Revista de Psicanálise Stylus
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Published By Escola De Psicanalise Dos Fóruns Do Campo Lacaniano

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2020 ◽  
pp. 175-177
Author(s):  
Vanisa Maria da Gama Moret Santos

2020 ◽  
pp. 161-171
Author(s):  
Adriana Grosman

Este texto é o resultado da escrita de uma passagem, feita de tantos passos que foram dados até a decisão do olhar/saber, do fim de uma análise e outros mais até o dizer/saber do passe, exame do que faz um analisante decidir colocar-se como analista, este que, como profere Lacan, “só se autoriza de si mesmo” no seu tempo. Ele foi escrito, num primeiro momento, para ser falado, de forma que é um texto que não perde essa característica de um relato da passagem, causada pela surpresa da nomeação e da experiência do fim de análise e do que isso pode representar. Portanto, fim de um lado e abertura de outro, iniciada por essa primeira fala, agora publicada, depois de um caminho já avançado de outras falas.


2020 ◽  
pp. 147-158
Author(s):  
Maria Lúcia Mantovanelli Ortolan ◽  
Maíra Bonafé Sei ◽  
Paulo Victor Bezerra ◽  
Kawane Chudis Victrio
Keyword(s):  

O plantão psicológico é um espaço de escuta e acolhimento da experiência do sujeito, a fim de clarificar sua demanda. Almeja-se aqui refletir sobre essa modalidade. A aproximação entre o plantão psicológico — uma modalidade de atendimento psicológico da pós-modernidade — e a psicanálise nas instituições interroga o atendimento de plantão como um dos tempos do tratamento psicanalítico: a retificação subjetiva. A terapêutica em plantão, com o auxílio de alguns dispositivos analíticos, tais como o convite à associação livre, pode possibilitar ao sujeito, para além de se queixar, também demandar, clarificando uma demanda de análise. Assim, o plantão apresenta-se como uma possibilidade de porta de entrada para uma análise psicanalítica.


2020 ◽  
pp. 135-146
Author(s):  
JULIANA SPERANDIO FARIA

As divergências entre fenômenos psicossomáticos e sintoma são esclarecidas na clínica a partir do conceito de holófrase, apresentado por Lacan durante o Seminário 11. Contudo, a holófrase já anunciava a ruptura com o simbólico, ao ser apresentada como significante real na condição de um S1 que não entra na cadeia. Isso nos permite dizer que a holófrase está fora do corpo simbólico. O problema se estabelece, sobretudo, na década de 1970, quando Lacan define o sintoma como letra, marcando Um que estaria fora do corpo. Seria a holófrase uma letra? A qual corpo se referia Lacan ao fazer essa constatação? Os avanços na teoria lacaniana ligados aos conceitos de corpo, de sintoma e de inconsciente implicam a necessidade de um estudo sobre os corpos e o que acomete o fenômeno psicossomático e o sintoma.


2020 ◽  
pp. 105-119
Author(s):  
Magali Milene Silva

Em 1932, Freud afirmou que a psicanálise partilha de uma Weltanschauung, de uma “visão de mundo” científica, apostando que a ciência sustentaria uma posição mais condizente com o desamparo que estrutura a condição humana. O presente artigo objetiva discutir a possibilidade de reconhecimento e sustentação do desamparo como direção ética proposta por Freud para o tratamento do sintoma neurótico e para a cultura, em contraponto ao modo “religioso” como a ciência é veiculada em nosso laço social atual.


2020 ◽  
pp. 91-104
Author(s):  
Cibele Barbará

Este texto pretende contribuir para um conjunto de reflexões a respeito da relação do sujeito com os comumente chamados objetos da atualidade (gadgets) e, consequentemente, também pretende ampliar a leitura e as reflexões sobre o que faz esse mesmo sujeito enlaçar-se com o Outro. A aposta é que delimitar melhor o enlaçamento do sujeito com o Outro diz respeito não só à sua relação com este, mas também à sua relação com o objeto a.


2020 ◽  
pp. 83-89
Author(s):  
Carolina Escobar de Almeida Prado
Keyword(s):  

Este texto tem por objetivo ocupar-se do debate sobre a inserção da psicanálise na universidade e, mais especificamente, de uma das formas dessa inserção: os cursos de graduação. Para isso, buscaram-se textos de Sigmund Freud visando a possíveis diretrizes para sua sustentação e transmissão da psicanálise nesses espaços. Ainda que se sustente como campo de saber, o exercício da psicanálise requer uma formação especial, e, somado a isso, a universidade, como o lugar de produção de ciência e de verdade(s), pode levar-nos ao pior. Então, o que leva um psicanalista à escolha de ser professor de psicanálise em um curso de graduação? Qual política ao psicanalista (e seu corpo) na universidade?


2020 ◽  
pp. 75-81
Author(s):  
Allisson Vasconselos Oliveira ◽  
Marina Del Papa

A partir de um episódio da série de televisão Black mirror, analisa-se o fenômeno da ascensão do canalha na contemporaneidade, figura que, como comprova a experiência, aproveita-se do desamparo generalizado provocado pela queda do pai para impor-se ao sujeito como Outro absoluto, capitalizando suas reivindicações. A queda do pai indica a perda do balizamento fálico do sujeito na cultura, em razão da qual o sujeito não consegue encontrar mais nenhum ponto de ancoragem, sentindo-se à deriva no mundo. O canalha aparece não só como o substituto do pai, que pode servir-lhe de referência, mas também como sua versão desmedida, tributária do emburrecimento e da subordinação das massas para exercer sua dominação.


2020 ◽  
pp. 63-74
Author(s):  
Ingrid Porto De Figueiredo

Foi com Lacan que a psicanálise deslocou o inconsciente que diz a verdade para a verdade que fala por si mesma. Em seu ensino, a verdade foi situada como causa material diferente da ciência, que a tem como causa formal. Além disso, o lugar da causa é situado a partir sujeito — o sujeito da ciência, criado e foracluído pelo campo científico — em sua articulação com a materialidade do significante, com o objeto a e o campo do gozo, este batizado de campo lacaniano, por ter sido inaugurado a partir dos avanços de Lacan em relação à teoria pulsional freudiana. Então, o inconsciente estruturado como uma linguagem avança para o inconsciente em sua vertente real, trazendo o empreendimento lógico de demonstrar a inconsistência do Outro e a impossibilidade de universo do discurso.


2020 ◽  
pp. 13-23
Author(s):  
BERNARD NOMINÉ
Keyword(s):  

Este texto é resultado do trabalho de duas conferências proferidas no Fórum do Campo Lacaniano de Fortaleza, em fevereiro de 2019, na ocasião de abertura dos seminários sobre topologia. No primeiro momento, Bernard Nominé falou sobre o encontro de Lacan com o nó borromeano e suas repercussões na psicanálise, apontando questões teóricas antes mal-entendidas que puderam ser reenlaçadas ao longo de sua prática. Depois, o autor se deteve à relação do nó borromeano com a escrita da clínica, lembrando-nos que nossas categorias de neurose, psicose e perversão muitas vezes não são suficientes para extrair a lógica de determinados casos. Assim, apresenta-se a necessidade de se conhecer o manejo da cadeia borromeana, suas principais falhas, consequências e reparações possíveis. Para tanto, é preciso ir adiante naquilo que o autor denomina de “solfejo do nó”.


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