mathematics educator
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(FIVE YEARS 2)

H-INDEX

1
(FIVE YEARS 0)

2021 ◽  
Vol 11 (1) ◽  
pp. 415-422
Author(s):  
Richard Delaware

This is a decades-long tale of my glancing friendship with distinguished mathematician and mathematics educator Peter Hilton and his constant collaborator Jean Pedersen. Peter’s wit, compassion, and support are in full display, though in truth I knew him only “in passing.”


2020 ◽  
Vol 113 (12) ◽  
pp. 1042-1043
Author(s):  
George J. Roy

This article describes the nature and benefits of involvement with NCTM Conferences as a contributor to individual and collegial professional growth.


Revemop ◽  
2020 ◽  
Vol 2 ◽  
pp. e202004
Author(s):  
Mariana Kawall Leal Ferreira

This is a day, a month, a year, and a few decades — dry and rainy seasons included — in real-life mathematics of the Kisêdjê Indigenous People of the Wawi Territory, Central Brazil. According to the Kisêdjê, aka Suyá, the sun and the stars rule the sky, while people, animals, and plants create reality on earth. We are in the state of Mato Grosso, at 11 degrees, 45 minutes South latitude; and 53 degrees, 1 minute West longitude. Starting in 1981, this ethnomathematics memoir traces factual moments of my life as a mathematics educator in indigenous schools. Hands-on, real-life activities are included in the “Teacher’s Notebook.” This includes fishing expeditions, and excursions to local dispensaries and far away hospitals. My objective is to show that mathematics education, including map-making, provides important resources in the fight for sovereignty and autonomy of Indigenous Peoples in Brazil, the Americas, and worldwide.Keywords: Ethnomathematics. Indigenous Peoples. Kisêdjê. Suyá. Brazil.Estrellas en el cielo: las Pléyades invitan a la plenitud — una memoria etnomatemáticas en el Centro de Brasil Este es un día, un mes, un año y unas pocas décadas — incluidas las estaciones seca y lluviosa — en las matemáticas de la vida real de los pueblos indígenas Kisêdjê del territorio de Wawi, en el centro de Brasil. Según el Kisêdjê, también conocido como Suyá, el sol y las estrellas gobiernan el cielo, mientras que las personas, los animales y las plantas crean la realidad en la tierra. Estamos en el estado de Mato Grosso, a 11 grados, 45 minutos de latitud sur; y 53 grados, 1 minuto de longitud oeste. A partir de 1981, esta memoria etnomatemática rastrea momentos reales de mi vida como una educadora de matemáticas en escuelas indígenas. Las actividades prácticas de la vida real se incluyen en el "Cuaderno del maestro". Esto incluye expediciones de pesca y excursiones a dispensarios locales y hospitales lejanos. Mi objetivo, en el presente artículo, es mostrar que la Educación Matemática, incluida la elaboración de mapas, proporciona recursos importantes en la lucha por la soberanía y la autonomía de los pueblos indígenas en Brasil, las Américas y en todo el mundo.Palabras clave: Etnomatemáticas. Pueblos Indígenas. Kisêdjê. Suyá. Brasil.Estrelas no céu: Plêiades convidam a plenitude — uma memória etnomatemática no Brasil Central Este é um dia, um mês, um ano, e algumas décadas — incluindo estaçōes seca e chuvosa — na Matemática da vida real do Povo Indígena Kisêdjê do Território Wawi, Brasil Central. Segundo os Kisêdjê, também conhecidos como Suyá, o sol e as estrelas regem o céu, enquanto pessoas, animais e plantas criam realidade na terra. Estamos no estado do Mato Grosso, a 11 graus e 45 minutos de latitude sul; e 53 graus, 1 minuto de longitude oeste. A partir de 1981, esta memória etnomatemática traça momentos factuais da minha vida como uma educadora de matemática em escolas indígenas. As atividades práticas da vida real estão incluídas no “Caderno do Professor”. Isso inclui expediçōes de pesca, e excursōes a farmácias locais e hospitais distantes. Meu objetivo, no presente artigo, é mostrar que a Educação Matemática, incluindo a elaboração de mapas, fornece recursos importantes na luta pela soberania e autonomia dos povos indígenas no Brasil, nas Américas e no mundo.Palavras-chave: Etnomatemática. Povos Indígenas. Kisêdjê. Suyá. Brasil.


Author(s):  
Signe Kastberg ◽  
Elizabeth Flores ◽  
Sue Richardson

Author(s):  
Arlete De Jesus Brito ◽  
Islenis Carolina Botello

ResumoO texto aqui apresentado trata-se de uma entrevista realizada com o professor Antonio Miguel. Nela, o professor, além de narrar sobre sua formação e suas experiências como docente de matemática, nos fornece uma visão sobre a educação e o ensino de matemática entre as décadas de 1970 e os anos 1990. Além disso, aborda o que seria a matemática, para ele, a partir do referencial de Wittgenstein. Para realizarmos essa entrevista, nos apoiamos em pressupostos da História Oral.Palavras-chave: História; Educação Matemática; Antonio Miguel.AbstractThis paper presents professor Antonio Miguel’s interview. The professor told about his professional education and his experiences as mathematics educator. Besides this, he supplies us an over vision about the educational context and the mathematics teaching between 1970 and 1990. Lastly, he approaches what would be the mathematics for him and to this, he uses Wittgenstein’s theories. To organize this interview, we use Oral History.Keywords: History; Mathematics Education; Antonio Miguel. 


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