Guineana - Revista de Botánica
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Published By Upv/Ehu Press

2444-359x, 1135-7924

2018 ◽  
pp. 1-216
Author(s):  
Oscar Requejo

La Zona de Especial Conservación (ZEC) Gándaras de Budiño está situada en el suroeste de la provincia de Pontevedra (Galicia, Península Ibérica). A pesar de las agresiones sufridas a lo largo de la historia, aún se conservan zonas muy representativas de esta con fauna y flora propia de estos lugares y poco frecuente en el resto del N.O. peninsular. Ocupa una extensión de aproximadamente 800 ha, en las que destacan un amplio complejo de humedales, conformados por turberas, brañas, bosques aluviales y lagunas, así como brezales atlánticos, bosques de ribera y amplias extensiones más secas, constituidas básicamente por bosques mixtos de robles y pinos. En este espacio se realiza un estudio micológico con recolecciones periódicas durante 4 años, de las cuales resulta un catálogo con 359 taxa, con una aportación al catálogo gallego de 62 especies. Entre ellas destaca Chaetotyphula actinipes, que se menciona por primera vez para Europa, además de Arnium olerum, Byssosphaeria schiedermayeriana, Conocybe brachypodii, Cordyceps polyarthra, Hemimycena angustispora, Inocybe salicis, Laccaria impolita, Mollisia olivascens, Mycena atrovinosa, Mycena mucor, Oligoporus alni, Russula sphagnophila y Trichoderma piluliferum, no mencionados anteriormente para la Península Ibérica. Desde el punto de vista de la estrategia trófica destacan las especies entomapatógenas: Beauveria bassiana, Cordyceps polyarthra, Gibellula pulchra, Isaria farinosa y Torrubiella arachnophila. De las restantes 125 son micorrícicas, 211 son saprotróficas y 38 necrotróficas, en ambos casos, mayoritariamente lignícolas, justificado porque las ¾ partes del material ha sido recolectado en formaciones arbóreas de Alnus glutinosa y Salix atrocinerea. Además, se analiza la autoecología de las especies, los patrones de fructificación y su aportación corológica, tanto ibérica como mundial.


Author(s):  
Silvia Ribeiro ◽  
M. Dalila Espírito-Santo
Keyword(s):  

Neste estudo apresenta-se uma classificação fitossociológica com base em inventários próprios realizados, de acordo com a metodologia fitossociológica, em comunidades herbáceas vivazes e anuais, nas subprovíncias Luso-Estremadurense, Carpetana-Leonesa e Orolusitana Atlântica, abrangendo o SE & CE de Portugal continental. O objetivo principal é a descrição das comunidades herbáceas do ponto de vista da composição e variabilidade florística, da ecologia, da distribuição e abundância na área de estudo, da sintaxonomia, dos contactos catenais, da sindinâmica e do estatuto de conservação, tendo como base os dados recolhidos no campo e obtidos através de pesquisa bibliográfica. Foram identificadas 9 classes de vegetação herbácea, 3 classes de vegetação arbustiva, 3 classes de vegetação arbórea e 65 associações no total. Assim, as comunidades inventariadas distribuem-se pelas classes: Isoeto-Nanojuncetea; Magnocarici elatae-Phragmitetea australis; Stellarietea mediae; Tuberarietea guttatae; Poetea bulbosae; Festuco-Brometea; Lygeo-Stipetea; Stipo giganteae-Agrostietea castellanae e Molinio-Arrhenatheretea. Foram identificadas 14 ordens, 20 alianças, 43 associações e 7 subassociações, no conjunto das comunidades terofíticas e vivazes estudadas, desde biótopos oligotróficos, nitrófilos e higrófilos a mesofíticos. Obtiveram-se 12 sintaxa que correspondem a habitats da Diretiva Habitats, alguns dos quais prioritários para conservação. É apresentada uma aproximação a um modelo dinâmico-catenal no qual se identificam os padrões de resposta das comunidades herbáceas a vários fatores de perturbação. Conclui-se que o conhecimento obtido a partir da Geobotânica, nomeadamente da Sinfitossociologia, constitui uma ferramenta essencial para uma gestão sustentável do território.


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