scholarly journals Reading about … medical audit

1991 ◽  
Vol 15 (4) ◽  
pp. 209-210 ◽  
Author(s):  
Oscar E. Daly

The volume of literature on medical audit and the broader field of quality assurance is expanding rapidly. Medical audit is now a requirement for all medical practitioners; therefore, to perform it, they need to know something about it. There is a multitude of articles written in the journals, especially the British Medical Journal and the Journal of the Royal Society of Medicine. However, in this paper I intend concentrating on some of the many books pertaining to this field which have been published recently.

2018 ◽  
Vol 69 (4) ◽  
pp. 235
Author(s):  
Hernando Gaitán-Duarte ◽  
Jorge Andrés Rubio-Romero ◽  
Carlos Fernando Grillo-Ardila

Las sociedades científicas tienen como uno de sus más nobles objetivos la promoción de la ciencia en los diferentes campos del conocimiento. La primera sociedad científica fue la Royal Society of London, fundada en 1660 en el Reino Unido, también conocida como la Royal Society of London for Improving Natural Knowledge. La sociedad fue creada como “un colegio para la promoción del aprendizaje físico-matemático experimental” que publicó, en el año de 1666, la primera revista científica, Philosophycal Transactions (1, 2) y fue la publicación científica más importante hasta el siglo XIX, cuando aparecieron las revistas científicas especializadas. En Philosophycal Transactions se publicaron inicialmente noticias, cartas y descripciones de informes experimentales sin un formato o estilo estandarizado (3). La primera entidad en publicar una revista médica fue el Edinburgh Medical School, que divulgó el Medical Essays and Observations en 1731, que se transformó dos años más tarde en el Edinburgh Medical Journal y contó con revisión por pares desde el año de 1733 (4). La primera revista médica en Estados Unidos fue la Medical Repository, que apareció en 1797 (5). En el Reino Unido aparecen The Lancet en 1823, para publicar el trabajo desarrollado en las escuelas médicas de Londres y el reporte de casos, y el British Medical Journal en 1853, como resultado de la creación de la British Medical Association (4). En el año 1887, Philosophycal Transactions se dividió en dos nuevas revistas: una dedicada a la publicación de temas de matemáticas y física, y la segunda a temas de biología. A partir de 1989 realizó una importante innovación: la revisión anónima de los contenidos por pares. Los hechos enunciados recuerdan que las revistas científicas médicas se han originado en las sociedades científicas y en las escuelas de medicina con el objetivo de presentar tanto la metodología como los resultados de las investigaciones realizadas, con la característica desde sus inicios de realizar un proceso anónimo y riguroso de revisión por pares.


1917 ◽  
Vol 63 (263) ◽  
pp. 488-494
Author(s):  
Charles A. Mercier

It is considerably more than a quarter of a century since I first promulgated the doctrine that madness and unsoundness of mind are not the same thing; that madness includes more than unsoundness of mind, and that unsoundness of mind very often occurs in the sane, and is, indeed, one of the most frequent disorders of the sane. This doctrine has always seemed to me as manifestly true as the doctrine of natural selection, and, like the doctrine of natural selection, needs, it appears to me, only to be stated to secure the adhesion of every reasonable mind. In fact, I have found by experience that to the immense majority of my acquaintance it does only need to be stated to secure their adherence. Nearly everyone—everyone outside the membership of this Association—to whom I have stated it, without a single exception, has, in fact, accepted as self-evident that what matters in influencing our judgment of madness or sanity is not what a man thinks or feels, but what he says or does; not his mind, but his conduct. Even within this Association the doctrine has many adherents among the younger members, for I often receive letters from them, telling me how great an assistance it has been to them; so that things are moving, and I trust that before long we shall reach the stage that I predicted in a correspondence in the British Medical Journal, when not only will the doctrine be universally admitted to be true, but also we shall all declare that we never held any other, and that any claim of mine to have originated it will be strenuously denied. However, litera scripta manet. The minute-book of the Educational Committee will show that when I urged that conduct, as being the most important factor in madness, should be systematically studied, I could not secure even a seconder. When I subsequently brought the subject forward in this Association I had not one supporter. Nor had I when I brought it before the Royal Society of Medicine three years ago. In the third edition of Dr. Craig's book on Psychological Medicine, which has just appeared, the doctrine is not so much as even mentioned, and Dr. Craig says that insanity cannot be defined. This he says in face of the fact that at the Royal Society of Medicine I showed that there are several different concepts confused under the name of insanity, and I carefully defined every one of them; nor has any one of my definitions ever been impugned. I venture to assert that if these definitions had emanated from a German source they would have been welcomed with enthusiasm and received with reverence.


1969 ◽  
Vol 115 (529) ◽  
pp. 1387-1392 ◽  
Author(s):  
Desmond Kelly ◽  
Clinton C. Brown ◽  
John W. Shaffer

“Much doubt persists about the different benefits from, and indications for, all the many drugs proposed for the relief of anxiety” (Lancet, 1965). Chlordiazepoxide is one of the most popular minor tranquillizers used by psychiatrists, physicians and general practitioners. Its efficacy has been advocated in the “Today's Drugs” column of the British Medical Journal (1967, 1968a and b). Others, however, have been “impressed by the number of patients who claim great benefit but show little evidence of this” (Jenner, 1965).


2019 ◽  
Vol 18 (1) ◽  
pp. 1
Author(s):  
Antonio Marcos Andrade

Em 2005, o grego John Loannidis, professor da Universidade de Stanford, publicou um artigo na PLOS Medicine intitulado “Why most published research findings are false” [1]. Ele que é dos pioneiros da chamada “meta-ciência”, disciplina que analisa o trabalho de outros cientistas, avaliou se estão respeitando as regras fundamentais que definem a boa ciência. Esse trabalho foi visto com muito espanto e indignação por parte dos pesquisadores na época, pois colocava em xeque a credibilidade da ciência.Para muitos cientistas, isso acontece porque a forma de se produzir conhecimento ficou diferente, ao ponto que seria quase irreconhecível para os grandes gênios dos séculos passados. Antigamente, se analisavam os dados em estado bruto, os autores iam às academias reproduzir suas experiências diante de todos, mas agora isso se perdeu porque os estudos são baseados em seis milhões de folhas de dados. Outra questão importante que garantia a confiabilidade dos achados era que os cientistas, independentemente de suas titulações e da relevância de suas descobertas anteriores, tinham que demonstrar seus novos achados diante de seus pares que, por sua vez, as replicavam em seus laboratórios antes de dar credibilidade à nova descoberta. Contudo, na atualidade, essas garantias veem sendo esquecidas e com isso colocando em xeque a validade de muitos estudos na área de saúde.Preocupados com a baixa qualidade dos trabalhos atuais, um grupo de pesquisadores se reuniram em 2017 e construíram um documento manifesto que acabou de ser publicado no British Medical Journal “Evidence Based Medicine Manifesto for Better Health Care” [2]. O Documento é uma iniciativa para a melhoria da qualidade das evidências em saúde. Nele se discute as possíveis causas da pouca confiabilidade científica e são apresentadas algumas alternativas para a correção do atual cenário. Segundo seus autores, os problemas estão presentes nas diferentes fases da pesquisa:Fases da elaboração dos objetivos - Objetivos inúteis. Muito do que é produzido não tem impacto científico nem clínico. Isso porque os pesquisadores estão mais interessados em produzir um número grande de artigos do que gerar conhecimento. Quase 85% dos trabalhos não geram nenhum benefício direto a humanidade.Fase do delineamento do estudo - Estudos com amostras subdimensionados, que não previnem erros aleatórios. Métodos que não previnem erros sistemáticos (viés na escolha das amostras, falta de randomização correta, viés de confusão, desfechos muito abertos). Em torno de 35% dos pesquisadores assumem terem construídos seus métodos de maneira enviesada.Fase de análise dos dados - Trinta e cinco por cento dos pesquisadores assumem práticas inadequadas no momento de análise dos dados. Muitos assumem que durante esse processo realizam várias análises simultaneamente, e as que apresentam significância estatística são transformadas em objetivos no trabalho. As revistas também têm sua parcela de culpa nesse processo já que os trabalhos com resultados positivos são mais aceitos (2x mais) que trabalhos com resultados negativos.Fase de revisão do trabalho - Muitos revisores de saúde não foram treinados para reconhecer potenciais erros sistemáticos e aleatórios nos trabalhos.Em suma é necessário que pesquisadores e revistas científicas pensem nisso. Só assim, teremos evidências de maior qualidade, estimativas estatísticas adequadas, pensamento crítico e analítico desenvolvido e prevenção dos mais comuns vieses cognitivos do pensamento.


BMJ ◽  
1891 ◽  
Vol 1 (1582) ◽  
pp. 920-932

BMJ ◽  
1891 ◽  
Vol 1 (1580) ◽  
pp. 810-821

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