Revista Brasileira em Promoção da saúde
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Published By Fundacao Edson Queiroz

1806-1230, 1806-1222

2021 ◽  
Vol 34 ◽  
pp. 1-8
Author(s):  
Alane Siqueira Rocha ◽  
Breno Aloísio Torres Duarte de Pinho ◽  
Érica Nobre Lima

Objetivo: Estimar a taxa de prevalência e o número de pessoas com hipertensão e a expectativa de vida livre e com hipertensão arterial da população idosa do estado do Ceará, da Região Nordeste e do Brasil, para o ano de 2008, e apresentar o cenário dos indicadores para o ano de 2020. Métodos: Trata-se de estudo quantitativo, elaborado a partir de dados populacionais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios e das Projeções Populacionais disponibilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Estima-se a prevalência e a população idosa com hipertensão, e utiliza-se o método de Sullivan para calcular a esperança de vida sem e com hipertensão. Resultados: Nos anos de 2008 e 2020, a prevalência de hipertensão entre idosos foi superior a 50% entre o sexo feminino e 40% entre o sexo masculino, assim como a proporção da expectativa de vida aos 60 anos a ser vivida com hipertensão, sendo observados valores mais elevados para o Brasil em comparação com o Nordeste e o Ceará. Nesse período, espera-se um aumento do número de idosos com hipertensão em mais de 40% no Brasil e ao redor de 30% no Nordeste e no Ceará. Conclusão: O ritmo do envelhecimento populacional contribui para o crescimento da população idosa com hipertensão. A prevalência e a expectativa de vida com hipertensão apresentam especificidades regionais. Regra geral, a prevalência de hipertensão é elevada entre os idosos, de modo que parte significativa da expectativa de vida aos 60 anos deverá ser vivida com o problema da hipertensão.


2021 ◽  
Vol 34 ◽  
pp. 1-9
Author(s):  
Daniel Vicentini de Oliveira ◽  
Naelly Renata Saraiva Pivetta ◽  
Felipe Carmona Yamashita ◽  
Matheus Amarante do Nascimento ◽  
Natália Quevedo dos Santos ◽  
...  
Keyword(s):  

Objetivo: Investigar se o nível de funcionalidade e a força muscular estão associados ao risco de queda e ao medo de cair em idosos. Métodos: Estudo transversal, realizado com 80 idosos, de março a agosto de 2019, no município de Maringá, Paraná, Brasil. Para avaliação, aplicaram-se: um questionário sociodemográfico, o WHODAS 2.0, a Escala Internacional de Eficácia de Quedas, o teste de levantar e sentar na cadeira, o teste de flexão de antebraço, além do teste sentado, caminhada de 2,44m e voltar a sentar. Para análise dos dados, utilizaram-se a correlação de Pearson e análise de regressão múltipla (p<0,05). Resultados: Os domínios de funcionalidade e a força muscular explicam 40% da variância nas pontuações do medo de quedas, no entanto apenas os domínios de autocuidado (β=0,409) e AVD (β=0,379) apresentaram associação significante (p<0,05) e positiva com o medo de quedas. Os domínios de funcionalidade e a força muscular explicam 51% da variância das pontuações do risco de queda, sendo que apenas o domínio de relações interpessoais (β=-0,340), a força muscular de membros superiores (β=-0,512) e a força muscular de membros inferiores (β=-0,192) apresentaram associação significante (p<0,05) e negativa com o risco de quedas. Conclusão: Observa-se que, na população de idosos em questão, as medidas de funcionalidade e a força muscular estão associadas ao risco de queda e ao medo de cair.


2021 ◽  
Vol 34 ◽  
pp. 1-9
Author(s):  
Ana Angélica Romeiro Cardoso ◽  
Maria Raquel da Silva Lima ◽  
Márcia Oliveira Coelho Campos ◽  
Érika César Alves Teixeira ◽  
Juliana Soares Rodrigues

Objetivo: Relatar a experiência de universitários com atividades de educação em saúde no esporte com crianças e jovens em condições de vulnerabilidade social. Síntese dos dados: Trata-se de um relato de experiência que teve como base o desenvolvimento de atividades de educação em saúde realizada por universitários, para crianças e jovens na faixa etária de 7 a 23 anos, integrantes do projeto Areninha, localizado em um bairro periférico da cidade de Fortaleza, Ceará, Brasil. As atividades tiveram início em maio de 2018 e fim em novembro de 2019, com a realização de 11 encontros, sendo três atividades executadas pela preceptora e os acadêmicos da disciplina do estágio em saúde pública de um curso de nutrição de uma universidade privada. Os temas abordados foram: Bullying: uma partida de todos; Alimentação saudável; O açúcar por trás dos alimentos industrializados. Conclusão: Diante do que foi apresentado, conclui-se que a forma lúdica de abordar temas de educação em saúde fez alcançar de uma maneira ampla os objetivos das atividades, havendo uma excelente interação com os participantes, facilitando o entendimento deles pela simplicidade da explanação.


2021 ◽  
Vol 34 ◽  
pp. 1-10
Author(s):  
Hilda Aparecida Felício ◽  
Susilene Maria Tonelli Nardi ◽  
Pryscilla Mychelle da Silva Paula ◽  
Heloisa da Silveira Paro Pedro ◽  
Vânia Del’Arco Paschoal

Objetivo: Avaliar a qualidade de vida, a presença de dor e as condições ergonômicas dos profissionais de um laboratório de saúde pública. Métodos: Estudo transversal e descritivo que avaliou 49 (90,7%) profissionais de um laboratório de saúde pública, entre julho de 2014 e setembro de 2015, por meio de dados sociodemográficos e dos protocolos Short Form Health Survey (SF-36), Rapid Upper Limb Assessment (RULA) e Escala Visual Analógica da Dor (EVA). Para a análise descritiva das variáveis clínicas e sociodemográficas e a associação dos dados, utilizou-se o EPI Info, versão 7.2, considerando significantes p<0,05. O software Ergolândia, versão 6.0, analisou o resultado/escore Rapid Upper Limb Assessment (RULA). Resultados: Predomínio do sexo feminino (93,1%), casadas (57,1%), com média de idade 42,7(DP 13,4), 15 anos de estudo e renda acima de três salários (61,2%). Os participantes que apresentaram baixa qualidade de vida relacionada à “saúde mental” tiveram maior risco ergonômico avaliado pelo RULA (p<0,05). Nenhum participante apresentou postura laboral aceitável. Todos (100%) tinham algum grau de dor. As dores moderada e intensa têm relação de forma negativa com a qualidade de vida nos seguintes domínios do SF-36: “estado geral de saúde”, “dor,” “vitalidade” e “saúde mental” (p<0,05). Conclusão: Todos os participantes apresentam alguma dor, independente da idade ou da função. A saúde física autorrelatada e os escores obtidos por meio da EVA revelaram que as dores moderada e intensa influenciam de forma negativa a qualidade de vida e, de acordo com o RULA, nenhum participante apresenta postura laboral aceitável.


2021 ◽  
Vol 34 ◽  
pp. 1-9
Author(s):  
Érika Alves Germano ◽  
Edna Pinto Medeiros de Lima ◽  
Mauro Vinicius Dutra Girão ◽  
Maria Dandara Alves Ribeiro ◽  
Mara Dayanne Alves Ribeiro

Objetivo: Conhecer a percepção do cuidador primário quanto à doença e ao cuidado com a criança com encefalopatia crônica não progressiva (ECNP). Métodos: Trata-se de um estudo de campo do tipo descritivo, com abordagem qualitativa, realizado em outubro de 2019 sobre a realidade que envolve o processo de cuidado de pacientes com ECNP. Entrevistaram-se nove cuidadores de pacientes atendidos em uma clínica municipal de fisioterapia de um município de pequeno porte do interior do Ceará, Brasil, por meio de entrevista semiestruturada, posteriormente analisada por meio da análise de conteúdo, emergindo as categorias temáticas: Limitações da criança com ECNP; Reações do cuidador ao diagnóstico da criança com ECNP; Perspectivas futuras da criança com ECNP; Preconceito com a criança portadora de ECNP; A criança portadora de ECNP sobrecarrega a saúde do cuidador. Resultados: Os resultados apontam que o cuidador primário passa por fases críticas, que iniciam com o diagnóstico, perduram durante o processo de cuidado e trazem receios futuros quanto ao prognóstico do quadro clínico, aceitação social, escolarização, mercado de trabalho e morte. Conclusão: Este estudo evidencia a necessidade de apoio dos profissionais de saúde para o tratamento e orientações para o cuidado adequado desse público.


2021 ◽  
Vol 34 ◽  
pp. 1-10
Author(s):  
Natália da Silva Gomes ◽  
◽  
Lisie Alende Prates ◽  
Laís Antunes Wilhelm ◽  
Jussara Mendes Lipinski ◽  
...  
Keyword(s):  

Objetivo: Analisar o conhecimento de mulheres que realizaram consultas de pré-natal em relação à sífilis e as orientações recebidas acerca da prevenção de sífilis gestacional. Métodos: Pesquisa qualitativa e descritiva, desenvolvida com oito gestantes, em uma unidade de Atenção Primária à Saúde (APS), de um município de Fronteira Oeste, Rio Grande do Sul, Brasil, por meio da técnica de entrevista semiestruturada, no período de setembro a outubro de 2019. Os achados foram interpretados por meio da análise temática, emergindo duas categorias temáticas: Conhecimento sobre a sífilis e Orientações sobre a prevenção da sífilis na gestação. Resultados: As gestantes investigadas demonstraram conhecimento restrito sobre sífilis e sífilis gestacional. Relataram que as orientações no pré-natal são superficiais. Disseram que a transmissão da sífilis ocorre por via sexual e demonstraram surpresa quanto às complicações da doença para o bebê, evidenciando o desconhecimento sobre a sífilis congênita. Citaram o preservativo como método de prevenção, porém relataram não utilizar quando o parceiro é fixo. Demonstraram conhecimento restrito sobre a interpretação dos testes rápidos, não mencionando a realização do exame não treponêmico como método diagnóstico e confirmatório da doença. Conclusão: A lacuna identificada pelo conhecimento limitado das gestantes investigadas sobre a sífilis e a prevenção da sífilis gestacional pode ser suprida por meio da realização de atividades de educação em saúde, tendo o enfermeiro como agente promotor.


2021 ◽  
Vol 34 ◽  
pp. 1-9
Author(s):  
Brisa Ketrine Lustosa de Souza ◽  
Ana Virgínia Fonseca Alves ◽  
Lucas Eduardo Calheiros ◽  
Waneska Alexandra Alves ◽  
Francielle Silvestre Verner ◽  
...  
Keyword(s):  

Objetivo: Avaliar a percepção da pessoa vivendo com o vírus da imunodeficiência humana sobre a ocorrência de atitudes discriminatórias em atendimento odontológico. Métodos: Trata-se de um estudo qualitativo, realizado com pessoas vivendo com o vírus da imunodeficiência humana e em tratamento em um centro de referência, na cidade de Governador Valadares, Minas Gerais, Brasil, no período de janeiro a julho de 2019. Foram incluídos 25 participantes no estudo, tendo sido realizadas entrevistas semiestruturadas. Os dados coletados foram submetidos à análise de conteúdo temática e, a partir daí, as categorias que emergiram incluíram o receio da informação do diagnóstico ao profissional de saúde e a recusa de atendimento por profissionais da saúde. Resultados: Entre os entrevistados, houve percepção de confiança para informação de sua condição sorológica ao profissional, embora também tenha ocorrido omissão dela. Foi percebida certa insegurança relacionada ao cirurgião-dentista na realização do tratamento odontológico, incluindo atitudes discriminatórias no consultório e até recusa de atendimento. Conclusão: Entre as pessoas vivendo com o vírus da imunodeficiência humana investigadas no presente estudo, houve percepção de condutas discriminatórias e dificuldades para conseguirem atendimento odontológico, além do receio de informar seu diagnóstico ao cirurgião-dentista, omitindo-o.


2021 ◽  
Vol 34 ◽  
pp. 1-10
Author(s):  
Eduardo Augusto Barbosa Figueiredo ◽  
Keity Lamary Souza Silva ◽  
Hiago Daniel Herédia Luz ◽  
Fábio Luiz Mendonça Martins ◽  
Márcio Alves Marçal ◽  
...  
Keyword(s):  

Objetivo: Relatar a experiência de residentes de fisioterapia em saúde coletiva no enfrentamento multidisciplinar e desenvolvimento de ações frente à coronavirus disease 2019 (COVID-19). Síntese dos dados: Trata-se de um relato de experiência a partir da vivência prática dos residentes, em decorrência da pandemia da COVID 19, em duas cidades, Datas e Presidente Kubitschek, no interior de Minas Gerais, Brasil. As atividades ocorreram de março a junho de 2020. As ações foram realizadas por meio de orientações, roda de conversa, atendimento por videochamadas e fôlderes. As propostas sintetizaram: Ações de prevenção à saúde; Atenção à saúde mental e física dos trabalhadores da saúde; Educação em saúde aos trabalhadores de outros setores das prefeituras; Monitoramento de pacientes crônicos; e Educação permanente dos agentes comunitários de saúde. As atividades colaboraram com a prática clínica dos residentes, permitindo a construção com a equipe de saúde de propostas para um enfrentamento seguro no manejo da COVID 19. Conclusão: As propostas elaboradas no início da pandemia permitiram realizar ações que auxiliaram a atuação da equipe de Saúde da Família no enfrentamento à COVID 19. A experiência dos residentes contribuiu para a construção dos saberes e da experiência de gestão no enfrentamento da pandemia, colaborando para a formação dos residentes.


2021 ◽  
Vol 34 ◽  
pp. 1-12
Author(s):  
Jesús Humberto Márquez-Palacios ◽  
José Guadalupe Salazar-Estrada ◽  
Alfonso Urzúa-Morales

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