Revista Debates Insubmissos - ISSN 2595-2803
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Published By Revista Debates Insubmissos

2595-2803

2021 ◽  
Vol 3 (11) ◽  
pp. 53
Author(s):  
Tereza Maria Spyer Dulci ◽  
Mariana Rocha Malheiros
Keyword(s):  

O presente trabalho se propõe a apresentar possibilidades de diálogo entre a teologia feminista latino-americana, as Epistemologias do Sul, o pensamento decolonial e o feminismo comunitário. O discurso cristão dominante mantém a ideia da mulher submissa e secundária na religião e na sociedade. Em oposição a esse discurso, surgiu a teologia feminista, que reinterpreta as tradições e textos sagrados a partir da vivência e do conhecimento feminista das mulheres. Ainda que seja um discurso minoritário, a teologia feminista já vem atuando nos movimentos feministas e eclesiais, proporcionando diálogos com mulheres que não se identificam com o movimento feminista. As Epistemologias do Sul, o pensamento decolonial e o feminismo comunitário também emergiram a partir dos saberes e experiências subalternizadas no Sul Global e mais especificamente, na América Latina. Neste ensaio não se pretende dialogar na tentativa de universalizar essas experiências, mas apresentar suas possibilidades e posicionamentos para a construção de otros mundos, com ferramentas que possibilitam ver o(a) subalternizado(a) com outra percepção.


2021 ◽  
Vol 3 (11) ◽  
pp. 260
Author(s):  
Leonardo Tajes Tajes Ferreira

Tendo como base a Teoria Crítica de Jürgen Habermas e a visão de Michel Foucault sobre a dominação de caráter microssocial, este trabalho visa debater o papel do Direito na democracia brasileira e seu impacto como garantidor do respeito à pluralidade de vivências, uma vez que a moral ética pautada no  diálogo não vem se mostrando um modo efetivo de se garantir a harmonia na convivência social. 


2021 ◽  
Vol 3 (11) ◽  
pp. 10
Author(s):  
Jimena De Garay Hernandez ◽  
Letícia Carolina Pereira do Nascimento ◽  
Marcio Caetano

Las biografías son fragmentos que nos presentan la vida de diversos puntos. Estas narran experiencias, tramas y construcciones de identidades. Aquí nos interesan los modos y las “verdades” sobre la sexualidad y como ellas sociabilizaron experiencias en las escuelas. Con tres docentes que actúan en escuelas de ciudades del interior de los estados de Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, presentamos los diferentes manejos con los cuales la sexualidad funcionó, cumpliendo una función de saber y poder. A través de las narrativas fue posible observar cómo los sujetos construyeron sus cadenas de significados y estructuraron sus performatividades. Estas operaron mediadas con la responsabilidad con el futuro de sus estudiantes, la imagen de buena/o profesional y la homofobia.


2021 ◽  
Vol 3 (11) ◽  
pp. 295
Author(s):  
Jair Zandoná

Resenha do livro de Eduardo Jardim, A doença e o tempo: aids, uma história de todos nós, lançado pela editora Bazar do Tempo, em 2019.


2021 ◽  
Vol 3 (11) ◽  
pp. 174
Author(s):  
Leomir Cardoso Hilário

O ponto de partida desse ensaio é o de que a noção de razão instrumental – elaborada por Adorno e Horkheimer nos anos 40 do século XX – ainda nos permite compreender a sociedade capitalista contemporânea. No entanto, para que essa noção produza efeitos de análise acerca da atualidade, é preciso compreender as modificações históricas que atravessam a segunda metade do século XX e o início do século XXI. Proponho, então, a noção de “razão instrumental neoliberal”, demarcando as metamorfoses da racionalidade instrumental a partir da crise capitalista dos anos 1970, periodizando dois momentos: o de sua ascensão e o de seu colapso. Após apresentar a noção a partir de Adorno e Horkheimer e depois atualizá-la por meio de Brenner, Lasch e Sennett, problematizo o que significa, em termos sociais e psíquicos, viver em tempos de declínio da racionalidade instrumental, ou, em outras palavras, numa quadra histórica na qual o horizonte da sociedade capitalista deixou de ser o da produção de subjetividade para ser a destruição do psiquismo.


2021 ◽  
Vol 3 (11) ◽  
pp. 202
Author(s):  
Lorena Rodrigues tavares de Freitas

O objetivo deste artigo é realizar uma análise teórica sobre a produção dos processos de desumanização operada pelo Sistema Moderno/Colonial de Gênero contra determinados grupos sociais que se tornam populações-alvo de políticas de maximização da precariedade na América Latina e Caribe. Para tanto, serão analisados alguns conceitos desenvolvidos por autoras e autores da teoria decolonial, do feminismo interseccional e da teoria do reconhecimento, principalmente aqueles desenvolvidos pelas filósofas feministas María Lugones e Judith Butler.  A partir da interpretação analítica do pensamento das autoras e autores mencionados, busca-se compreender como elas esboçam as possibilidades de emancipação política para essas populações.


2021 ◽  
Vol 3 (11) ◽  
pp. 230
Author(s):  
Daniel Medeiros de Freitas ◽  
Marcela Silviano Brandão Lopes ◽  
Natacha Araújo Rena

O artigo, por meio de pressupostos teóricos-metodológicos adotados pelo grupo de pesquisa Indisciplinar, apresenta algumas das experiências extensionistas do grupo junto às lutas urbanas. Procura-se demonstrar o modo como os processos destituintes – aqueles contra o urbanismo neoliberal em suas múltiplas dimensões expropriadoras do patrimônio público, neoliberalização e produção biopolítica do espaço urbano – e os processos constituintes – aqueles engendrados pela coletividade e autonomia cidadã em defesa do comum – atuam no ponto cego das lutas urbanas, imbricando as resistências locais e de ocorrência pontual às múltiplas determinações de ordem econômica, política, cultural relacionadas à produção do espaço; as estratégias de militância e de ativismo; e os potenciais da tecnologia e das artesanias. Apresenta-se no centro da discussão as possibilidades de aplicação do método cartográfico nos processos de luta e resistência aos projetos urbanos neoliberais.


2021 ◽  
Vol 3 (11) ◽  
pp. 30
Author(s):  
Anderson Ferrari ◽  
Luiz Davi Mazzei

O título do artigo representa o foco da nossa análise: quais são os espaços seguros para as homossexualidades? Essa é a questão que nos move nesta escrita que toma as provocações de Patrícia Hill Collins e Judith Butler para problematizar a constituição das homossexualidades vinculada aos espaços seguros para falar de si, para resistir e para construir novas maneiras de ser e estar no mundo. A perspectiva teórico-metodológica que orienta nossas análises é a pós-estruturalista, de inspiração foucaultiana, que toma a constituição dos sujeitos como resultado dos discursos, atravessados por relações de saber-poder.


2021 ◽  
Vol 3 (11) ◽  
pp. 91
Author(s):  
Thiago Coacci ◽  
Priscila Delgado Carvalho

DOSSIÊ INTERSEÇÕES ENTRE ESTUDOS SOBRE MOVIMENTOS SOCIAIS E ESTUDOS SOCIAIS DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA


2021 ◽  
Vol 3 (11) ◽  
pp. 152
Author(s):  
Matheus Henrique Souza Santos ◽  
Milena Pavan Serafim

O objetivo deste trabalho é analisar, no campo teórico, a elaboração do conceito de ator dentro dos estudos de Science, Technology and Society (STS) para entendimento da Open Government Partnership (OGP). A Parceria para Governo Aberto (OGP) é uma iniciativa política global fundada por sete países e que, atualmente, já consta com a participação de mais de 100 nações, sendo seu objetivo ressignificar as administrações públicas pelo fortalecimento da participação social, do combate à corrupção, com atuação mais eficiente e efetiva dos serviços e políticas públicas, ao passo que implementa novas tecnologias de informação e comunicação. Para tanto, esta reflexão teórica, busca responder à duas reflexões: (i) reconhecer e estudar a OGP como o ator e a (ii) importância da rede de atores para sua implementação nos países participantes. Para tanto, se opta pela abordagem dos estudos de STS no âmbito da antropologia da tecnologia e, em seguida, compreendendo o método científico Ator-Rede ou Semiótica Material. Nessa área de conhecimento, com seus conceitos e abordagens, é possível optarmos por uma análise descritiva da implementação da Open Government Partnership nas nações escolhidas (Brasil e México) entendendo que a própria OGP é ator principal que incide sobre a (s) rede (s) de outros atores, ao passo que estes também têm certa liberdade para adequarem segundo as necessidades, peculiaridades, objetivos e conjunturas que estão submetidos. Por essa razão, compreendemos ser este um caminho promissor de sequência da pesquisa de doutorado, somado a outros instrumentos e conceitos em formulação.


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