Cytogenetics of the trigeneric hybrid, (Hordeum vulgare ×Triticum aestivum) ×Secale cereale

1981 ◽  
Vol 60 (4) ◽  
pp. 215-219 ◽  
Author(s):  
G. Fedak ◽  
K. C. Armstrong
2001 ◽  
Vol 26 (1) ◽  
pp. 39-44 ◽  
Author(s):  
GRACIELA A. TRUOL ◽  
TOMIO USUGI ◽  
JUTARO HIRAO ◽  
JOEL D. ARNEODO ◽  
M. PAZ GIMÉNEZ PECCI ◽  
...  

Entre las enfermedades que afectan al cultivo de maíz (Zea mays) en Argentina, la producida por el virus del mal de Río Cuarto (MRCV) es la más importante. El MRCV pertenece a la familia Reoviridae, género Fijivirus, y su propagación en la naturaleza es realizada por Delphacodes kuscheli (Hemiptera: Delphacidae). La modalidad de transmisión para los miembros de este género de virus es persistente propagativa. Se estableció la necesidad de ajustar un sistema de transmisión eficiente del virus para estudios de caracterización, partiendo de poblaciones libres de virus criadas en laboratorio, para lo cual se ensayaron distintos períodos de adquisición, latencia e inoculación, evaluándose además un rango de hospedantes diferenciales. Se lograron obtener insectos libres de virus en cantidad suficiente para llevar a cabo los trabajos, mediante su cría en fitotrones y cámaras aclimatadas. La transmisión experimental del MRCV se efectuó exitosamente, bajo idénticas condiciones, empleando períodos de adquisición, latencia e inoculación de dos, 10 y uno día respectivamente para los cereales de grano fino y de dos, 10 y dos días para el maíz. Se infectaron de este modo las siguientes especies: maíz, cebada (Hordeum vulgare), avena (Avena sativa), trigo (Triticum aestivum), centeno (Secale cereale), grama rhodes (Chloris gayana) y alpiste (Phalaris canariensis). La detección del virus en las plantas inoculadas se efectuó mediante pruebas serológicas, análisis de dsRNA en electroforesis en gel de poliacrilamida (obteniéndose las 10 bandas típicas de los fijivirus) y microscopía electrónica, detectándose las partículas isométricas de entre 60 y 70 nm de diámetro.


2001 ◽  
Vol 2 (1) ◽  
pp. 131
Author(s):  
Patricia Cambrussi BORTOLINI

Objetivou-se, nos dois experimentos realizados, avaliar o potencial de utilização para forragem e grãos de aveia branca (Avena sativa L.), trigo (Triticum aestivum), triticale (X. Triticosecale Witt.), aveia preta (Avena strigosa Schreb), centeio (Secale cereale L.) e cevada (Hordeum vulgare L.), visando uma utilização em condições de duplo propósito. O primeiro experimento foi realizado de abril de 1994 a setembro de 1996 e o segundo de abril de 1995 a dezembro de 1997 em Guarapuava, Paraná. Utilizou-se o delineamento experimental de blocos ao acaso, com tratamentos distribuídos em parcelas subdivididas, em três repetições. As parcelas foram os sistemas de produção (sem corte, um e dois cortes) e as sub-parcelas, os genótipos. No primeiro experimento, o sistema dois cortes foi superior aos demais quanto ao rendimento de matéria seca, principalmente para a aveia. Para o rendimento de grãos, os sistemas sem corte e um corte foram superiores, apesar da maior produção dos genótipos de aveia sob dois cortes. Em todos os genótipos houve melhoria do peso do hectolitro e redução da massa de mil sementes quando realizou-se cortes. A margem bruta, na média dos genótipos, foi superior no sistema um corte. No segundo experimento ocorreu maior produção de matéria seca com dois cortes. Genótipos não cortados obtiveram produção de grãos superior aos demais. O peso do hectolítro dos genótipos de trigo foi superior aos demais quando sem corte e com um corte. O sistema sem corte apresentou maior valor para massa de mil sementes. Ocorreu redução na altura das plantas quando submetidas a um e dois cortes e genótipos submetidos ao sistema sem corte apresentaram maior acamamento. Sob condições de manejo adequadas, pode-se alcançar considerável produção de forragem sem afetar a posterior produção de grãos para cereais de inverno.


2003 ◽  
Vol 28 (2) ◽  
pp. 189-192 ◽  
Author(s):  
Edivan Panisson ◽  
Erlei M. Reis ◽  
Walter Boller

Nas últimas safras, epidemias de Giberela, causadas pelo fungo Gibberella zeae, têm sido observadas em todas as regiões de clima quente e úmido aonde os cereais de inverno são cultivados. Com o objetivo de determinar os danos quantitativos causados pela doença em cereais de inverno foi conduzido um experimento em Passo Fundo - RS, utilizando uma cultivar de centeio (Secale cereale), uma cultivar de triticale (Triticum x secale), três cultivares de cevada (Hordeum vulgare) e seis cultivares de trigo (Triticum aestivum). As determinações foram feitas em parcelas experimentais de 75 m², manejadas de acordo com as recomendações técnicas das culturas, sem a aplicação de fungicidas para o controle da Giberela. A metodologia empregada permitiu determinar os danos de maneira semelhante a uma lavoura comercial colhida mecanicamente. No centeio, o dano foi de 43,9% (1537 kg.ha-1), no triticale de 0,1% (5 kg.ha-1), na cevada variou de 3,5 a 14,5%, com média de 8,3% (252 kg.ha-1) e no trigo variou de 4,2 a 25,9%, com média de 17,5% (640 kg.ha-1). Pode-se concluir, em face do montante de danos causados, que medidas de controle desta doença devem ser desenvolvidas a fim de minimizar os danos. Em relação a cevada são necessários mais estudos relacionados com a epidemiologia e com a quantificação de danos.


2004 ◽  
Vol 29 (1) ◽  
pp. 1-6 ◽  
Author(s):  
Javier Toledo Barba ◽  
Erlei M Reis ◽  
Carlos A Forcelini

O fungo Bipolaris sorokiniana causa a mancha marrom da cevada (Hordeum vulgare), doença foliar amplamente distribuída no mundo. A sua identificação ou diferenciação de outras espécies baseia-se principalmente na variação morfológica dos esporos. Porém, muitos fatores podem alterar o tamanho e a septação dos conídios dentro da espécie. O presente trabalho objetivou estudar o efeito de diferentes substratos no tamanho, septação e morfologia de conídios de B. sorokiniana, assim como o efeito da densidade de inóculo na intensidade da mancha marrom em plantas de cevada. Os substratos constaram de seis meios de cultura, de sementes e folhas verdes de cevada, trigo (Triticum aestivum), centeio (Secale cereale) e triticale (Triticum secalotricum). O tipo de substrato afetou significativamente o comprimento, a largura e o número de pseudoseptos de B. sorokiniana. Os esporos desenvolvidos em meios de cultura (68,2 × 21,9 mm; 5,7 pseudoseptos) e em sementes (78,3 × 20,4 mm e 7,2 pseudoseptos) foram mais curtos, mais largos e com menor número de pseudoseptos, além de serem mais escuros e retos, em relação aos recuperados de tecidos verdes (92,9 × 18,2 mm e 7,7 pseudoseptos). O efeito da densidade de inóculo foi testado através da aplicação de suspensões de esporos contendo 2,5 x 103, 5 x 10³, 10 x 10³, 15 x 10³ e 20 x 10³ conídios/ml a plantas de cevada do cultivar BR-2. A relação com a intensidade da mancha marrom seguiu uma tendência polinomial quadrática, na qual os pontos máximos corresponderam a 183 manchas/folha (16.500 esporos/ml) e 79% de severidade (14.000 esporos/ml). Estimou-se que 50 a 90 esporos foram necessários para produzir uma lesão.


2003 ◽  
Vol 135 (3) ◽  
pp. 379-389 ◽  
Author(s):  
Robert S. Vernon ◽  
J. Todd Kabaluk ◽  
Anita M. Behringer

AbstractDusky wireworms, Agriotes obscurus (L.), aggregated in similar numbers at wheat [Triticum aestivum L. (Gramineae) ‘Max’], oat [Avena sativa L. (Gramineae) ‘Walderen’], barley [Hordeum vulgare L. (Gramineae) ‘Verdin’], and fall rye [Secale cereale L. (Gramineae) ‘Wheeler’ and ‘Prima’] cultivar bait stations containing 100 seeds planted 3 cm deep in 127-cm2 circular bait stations. Similar levels of aggregation also occurred at 11 varieties of wheat planted at 100 seeds/127 cm2. When wheat, oat, barley, and the fall rye cultivars were planted at increasing density (0–180 seeds per bait station), aggregation by A. obscurus increased initially, but reached a plateau at numbers and at seeding rates specific to each grain variety as determined using the asymptotic equation y = B0(1 – e–B1x). Except for barley, this equation predicted wireworm densities within 11% of the densities actually observed at bait stations with 100 seeds/127 cm2. It was concluded that any of the wheat, oat, barley, or fall rye varieties would be suitable for monitoring A. obscurus wireworm populations if planted in bait stations at 100 seeds/127 cm2, as well as for aggregating wireworms by means of a trap crop.


1982 ◽  
Vol 5 (2) ◽  
pp. 08-13 ◽  
Author(s):  
J. A. R. O. Velloso ◽  
R. Dal'Piaz

Foram realizados três experimentos a campo em 1980, no Centro Nacional de Pesquisa de Trigo/EMBRAPA, Passo Fundo, RS, visando conhecer o comportamento dos herbicidas diclofop, dicamba, a associação 2,4 D com dicamba e a mistura diclofop + (2,4 D + dicamba), no controle de azevém (Lolium multiflorum L.) e gorga (Spergula arvensis L.). Ao mesmo tempo foi avaliada a seletividade que estes herbicidas apresentam às culturas de trigo (Triticum aestivum L.), cevada (Hordeum vulgare L.) e centeio (Secale cereale L.). Os resultados da avaliação visual de fitotoxicidade mostra ram que o dicamba causou o maior grau de injúria para as três culturas. Cevada mostrou ser a cultura mais sensível ao dicamba na fase inicial. Trigo, cevada e centeio foram tolerantes ao diclofop. A mistura diclofop + (2,4 D + dicamba) não controlou o azevém nas três culturas. Esta mistura apresentou ainda redução no controle de gorga, nas culturas de cevada e centeio. Dicamba ocasionou redução no rendimento de grãos das culturas, mostrando ser pouco seletivo na dose testada. Centeio sofreu uma redução no rendimento de grãos causada por diclofop, enquanto que a mistura diclofop + (2,4 D + dicamba) foi seletiva para todas as culturas.


1990 ◽  
Vol 68 (6) ◽  
pp. 1249-1253 ◽  
Author(s):  
Y. Tosa ◽  
T. Akiyama ◽  
H. Ogura

The progress of infection in leaves of wheat (Triticum aestivum), rye (Secale cereale), wheatgrass (Agropyron tsukushiense), barley (Hordeum vulgare), and oat (Avena sativa) inoculated with Erysiphe graminis f.sp. tritici, secalis, agropyri, and hordei was observed using a fluorescence microscope. Relative compatibility of each host–parasite combination was estimated by the incidence of cell wall penetration. Formae speciales tritici, secalis, and agropyri were highly compatible with any accession of wheat, rye, and wheatgrass, but less compatible with barley. On the other hand, f.sp. hordei was highly compatible with any of these four hosts. The four formae speciales had very low compatibility with oat, although f.sp. hordei was relatively more compatible with this host. These results suggested that (i) f.sp. tritici, secalis, and agropyri are phylogenetically very close; (ii) f.sp. hordei is less close to f.sp. tritici, secalis, and agropyri, and closer than these to the ancestral form of E. graminis; (iii) f.sp. avenae is remote from f.sp. tritici, secalis, agropyri, and hordei, but relatively less remote from f.sp. hordei than from the other three formae speciales.


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