leishmania infantum chagasi
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2021 ◽  
Vol 10 (16) ◽  
pp. e311101624204
Author(s):  
Karolayne Bernardes dos Santos ◽  
Mirian Barreira Martins ◽  
Aluísio Vasconcelos de Carvalho

A Leishmaniose Visceral, conhecida como calazar no Brasil, é causada pelo agente etiológico Leishmania infantum chagasi a transmissão da doença ocorre por intermédio da picada da fêmea de um invertebrado hematófago pertencente à família dos flebótomos, popularmente conhecido como mosquito-palha, doença que causa sintomas clínicos podendo afetar tanto animais como humanos. O presente trabalho objetiva-se em averiguar o percentual de casos de infecções da doença no município de Guaraí, Tocantins, em humanos e animais (cães), buscando compreender os fatores que influenciam a prevalência da doença no município. Trata-se de uma pesquisa documental, com abordagem quantitativa. Os dados foram obtidos diante a análises de documentos contidos na Secretaria municipal de Saúde e no Centro de Controle de Zoonoses do município entre os anos de 2015 a 2020.  Através do presente estudo, percebeu-se que a taxa de afetados pela doença em seres humanos chega a ser bem menor que em animais, pois dentro do período analisado foram totalizados 15 testes confirmados com a doença em seres humanos e 1.752 testes confirmados em animais. Devem ser adotadas políticas públicas que minimizem os efeitos gerados pela doença tanto em animais e humanos, redução da quantidade de lixo, reduzir cães errantes e adoção de educação ambiental no município.


2021 ◽  
Vol 10 (48) ◽  
Author(s):  
Fernando Tobias Silveira ◽  
Edivaldo Costa Sousa Junior ◽  
Rodrigo Vellasco Silvestre ◽  
André Guilherme Costa-Martins ◽  
Kenny da Costa Pinheiro ◽  
...  

This work reports on the whole-genome sequencing of Leishmania infantum chagasi from Honduras (Central America) and Brazil (South America).


2021 ◽  
Vol 18 (37) ◽  
Author(s):  
Taiã Ribeiro ◽  
Samara Galvão ◽  
Sebastiana Sousa ◽  
Thássia Reis ◽  
Helcileia Santos

A leishmaniose visceral é uma zoonose causada por espécies do gênero leishmania que pode afetar crianças, jovens, adultos e pessoas imunodeprimidas. A apresentação clínica varia de formas assintomáticas até quadros graves e mortais. No Brasil, é causada pelo protozoário Leishmania infantum chagasi e transmitida por flebotomíneos do gênero Lutzomyia, sendo o cão considerado a principal fonte de infecção no meio urbano. Trata-se de um estudo observacional, descritivo, quantitativobaseado em uma série temporal que empregou dados secundários referentes aoscasos confirmados e notificados de leishmaniose visceral no Estado da Bahia, Brasil,para determinar o perfil epidemiológico no período de 2014 a 2019. No total foram 2044 casos, acometendo especialmente homens, menores que 5 anos, população de cor parda, moradores de zona urbana e de ensino fundamental incompleto, com maiores incidências nas regiões Centro-Norte, Centro-Leste e Sudoeste. Conclui-se que o Estado da Bahia apresentou elevado número de casos no período analisado e que mais estudos e investigações precisam ser feitos para melhor entendimento e controle da doença.


Vaccine ◽  
2021 ◽  
Vol 39 (2) ◽  
pp. 282-291
Author(s):  
Sabrina de Oliveira Emerick ◽  
Thaís Vieira de Carvalho ◽  
Bianca Meirelles Miranda ◽  
Adriana Carneiro da Silva ◽  
Thaís Viana Fialho Martins ◽  
...  

2020 ◽  
Vol 15 (5) ◽  
Author(s):  
Yasmin Garcia Marangoni ◽  
Carolina Isabella Mucellini ◽  
Érica Verneque Martinez ◽  
Jéssica Fernanda Gomes Da Silva ◽  
Fernando De Almeida Borges

A leishmaniose visceral, na sua forma zoonótica, é causada pelo protozoário Leishmania (Leishmania) infantum chagasi e transmitida pela picada do inseto vetor, dípteros da família Psychodidae, subfamília Phlebotominae, e representa 20% do registro de casos da leishmaniose visceral humana mundial. Nos países onde é zoonótica, como o Brasil, os cães são considerados os principais reservatórios da doença urbana. Os sinais clínicos da leishmaniose visceral canina (LVC) compreendem principalmente perda de peso, linfadenomegalia, hepatomegalia, esplenomegalia, onicogrifose e apatia, entretanto, até 80% dos cães que vivem em áreas endêmicas podem ter contato com a doença e não apresentar sintomatologia. Os métodos parasitológicos são exames considerados seguros para o diagnóstico da infecção por Leishmania spp., em razão da observação de formas amastigotas do protozoário diretamente nos tecidos do animal (TEIXEIRA et al., 2010) e a punção aspirativa por agulha fina (PAAF) dos linfonodos tem sido o exame proposto para o diagnóstico (BRASIL, 2006). O objetivo do trabalho foi avaliar a frequência de Leishmania spp. isoladas em PAAF em cães, analisadas no Laboratório de Doenças Parasitárias da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia – Universidade Federal de Mato Grosso do Sul entre agosto de 2017 e setembro de 2020. As amostras foram recebidas em lâminas de microscopia após citologia por squash, coradas com kit panótico rápido LaborClin®, e observadas ao microscópio óptico no aumento de 100x em óleo de imersão. Das 539 amostras enviadas para diagnóstico, 28,20% (152/539) demonstraram formas amastigostas de Leishmania spp., enquanto 12,06% (65/539) apresentaram material insuficiente para leitura – presença de gordura ou sangue – e 59,74% (322/539) demonstraram resultados negativos. No que diz respeito à prevenção, o contato entre o vetor infectado e o cão deve ser evitado e medidas recomendadas aos cães soronegativos ou em tratamento envolvem uso de colar impregnado com deltametrina 4%, limpeza do ambiente voltada principalmente para matéria orgânica, uso de telas em canis individuais ou coletivos, exame sorológico prévio antes da doação, controle da população errante, uso de plantas que repelem insetos, bem como evitar passeios noturnos, pois é o horário de maior atividade dos flebotomíneos. Além disso, a vacinação pode ser uma estratégia recomendada, uma vez que não há tratamento que garanta a cura total da doença no cão. Em relação ao diagnóstico para a presença de amastigotas de Leishmania spp., o método de PAAF apresenta melhor sensibilidade, rápida execução e custo-benefício, entretanto, exige prática profissional tanto para a coleta do material quanto para a leitura da lâmina.


2020 ◽  
Vol 9 (11) ◽  
pp. e489119170
Author(s):  
Fernanda Reis Rodrigues ◽  
Valéria Carlos de Sousa ◽  
Evaldo Hipólito de Oliveira

A Leishmaniose Visceral (LV) é uma antropozoonose de alta letalidade, pode causar a morte em 90% dos casos não tratados, caracteriza-se por febre e hepatoesplenomegalia. É causada por protozoários da espécie Leishmania infantum chagasi e transmitida pelo flebotomíneo. No presente estudo fez-se a análise epidemiológica dos casos notificados no Piauí utilizando-se os dados obtidos do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) no período de 2009 a 2018. A quantidade de casos de LV no Piauí é de 2 101, com incidência de 6,6/100.000 hab.. As cidades com maior incidência de LV para 100 000 hab. são: Avelino Lopes (28,09), Miguel Alves (26,98) e Pavussu (26,82). A faixa etária mais atingida é a de 0 a 4 anos (27,13/100 000 hab.). O gênero mais atingido foi o sexo masculino com 68% dos casos HIV. A taxa de letalidade encontrada foi 6,62%. A LV no Piauí possui caráter urbano, com destaque para a quantidade de casos na capital Teresina, que possui uma população muito maior que as outras cidades. A LV é mais incidente onde as condições de vida são precárias. Com base na análise apresentada é possível detectar os grupos de risco para LV e o que os torna mais suscetível. E com isso direcionar o controle da doença as esses grupos na tentativa de tornar o controle mais efetivo. Assim, exemplos semelhantes de controle efetivo da LV nas Américas com as mesmas características epidemiológicas podem ser utilizados.


2020 ◽  
Vol 227 ◽  
pp. 103902 ◽  
Author(s):  
David M. Forrest ◽  
Michel Batista ◽  
Fabricio K. Marchini ◽  
Antonio J. Tempone ◽  
Yara Maria Traub-Csekö

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