Al mismo tiempo, modifica por completo las circunstancias vitales de Beatriz, no solo por el cambio de reino que supone su traslado de Valencia a Sevilla, sino también por las complejas relaciones entre Castilla y Aragón durante las décadas centrales del siglo XIV. Todo ello afectó a sus aspiraciones señoriales en territorio valenciano, dificultadas por la actuación de sus hermanos Jaime y Pedro de Jérica. El hecho de que sobreviviera a su esposo durante más de veinte años nos permite analizar su actuación en el contexto andaluz, aspecto poco conocido y de gran interés en un reinado, como el de Pedro I de Castilla, tan adverso para los grandes linajes sevillanos.


2021 ◽  
Vol 51 (2) ◽  
pp. 563-600
Author(s):  
Licia Buttà
Keyword(s):  
Pedro I ◽  

El objetivo de este artículo es estudiar la relación entre la leyenda apócrifa del nacimiento de san Bartolomé, el episodio folklórico del changeling y su representación en algunas obras de arte tardo-góticas dando a conocer una fuente inédita sobre el tema. Una aproximación comparativa entre literatura medieval, hagiografía e historia del arte, permitirá entender la razón porqué el changeling fue adoptado como exemplum para remarcar la santidad de Bartolomé. El punto inicial de la investigación será el análisis de la iconografía del retablo dedicado al santo conservado en el Museo Diocesano de la Catedral de Tarragona y del sepulcro de Pedro I de Portugal, que se halla en el monasterio cisterciense de Santa María de Alcobaça, ambos realizados en la segunda mitad del siglo XIV.


2021 ◽  
Vol 9 (3) ◽  
pp. 213
Author(s):  
Paulo Henrique Martinez
Keyword(s):  

Estudo de significados econômicos e simbólicos da extração de madeiras para a construção naval da Marinha mercante e de guerra do Império do Brasil. Algumas referências da historiografia nacional e estrangeira permitem conhecer locais, procedimentos, materiais e técnicas utilizados nesta atividade, particularmente na segunda metade do século XVII e no início do século XIX. As fontes primárias examinadas são de caráter seriado e de natureza administrativa e jurídica, a Coleção de Leis do Império do Brasil e a Coleção das Decisões do Governo do Império do Brasil, referente ao período de 1822 a 1831, quando o Império brasileiro esteve sob a condução de D. Pedro I. Os dados reunidos pela pesquisa possibilitaram conhecer algumas práticas de extrativismo nas florestas tropicais durante a primeira década da vida nacional e aspectos econômicos deste processo.


Sigila ◽  
2021 ◽  
Vol N° 48 (2) ◽  
pp. 119-129
Author(s):  
Inês Olaia
Keyword(s):  

Author(s):  
MARIA CELI CHAVES VASCONCELOS ◽  
Ana Cristina López M. Francisco
Keyword(s):  

O presente estudo tem como objetivo geral analisar as atribuições destinadas às aias, governantas e preceptoras, assim denominadas as mulheres que se encarregavam da educação de crianças da aristocracia, no século XIX. Em um plano mais específico, pretende-se fazer uma distinção da nomenclatura em sua tradução para o português, comparando a utilização dos termos conforme a função ocupada. No que tange aos aspectos metodológicos, o estudo remonta a uma pesquisa histórico-documental que tem como fontes principais, os manuscritos elaborados pelos imperadores, d. Pedro I e d. Pedro II, sobre as atribuições das aias de suas filhas, documentos cujos originais se encontram no Arquivo do Museu Imperial em Petrópolis. A análise dos documentos evidencia as funções de aias, governantas e preceptoras, como um dos únicos ofícios permitidos as mulheres naquele tempo e contexto, bem como envolto a uma linha tênue entre simples empregadas e cortesãs muito próximas aos espaços de poder da aristocracia.   What do you want to do ? New mailCopy     What do you want to do ? New mailCopy     What do you want to do ? New mailCopy     What do you want to do ? New mailCopy  


Author(s):  
Helen Watanabe-O'Kelly

During the Napoleonic period, ‘the imperial idea’ spread to colonial territories far from Europe. This chapter discusses how Brazil became an empire when Pedro I declared independence from Portugal and how Mexico declared independence from Spain under Agustín de Iturbide. Pedro II succeeded his father as emperor of Brazil but abdicated in 1889. Agustín I was executed in 1824, as was the second emperor of Mexico, Maximilian of Austria, in 1867. These emperors also had to create symbolic power with courts, costumes, ceremonial, and coronations on the Napoleonic model, Queen Victoria was given the title of empress in 1876 and the British invented a ceremony of acclamation in 1877 which they called a ‘durbar’.


2021 ◽  
Vol 39 ◽  
pp. 201-221
Author(s):  
Isabel Lustosa
Keyword(s):  

Apresenta-se aqui a trajetória de Joaquim José da Silva Maia, comerciante e jornalista de formação liberal que atuou no Brasil e em Portugal, envolvendo-se diretamente na guerra de independência da Baía, do lado dos portugueses (1822/1823); nas campanhas liberais que agitaram Portugal entre 1826 e 1828 a favor da constituição e contra D. Miguel e, finalmente, no último ano do reinado de D. Pedro I, do Brasil, (1830/1831) defendendo no Rio de Janeiro, em nome dos ideias do liberalismo político e econômico, o envolvimento do Imperador e de seu governo nos problemas da sucessão portuguesa. Exemplo de uma atuação decisiva dos dois lados do Atlântico, especialmente por meio dos jornais que publicou, o caso de Silva Maia é rico em possibilidades analíticas para a compreensão das apropriações possíveis dos ideais constitucionalistas em um contexto de intensas transformações.


Author(s):  
Julia Braga Neves
Keyword(s):  
Pedro I ◽  

Este artigo tenciona analisar o manuscrito não finalizado de Lady Maria Callcott, intitulado Escorço biográfico de Dom Pedro I e a exposição da violência sofrida por Maria Leopoldina no palácio. Comparando o manuscrito com o Journal of a Voyage to Brazil, publicado pela mesma autora em 1824, argumenta-se que o diário de 1824 representa Dom Pedro como um político e estadista, enquanto seu esboço biográfico, publicado postumamente, revela a crueldade, possessividade e perversidade de Dom Pedro a partir da descrição minuciosa de seu casamento com dona Leopoldina, que se tornou amiga de Callcott. Disputando o argumento da biógrafa de Callcott, Regina Akel, de que o retrato construído pela viajante seria uma forma de autopromoção e, comparando o relato de 1834-1835 com as respectivas biografias sobre Dom Pedro I e Maria Leopoldina, conclui-se que o manuscrito sobre o imperador é um documento histórico que denuncia os maus tratos vivenciados pela austríaca.  


2021 ◽  
Vol 31 (3) ◽  
Author(s):  
Fernanda Cláudia Pandolfi
Keyword(s):  

Em um momento de intensas disputas políticas em torno da organização da ordem constitucional no final do Primeiro Reinado, as narrativas, entendidas como relatos que misturavam rumores, fatos e emoções, disseminaram-se amplamente na esfera pública. Analisaremos em que medida e de que maneira essas narrativas - a recolonização do Brasil e a do Imperador antinacional – geraram comportamentos que contribuíram para a Abdicação. A partir de referenciais analíticos sobre a disseminação de narrativas e rumores, concluiu-se, que as narrativas estimularam comportamentos que as confirmavam e assim amplificaram seus efeitos, reunindo grupos com demandas diversas em torno de uma causa comum, o que contribuiu para deslegitimar a figura do imperador.


Author(s):  
JORGE PIMENTEL CINTRA ◽  
ALEXANDRE PIMENTEL CINTRA
Keyword(s):  

RESUMO Ensaio de reconstituição histórica do sítio pelo qual passou D. Pedro I no dia 7 de setembro de 1822, em que analisamos não só o caminho que ele percorreu, mas também os locais destacados, no sítio do Ipiranga, tendo em conta as diversas reformas ao longo do tempo. Realizamos uma revisão crítica das diversas tentativas de demarcar o lugar onde aconteceu a Independência do Brasil: nota-se que houve uma série de enganos ao longo do tempo e muita confusão nas explicações. Foi feito um esforço para desenvolver uma narrativa linear e esclarecer pontos obscuros ou confusos. Para isso servimo-nos da iconografia histórica: telas, fotos e mapas. Estes últimos, com a ajuda de programas de cartografia digital, puderam ser superpostos a mapas atuais para a determinação dos pontos de interesse. Ao longo do texto e ao final, são feitas considerações sobre o sentido de determinar esse local, com maior ou menor precisão.


Sign in / Sign up

Export Citation Format

Share Document