scholarly journals Τα ηθικά επιχειρήματα της Judith Jarvis Thomson και του Peter Singer υπέρ των αμβλώσεων

Author(s):  
Ευάγγελος Δ. Πρωτοπαπαδάκης
2018 ◽  
Vol 63 (3) ◽  
pp. 894
Author(s):  
Tiaraju Molina Andreazza

Como devemos conduzir nossas investigações morais para decidir no que acreditar sobre questões morais? Como a plausibilidade de juízos, teorias e princípios morais deve ser avaliada? Como devemos tentar remover nossas dúvidas quando estamos incertos sobre o que é certo ou errado, bom ou mau, justo ou injusto? O método do equilíbrio reflexivo, desenvolvido por John Rawls em A Theory of Justice (1971) e desde então adotado por um crescente número de filósofos, é uma tentativa de responder a questões como essas. O equilíbrio reflexivo pode ser (e de fato foi) interpretado de vários modos, muitos dos quais completamente incompatíveis entre si, mas as duas visões mais representativas do método são os modelos coerentista e intuicionista. Neste artigo o meu objetivo é argumentar que nós deveríamos entender o equilíbrio reflexivo como um método intuicionista de investigação moral. Assim, eu comparo essas duas visões, como elas diferem no modo como concebem o funcionamento e os objetivos do método, para defender que a tradição coerentista de interpretação do método reduz a investigação moral a uma mera busca por coerência, com isso ignorando a função metodológica (e epistemológica) que intuições morais desempenham em nossas reflexões morais. Em contraste, a interpretação intuicionista oferece um modelo de investigação que integra intuição morais com a busca por coerência, explicando por que e como esses dois elementos funcionam em conjunto em nossas reflexões morais. A minha alegação é a de que apenas quando o equilíbrio reflexivo é interpretado de acordo com esse modelo intuicionista que ele pode ser visto em uso na prática reflexiva de filósofos morais reconhecidamente competentes, como John Rawls, Judith Jarvis Thomson e Peter Singer.


2016 ◽  
Vol 56 (67) ◽  
pp. 65
Author(s):  
Oscar Horta
Keyword(s):  

Este artículo examina los presupuestos metodológicos, axiológicos y normativos en los que descansa la que posiblemente sea la obra más conocida de Peter Singer, Liberación animal. Se exploran las tensiones entre la posición normativa, de compromisos mínimos, que se intenta adoptar en esa obra, y las posiciones de Singer acerca del utilitarismo de las preferencias y el argumento de la reemplazabilidad. Se buscará elucidar en particular el modo en el que surgen tales tensiones al abordarse la consideración del agregacionismo y el interés en vivir en relación con el uso de animales no humanos.


Author(s):  
Robert Garner ◽  
Yewande Okuleye

This book is an account of the life and times of a loose friendship group (later christened the Oxford Group) of ten people, primarily postgraduate philosophy students, who attended the University of Oxford for a short period of time from the late 1960s. The Oxford Group, which included—most notably—Peter Singer and Richard Ryder, set about thinking about, talking about, and promoting the idea of animal rights and vegetarianism. The group therefore played a role, largely undocumented and unacknowledged, in the emergence of the animal rights movement and the discipline of animal ethics. Most notably, the group produced an edited collection of articles published as Animals, Men and Morals in 1971 that was instrumental in one of their number—Peter Singer—writing Animal Liberation in 1975, a book that has had an extraordinary influence in the intervening years. The book serves as a case study of how the emergence of important work and the development of new ideas can be explained, and, in particular, how far the intellectual development of individuals is influenced by their participation in a creative community.


2009 ◽  
pp. 147-158
Author(s):  
Jean-Claude Wolf
Keyword(s):  

- L'articolo risponde negativamente alla domanda, a partire dall'assunto che le persone non devono essere sacrificate nel nome di privilegi, ideali o altre persone. L'egoismo etico, quale č celebrato nell'Unico e la sua proprietÀ (1844) di Max Stirner, pare essere un efficace antidoto contro le eccessive pretese morali altrui. Infatti, l'origine del problema della sostituibilitÀ non risiede, come pensa Peter Singer, nell'edonismo, bensě nella imparzialitÀ forte dell'etica kantiana e di quella utilitarista, che escludono qualunque ragione egoistica dalla scelta morale.


Perspectiva ◽  
2010 ◽  
Vol 28 (1) ◽  
pp. 117-140
Author(s):  
Ida Mara Freire

Na tentativa de distinguir o pensar e o conhecer, o artigo apresenta um exercício de pensamento como possibilidade de atividade acadêmica na formação de professores. O texto se pauta no exame crítico de algumas noções e conceitos que gravitam em torno da igualdade de direito à educação, a saber, estigma, diferença, direitos humanos, igualdade, e igualdade de oportunidades e ação a% rmativa em diálogo com alguns % lósofos contemporâneos, a saber, Hannah Arendt, Jacques Derrida, John Rawls e Peter Singer. Trilha-se um caminho que parte do juízo perceptivo e chega-se ao juízo ético, que atribui a igual consideração de interesses.


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