anne rice
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2020 ◽  
Vol 31 (61) ◽  
pp. 384-407
Author(s):  
Andrio J. R dos Santos
Keyword(s):  

No romance Memnoch The Devil, Anne Rice se apropria e reinterpreta imagens de anjos e demônios de William Blake no intuito de representar o seu diabo, Memnoch. A partir dessa representação demoníaca blakeana, a autora desenvolve questões filosófico-teológicas relativas à salvação da alma humana, à sacralidade do corpo e, além disso, trata da representação da divindade judaico-cristã e da figura do diabo. Assim, analiso a relação entre o romance e a produção pictural e visionária de William Blake, demonstrando que Rice imbui sua narrativa de uma energia e concepções blakeanas sobre imaginação, arte, corpo e exploração sensorial. O presente trabalho foi realizado com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Brasil (CAPES) – Código de Financiamento 001.


2020 ◽  
Vol 51 (esp) ◽  
pp. 95-102
Author(s):  
Vanessa Lopes Lourenço Hanes

Este texto analisa três traduções brasileiras de obras literárias góticas anglófonas feitas pela aclamada autora Clarice Lispector. Traduções de Tales of the Grotesque and Arabesque, de Edgar Allan Poe, The picture of Dorian Gray, escrito por Oscar Wilde, e Interview with the vampire, de autoria de Anne Rice, foram comparadas e contrastadas em busca de regularidades na abordagem de Lispector para a literatura gótica. Os achados demonstram que Lispector utilizou um registro alto em suas três traduções, uma abordagem que, surpreendentemente, pode refletir o cuidadoso uso de língua daquela autora na tradução de diferentes tipos de texto.


Letras ◽  
2020 ◽  
pp. 323
Author(s):  
Andrio De Jesus Rosa dos Santos ◽  
Enéias Farias Tavares
Keyword(s):  

Na obra da autora norte-americana Anne Rice, questões aparentemente paradoxais como materialidade/espiritualidade, profano/sagrado e natural/sobrenatural, ganham destaque, em enredos que ou orbitam discussões especulativas sobre a origem material do universo e suas possibilidades espirituais ou uma densa reflexão sobre os limites potenciais dos sentidos corpóreos, intensificados pela observação da natureza ou pela apreciação da arte. Isso quando a autora não contrapõe essas duas dimensões, como em A História do Ladrão de Corpos (1992) Lasher (1993), Memnoch (1995) e O Servo dos Ossos (1996), nos quais essas dimensões estão emparelhadas tanto na esfera do enredo quanto na da linguagem. Neste ensaio, nos debruçaremos sobre um desses eixos, aquele que tem a ver com a descrição, compreensão e intensificação dos sentidos corpóreos, esses intensificados pela natureza vampírica de seus protagonistas, em seu primeiro romance Entrevista com o Vampiro (1976). A partir das reflexões de Katherine Ramsland, Jennifer Smith e Terri R. Liberman, entre outros, demonstraremos como, através dos dramas de seus monstros, Rice indiretamente propõe uma intensificação das percepções corpóreas e sensitivas, não apenas no que concerne à percepção da natureza e da arte, como também ao próprio corpo e sua capacidade de perceber/vivenciar/recriar o entorno material.


Abusões ◽  
2019 ◽  
Vol 9 (9) ◽  
Author(s):  
Juliana De Souza Topan

O vampiro é uma personagem mítica e literária que, nas últimas décadas, esteve presente em obras literárias, televisivas e cinematográficas de grande sucesso de público, como os filmes Drácula de Bram Stoker (1992) e Entrevista com o vampiro (1994), a série televisiva Buffy, a caça-vampiros (1997-2003) e a saga Crepúsculo, de Stephenie Meyer (2005-2008). Analisando narrativas vampirescas contemporâneas, David Roas aponta uma “domesticação” ou “naturalização do monstro”, já que vampiros convivem com humanos e se convertem em “mais uma raça ou espécie”, entre tantas no mundo. Roas identifica que o processo de humanização da figura do vampiro e a atenuação de seus aspectos monstruosos teriam se iniciado com a publicação de Entrevista com o vampiro (1976), de Anne Rice, a partir da caracterização de Louis como um vampiro belo, sensível e culpado por matar pessoas. Entretanto, ao analisar poemas e narrativas do final do século XVIII e do século XIX, o presente artigo pretende explicitar que tal processo se inicia muito antes, na transição da personagem vampiresca do universo mítico para obras literárias. Conclui-se, a partir da análise dos poemas Christabel, de Coleridge (1795) e A noiva de Corinto, de Goethe (1797), do conto A morta amorosa, de T. Gautier (1836), e dos romances Carmilla, a vampira de Karstein, de S. Fanu (1874) e Drácula, de B. Stoker (1897), que, desde o século XVIII, encontra-se uma ambiguidade na caracterização dos vampiros em obras literárias, nas quais se encontra uma alternância entre a descrição humanizada e monstruosa dos vampiros.


2019 ◽  
Vol 3 (1) ◽  
pp. 262-277
Author(s):  
Leticia Cristina Alcântara Rodrigues
Keyword(s):  

Quando se fala no personagem vampírico, o imaginário logo invoca Drácula, imortalizado no cinema por Bela Lugosi, que o transformou em um galante e sedutor sanguessuga. Entretanto, Drácula não é o único vampiro literário que mexe com o imaginário: Lord Ruthven, seu antecessor fez sucesso nas adaptações teatrais, assim como Carmilla. Lestat de Lioncourt influenciou uma nova geração, assim como Edward Cullen fez o monstro tornar-se herói e símbolo de amante perfeito. Mas os vampiros não são somente retratados como adultos na literatura e no cinema. Eles também aparecem em pueril idade, como Claudia, de Entrevista com o vampiro, de Anne Rice, Rüdiger, o pequeno vampiro de Angela Sommer-Bodenburg ou mesmo o Nigel Mullet, de Tim Collins. Desta forma, esse trabalho busca um paralelo sobre como o vampiro é representando em sua versão infantil, analisando como os autores evocam esse personagem mitológico e como, a partir desse personagem, evocam o universo infantil e juvenil em suas narrativas.


Literartes ◽  
2017 ◽  
Vol 1 (7) ◽  
pp. 266
Author(s):  
Andrio J. R. dos Santos
Keyword(s):  
The Body ◽  

O presente trabalho visa analisar criticamente a operação de tradução intersemiótica do poema The Tyger, de William Blake, no romance The Tale Of The Body Thief, de Anne Rice. Para tal, empregam-se concepções teóricas propostas por autores como Diniz (1998), Clüver (2006) e Plaza (2008), que compreendem tradução intersemiótica essencialmente como um diálogo de significados intermídia em um processo de produção de sentido sempre em expansão.


Author(s):  
Andrio J. R. dos Santos
Keyword(s):  
The Body ◽  

No romance The Tale Of The Body Thief (1991), Anne Rice aborda o poema iluminado The Tyger, de William Blake, como uma forma de discutir o tema do mal, assim como a malignidade que o vampiro protagonista, Lestat, reconhece em si mesmo. Tal questão é explorada a partir da possibilidade do personagem recuperar sua humanidade, uma vez que ele foi transformado em vampiro à força. Desse modo, pretendo desenvolver um estudo investigativo acerca das significações intercambiáveis entre as obras de Rice e Blake. Para dar conta desse problema de pesquisa, trabalho a partir das concepções teóricas da tradução intersemiótica. Sigo pela via proposta por autores como Diniz (1998), Clüver (2006) e Plaza (2008), que compreendem tradução intersemiótica essencialmente como um diálogo de significados intermídia e sempre em expansão.Tal concepção permite investigar e discutir a maneira como Rice reinterpreta, traduz e recria as significações da poesia e da pintura blakeanas em seu romance. A partir de tais aparatos teóricos, é possível considerar que o poema de Blake é semioticamente traduzido por Rice em duas instâncias. Na primeira delas, The Tyger opera como uma metáfora para a natureza do próprio vampiro Lestat, um predador terrível e belo, sublime em sua própria imagem. Na segunda instância, The Tyger relaciona-se com o romance de forma remissiva, diretamente ativa em relação à construção do enredo da obra.


Author(s):  
Andrew Howe
Keyword(s):  
The Road ◽  

http://dx.doi.org/10.5007/2175-8026.2017v70n1p81Com a publicação de Sonho Febril em 1982, George R. R. Martin experimentou com a narrativa de "vampiro simpático", popularizada apenas alguns anos antes por Anne Rice. Uma história sobre vampiros que assombravam o sul americano durante os anos anteriores à guerra civil, Sonho Febril focalizou a ambiguidade moral, a brutalidade do poder, e outros aspectos narrativos que eventualmente emergirão mais desenvolvidos na grande obra do autor, a aclamada série As Crônicas de Gelo e Fogo. Muitas vezes negligenciado, Sonho Febril é importante porque uma leitura atenta do texto indica a abertura de Martin à fantasia sombria, não apenas no material temático, mas também na inclusão de eventos históricos do mundo real (a Guerra Civil Americana) e instituições (escravidão).


2017 ◽  
pp. 196-197
Author(s):  
Ingrid Thaler
Keyword(s):  

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