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Published By EDUFU - Editora Da Universidade Federal De Uberlandia

2317-0751

2019 ◽  
Vol 3 (1) ◽  
pp. 140-164
Author(s):  
Marco Antônio Franco do Amaral ◽  
Mariana Batista do Nascimento Silva ◽  
Michele Castro LIma

Este artigo é parte de uma discussão do grupo de pesquisa sobre estágio e formação de professor do Instituto Federal Goiano. Nele busca-se discutir a formação do professor, bem como apresentar alguns apontamentos teóricos sobre o estágio supervisionado e como o Programa de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) está sendo utilizado para suprir algumas carências no estágio. Esta pesquisa qualitativa apresenta a experiência do PIBID interdisciplinar de ciências realizado na cidade de Morrinhos-GO identificando algumas dificuldades encontradas e também ressalta como o programa pode auxiliar na formação inicial do aluno do curso de licenciatura e na formação continuada dos professores que atuam nas séries iniciais do Ensino Fundamental na área de ciências.


2019 ◽  
Vol 3 (1) ◽  
pp. 165-180
Author(s):  
Marcia Guimarães de Freitas
Keyword(s):  

O presente trabalho tem como objetivo refletir sobre a gestão educacional, o papel do gestor para conferir um caráter ético ao processo educativo, através de pesquisa qualitativa tendo como referência os seguintes autores: Libâneo, Lück, Cury, Paro, Moran, Moreno, Ferreira e outros. No contexto educacional, a cada dia, é mais evidente, que cada indivíduo exerce papel fundamental na construção da identidade da escola e ela contribui para a formação de todos que participam do processo educativo. Como as políticas educacionais, sociais e econômicas influenciam a escola e, consequentemente a atuação do gestor, é fundamental que se discuta o papel desse gestor, o seu espaço de atuação e a relevância dessa atuação nas interações com os demais sujeitos da escola a fim de se alcançar os objetivos de ensino. Apreende-se, portanto, que para gerir a escola e a educação de hoje, é preciso compreender os significados abrangentes da gestão que vão além de organizar e dirigir espaços físicos da escola. É preciso ultrapassar as formas meramente racionais, técnicas e mecânicas para possibilitar ao educando tornar-se mais humano, ao ter acesso aos conteúdos de ensino. e de suas escolas. É preciso entender que a gestão se dá no processo de ensino-aprendizagem, na aquisição do conhecimento, nas relações interpessoais e pedagógicas que se manifestam no interior da escola e na sala de aula e que a capacidade de liderança desse gestor influencia, em boa parte, a qualidade, funcionamento e eficácia da escola.


2019 ◽  
Vol 3 (1) ◽  
pp. 1-180
Author(s):  
Cinval Filho dos Reis

Número completo


2019 ◽  
Vol 3 (1) ◽  
pp. 1-10
Author(s):  
Cinval Filho dos Reis

Expediente


2019 ◽  
Vol 3 (1) ◽  
pp. 11-16
Author(s):  
Mariana Batista do Nascimento Silva

Editorial DiversaPrática


2019 ◽  
Vol 3 (1) ◽  
pp. 41-61
Author(s):  
Maria Isabel Silva ◽  
Bruno Bordin Pelazza ◽  
Wellington Tavares de Araújo ◽  
JanetH Helta Souza
Keyword(s):  

A saúde do trabalhador docente está altamente comprometida. As altas demandas de trabalho, acadêmicas e pessoais comprometem a qualidade de vida e sobretudo, a saúde laboral docente. Esse trabalho objetiva analisar a temática da saúde do trabalhador no campo da educação superior, relatando a vivência da intervenção do programa de qualidade de vida, atendendo a livre demanda de 30 docentes, com faixa etária entre 32 e 45 anos. Esses trabalhadores da educação relatavam queixas de lombalgias, cervicobraquialgias e cefaleias tensionais foram entrevistados no mês de outubro de 2015 e submetidos a um Programa de Promoção à Saúde e Qualidade de Vida até dezembro de 2015, numa Instituição particular de Ensino Superior na cidade de Uberlândia/Minas Gerais. Ao final das sessões foram computados 19 docentes (10 homens e 09 mulheres) obtiveram redução das algias em 85% enquanto que 06 obtiveram resultados de 70 a 55%. Com base nesses resultados destaca-se a importância da aplicação de Programas de Promoção à Saúde e Qualidade de Vida a grupos específicos, como o caso desses docentes. Além disso, tais dados tendem a ressaltar a necessidade desses Programas nos cenários da Docência do Ensino Superior, desenvolvendo saúde dentro e fora dos muros da escola.


2019 ◽  
Vol 3 (1) ◽  
pp. 62-84
Author(s):  
Marianan Batista do Nascimento Silva

Neste trabalho discutiremos as representações sobre as condições do magistério nos anos de 1930 e de 1940 tendo como fontes de análise as crônicas escritas e publicados no “Diário de Notícia” por Cecília Meireles nos anos de 1930 a 1933, bem como duas reportagens construídas pela autora e publicada na revista. Hoje nas escolas as condições de trabalho nem sempre são favoráveis mesmo em instituições federais; e já em 1930 essa era a realidade e uma preocupação daqueles que se dedicavam aos estudos sobre práticas docentes. A resistência do professorado às novas práticas educativas, a dificuldade em se transformar os velhos modelos escolares, a má remuneração e a falta de condições de trabalho, a exploração do trabalho docente, a falta de participação das famílias, dentre outras questões presentes também nas crônicas de Cecília Meireles. Assim, por meio da discussão das representações sobre a docência e condições do magistério nos anos de 1930 - tendo em vista questões estruturais, salariais, valorização da profissão - objetivamos problematizar a profissão docente.


2019 ◽  
Vol 3 (1) ◽  
pp. 106-139
Author(s):  
Maria Isabel de Araújo ◽  
Maria Helena Dias Fratari ◽  
Cleusa Aparecida Oliveira Santos

Este artigo apresenta de forma objetiva uma discussão sobre o Atendimento Educacional Especializado (AEE) numa perspectiva da Educação Inclusiva, sua função, objetivo, estrutura e relevância para complementação/suplementação no processo de escolarização dos alunos público da Educação Especial, em específico para aqueles com Altas Habilidades/Superdotação (AH/SD). Embora o AEE se constitua legalmente em uma das condições para a inclusão escolar desses alunos, ainda persistem dúvidas quanto aos procedimentos e organizações de programas e de serviços que lhes proporcionem pleno desenvolvimento junto à escola comum regular. De certa forma, isto pode favorecer para que as necessidades dos alunos com AH/SD sejam negligenciadas, podendo resultar em um significativo desperdício de seus potenciais. Nesse sentido, procuramos mostrar que o AEE enquanto serviço da educação especial pode contribuir com a escola regular e alunos para que seja assegurada uma ambiência que lhes possibilite o enriquecimento curricular em todos os estilos e características de suas habilidades e talentos.


2019 ◽  
Vol 3 (1) ◽  
pp. 85-105
Author(s):  
Márcia Guimarães de Freitas

O presente trabalho teve como objetivo problematizar a atuação do Centro de Estudos e Pesquisa em Atendimento Especializado, CEPAE/UFU, na constituição de políticas institucionais de inclusão de pessoas com deficiência dentro da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e de que maneira esse centro tem contribuído para a (re)construção de representações sobre a educação inclusiva nesta instituição. Para tanto, para realização desse estudo, foram utilizadas as articulações (proximidades e divergências) entre os autores Althusser e Foucault que analisam as diversas formas em que o poder se apresenta e se constitui determinando as relações que se estabelecem nas diversas instituições, dentre elas o CEPAE na Universidade Federal de Uberlândia (UFU).


2019 ◽  
Vol 3 (1) ◽  
pp. 17-40
Author(s):  
Maria Isabel Silva ◽  
Bruno Bordin Pelazza ◽  
Janeth Helta Souza

A saúde, ao contrário do modelo biomédico e curativo, não pode ser conceituada apenas como bem-estar físico. Para que se promova saúde, além dos atendimentos necessários visando reduzir a dor humana, há que se intervir no contexto reduzindo as vulnerabilidades sociais de forma a alterar a realidade, gerando um território saudável e por consequência, a redução dos índices de adoecimento. Este artigo pretende apresentar relato de experiência da associação de práticas educativas e saúde nos contextos comunitários de violência e criminalidade, destacando as vivências do programa “Viva Mais” do complexo dos bairros da zona Oeste do município de Uberlândia, Minas Gerais. Em instituição local, uma equipe interdisciplinar triava e cadastrava os moradores de acordo com renda e número de membros da família, sendo convidados a participar, quinzenalmente, de sessões de filmes, palestras, grupo de apoio e artes. Nos resultados de frequência e assiduidade aos grupos bem como na análise do discurso e comportamento, o público atendido superou as expectativas propostas, debatendo temas como educação, prevenção à violência, violência doméstica e sua relação com a saúde. Nesse sentido, nota-se a relevância de mais estudos e propostas de intervenção a fim de se estabelecer estratégias para educação e promoção da saúde com perspectivas intersetoriais, formando profissionais, multiplicadores e educadores que busquem, além do atendimento humanizado, a redução das consequências prejudiciais da criminalidade e violência como reflexo na educação e saúde dos moradores e/ou trabalhadores dessas comunidades.


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