scholarly journals “LET THE FLESH INSTRUCT THE MIND”: CORPO, DESEJO E SINESTESIA NAS CRÔNICAS VAMPIRESCAS DE ANNE RICE

Letras ◽  
2020 ◽  
pp. 323
Author(s):  
Andrio De Jesus Rosa dos Santos ◽  
Enéias Farias Tavares
Keyword(s):  

Na obra da autora norte-americana Anne Rice, questões aparentemente paradoxais como materialidade/espiritualidade, profano/sagrado e natural/sobrenatural, ganham destaque, em enredos que ou orbitam discussões especulativas sobre a origem material do universo e suas possibilidades espirituais ou uma densa reflexão sobre os limites potenciais dos sentidos corpóreos, intensificados pela observação da natureza ou pela apreciação da arte. Isso quando a autora não contrapõe essas duas dimensões, como em A História do Ladrão de Corpos (1992) Lasher (1993), Memnoch (1995) e O Servo dos Ossos (1996), nos quais essas dimensões estão emparelhadas tanto na esfera do enredo quanto na da linguagem. Neste ensaio, nos debruçaremos sobre um desses eixos, aquele que tem a ver com a descrição, compreensão e intensificação dos sentidos corpóreos, esses intensificados pela natureza vampírica de seus protagonistas, em seu primeiro romance Entrevista com o Vampiro (1976). A partir das reflexões de Katherine Ramsland, Jennifer Smith e Terri R. Liberman, entre outros, demonstraremos como, através dos dramas de seus monstros, Rice indiretamente propõe uma intensificação das percepções corpóreas e sensitivas, não apenas no que concerne à percepção da natureza e da arte, como também ao próprio corpo e sua capacidade de perceber/vivenciar/recriar o entorno material.

2018 ◽  
Vol 41 ◽  
Author(s):  
Peter DeScioli

AbstractThe target article by Boyer & Petersen (B&P) contributes a vital message: that people have folk economic theories that shape their thoughts and behavior in the marketplace. This message is all the more important because, in the history of economic thought, Homo economicus was increasingly stripped of mental capacities. Intuitive theories can help restore the mind of Homo economicus.


2019 ◽  
Author(s):  
Jeannette Littlemore
Keyword(s):  

Author(s):  
W. T. Singleton
Keyword(s):  

2016 ◽  
Author(s):  
David R. Olson
Keyword(s):  

2018 ◽  
Vol 32 (1) ◽  
pp. 30-42 ◽  
Author(s):  
Claudia Traunmüller ◽  
Kerstin Gaisbachgrabner ◽  
Helmut Karl Lackner ◽  
Andreas R. Schwerdtfeger

Abstract. In the present paper we investigate whether patients with a clinical diagnosis of burnout show physiological signs of burden across multiple physiological systems referred to as allostatic load (AL). Measures of the sympathetic-adrenergic-medullary (SAM) axis and the hypothalamic-pituitary-adrenal (HPA) axis were assessed. We examined patients who had been diagnosed with burnout by their physicians (n = 32) and were also identified as burnout patients based on their score in the Maslach Burnout Inventory-General Survey (MBI-GS) and compared them with a nonclinical control group (n = 19) with regard to indicators of allostatic load (i.e., ambulatory ECG, nocturnal urinary catecholamines, salivary morning cortisol secretion, blood pressure, and waist-to-hip ratio [WHR]). Contrary to expectations, a higher AL index suggesting elevated load in several of the parameters of the HPA and SAM axes was found in the control group but not in the burnout group. The control group showed higher norepinephrine values, higher blood pressure, higher WHR, higher sympathovagal balance, and lower percentage of cortisol increase within the first hour after awakening as compared to the patient group. Burnout was not associated with AL. Results seem to indicate a discrepancy between self-reported burnout symptoms and psychobiological load.


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