Cadernos de Gênero e Tecnologia
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Published By Universidade Tecnologica Federal Do Parana (UTFPR)

2674-5704, 1807-9415

2019 ◽  
Vol 12 (40) ◽  
pp. 310
Author(s):  
Michel Alves Ferreira ◽  
Lindamir Salete Casagrande

OLIVEIRA, Megg Rayara Gomes de. O diabo em forma de gente: (r) existências de gays afeminados, viados e bichas pretas na educação. Curitiba: Editora Prysmas. 2017. 264p. 


2019 ◽  
Vol 12 (40) ◽  
pp. 278
Author(s):  
Mariana Azevedo Alves ◽  
Eduardo Cotrim Ferreira ◽  
Mariana Pereira Bonfim

Este trabalho teve como objetivo verificar se as professoras de Ciências Contábeis Administração da Universidade Federal Fluminense são acometidas pela Síndrome do Impostor, além de analisar qual é a relação entre a presença da síndrome e o seu nível de sucesso. Para obter os resultados, 8 professoras responderam o questionário, denominado escala CIPS. Após a análise dos dados, chegou-se à conclusão de que a maior parte das professoras apresentava nível baixo e moderado do indicativo de Síndrome, contrariando a literatura internacional, que apontava no sentido de que mulheres, teoricamente de sucesso, estariam mais propensas a desenvolver a Síndrome em ambientes majoritariamente masculinos. Desta maneira, concluiu-se que o resultado encontrado pode ser fruto das mudanças ocorridas ao longo do tempo, uma vez que há uma distância temporal muito grande entre os estudos pioneiros e o presente artigo.


2019 ◽  
Vol 12 (40) ◽  
pp. 310
Author(s):  
Michel Alves Ferreira ◽  
Lindamir Salete Casagrande

OLIVEIRA, Megg Rayara Gomes de. O diabo em forma de gente: (r) existências de gays afeminados, viados e bichas pretas na educação. Curitiba: Editora Prysmas. 2017. 264p. 


2019 ◽  
Vol 12 (40) ◽  
pp. 295
Author(s):  
Iolanda Pinto de Faria

A idade é importante variável para o mercado de trabalho, sendo, em regra, privilegiada a adultez enquanto fase da vida na qual o sujeito está plenamente apto ao ingresso e à permanência nos espaços ditos produtivos. Entretanto, isso não se dá modo homogêneo, havendo carreiras, como a acadêmica, que trazem especificidades, valorizando mais ou menos a presença de pessoas velhas. Nesse sentido, com o objetivo de analisar como se dá o alargamento da faixa etária no exercício da carreira docente, esse artigo se debruçará sobre os dados produzidos a partir dos Relatórios de Gestão 2017 das unidades da Universidade Federal da Bahia, que registraram parte dos professores que participam do Programa Especial de Participação de Professores Aposentados, instituído pela Resolução n. 4/96. Esses dados apontam para a continuidade do/a pesquisador/a na Instituição, mesmo após a velhice, por conta da importância do capital científico, diretamente relacionado com o reconhecimento.


2019 ◽  
Vol 12 (40) ◽  
pp. 278
Author(s):  
Mariana Azevedo Alves ◽  
Eduardo Cotrim Ferreira ◽  
Mariana Pereira Bonfim

Este trabalho teve como objetivo verificar se as professoras de Ciências Contábeis Administração da Universidade Federal Fluminense são acometidas pela Síndrome do Impostor, além de analisar qual é a relação entre a presença da síndrome e o seu nível de sucesso. Para obter os resultados, 8 professoras responderam o questionário, denominado escala CIPS. Após a análise dos dados, chegou-se à conclusão de que a maior parte das professoras apresentava nível baixo e moderado do indicativo de Síndrome, contrariando a literatura internacional, que apontava no sentido de que mulheres, teoricamente de sucesso, estariam mais propensas a desenvolver a Síndrome em ambientes majoritariamente masculinos. Desta maneira, concluiu-se que o resultado encontrado pode ser fruto das mudanças ocorridas ao longo do tempo, uma vez que há uma distância temporal muito grande entre os estudos pioneiros e o presente artigo.


2019 ◽  
Vol 12 (40) ◽  
pp. 295
Author(s):  
Iolanda Pinto de Faria

A idade é importante variável para o mercado de trabalho, sendo, em regra, privilegiada a adultez enquanto fase da vida na qual o sujeito está plenamente apto ao ingresso e à permanência nos espaços ditos produtivos. Entretanto, isso não se dá modo homogêneo, havendo carreiras, como a acadêmica, que trazem especificidades, valorizando mais ou menos a presença de pessoas velhas. Nesse sentido, com o objetivo de analisar como se dá o alargamento da faixa etária no exercício da carreira docente, esse artigo se debruçará sobre os dados produzidos a partir dos Relatórios de Gestão 2017 das unidades da Universidade Federal da Bahia, que registraram parte dos professores que participam do Programa Especial de Participação de Professores Aposentados, instituído pela Resolução n. 4/96. Esses dados apontam para a continuidade do/a pesquisador/a na Instituição, mesmo após a velhice, por conta da importância do capital científico, diretamente relacionado com o reconhecimento.


2019 ◽  
Vol 12 (40) ◽  
pp. 265
Author(s):  
Juliana Fonseca da Silva Linhares Bueno ◽  
Cíntia De Souza Batista Tortato
Keyword(s):  

O presente artigo objetiva trazer alguns elementos bibliográficos sobre o processo de cientificização das práticas voltadas ao parto no Brasil do século XIX. As parteiras estiveram presentes no Brasil Colônia, desde o século XVI, seu saber tácito era utilizado, tanto para auxiliar as parturientes quanto para cuidar das diversas enfermidades associadas aos órgãos reprodutivos. A vinda da Família Real Portuguesa para o Brasil em 1808 desencadeou; mudanças na colônia. A criação das faculdades de Medina nas cidades de Salvador e Rio de Janeiro foram responsáveis pelo processo de legitimação do saber médico, e a introdução da ginecologia e obstetrícia na região. Busca-se analisar o processo de transição do saber tácito representadas pelas técnicas das parteiras para o saber científico da medicina acadêmica.


2019 ◽  
Vol 12 (40) ◽  
pp. 243
Author(s):  
Paula Caldas Brognoli ◽  
Maria Sara de Lima Dias

Neste artigo objetivou-se identificar como as mulheres percebem o poder ao estarem em um cargo político. Justifica-se o interesse por abordar as mulheres na política devido à pouca representatividade destas em espaços de poder, ainda que a simples representação de mulheres em espaços eminentemente masculinos não signifique, automaticamente, gerar elementos emancipatórios. É uma pesquisa qualitativa e se escolheu entrevistar as mulheres atuantes na municipalidade e duas no âmbito federal para realizar a pesquisa. Como estratégias de investigação utilizaram-se os seguintes procedimentos: observação e registro do comportamento das mulheres no ambiente de trabalho e entrevistas semiestruturadas. Como resultados tem-se o seguinte perfil das sete entrevistadas: seis com nível superior e uma com nível fundamental completo, cinco são casadas e com filhos, e uma solteira e outra divorciada sendo uma delas com filho. Da observação das rotinas na câmara (órgão legislativo) e no acompanhamento das sessões foi possível identificar que as mulheres em geral são vítimas de constrangimentos frequentes de seus pares com maior poder hierárquico. As mulheres que ocupam cargos na política foram capazes de identificar a importância do poder em suas relações cotidianas, das sete entrevistadas cinco correlacionam o poder com o tipo de trabalho desenvolvido e identificam práticas de assédio. Como considerações finais destaca-se que é preciso estimular uma maior participação política feminina uma vez que somente a presença da mulher nestes ambientes já significa uma atitude de oposição a uma cultura machista de relações de poder majoritariamente masculino. O problema da falta de poder e das tentativas de deslegitimar a presença feminina nas rotinas da câmara pode ser enfrentado com o apoio e união das mulheres em torno de seus direitos, demonstrando assim uma outra possibilidade do enfrentamento às práticas de assédio nos espaços políticos, e em um sentido mais amplo em outras dimensões da vida social da mulher na política.


2019 ◽  
Vol 12 (40) ◽  
pp. 265
Author(s):  
Juliana Fonseca da Silva Linhares Bueno ◽  
Cíntia De Souza Batista Tortato
Keyword(s):  

O presente artigo objetiva trazer alguns elementos bibliográficos sobre o processo de cientificização das práticas voltadas ao parto no Brasil do século XIX. As parteiras estiveram presentes no Brasil Colônia, desde o século XVI, seu saber tácito era utilizado, tanto para auxiliar as parturientes quanto para cuidar das diversas enfermidades associadas aos órgãos reprodutivos. A vinda da Família Real Portuguesa para o Brasil em 1808 desencadeou; mudanças na colônia. A criação das faculdades de Medina nas cidades de Salvador e Rio de Janeiro foram responsáveis pelo processo de legitimação do saber médico, e a introdução da ginecologia e obstetrícia na região. Busca-se analisar o processo de transição do saber tácito representadas pelas técnicas das parteiras para o saber científico da medicina acadêmica.


2019 ◽  
Vol 12 (40) ◽  
pp. 243
Author(s):  
Paula Caldas Brognoli ◽  
Maria Sara de Lima Dias

Neste artigo objetivou-se identificar como as mulheres percebem o poder ao estarem em um cargo político. Justifica-se o interesse por abordar as mulheres na política devido à pouca representatividade destas em espaços de poder, ainda que a simples representação de mulheres em espaços eminentemente masculinos não signifique, automaticamente, gerar elementos emancipatórios. É uma pesquisa qualitativa e se escolheu entrevistar as mulheres atuantes na municipalidade e duas no âmbito federal para realizar a pesquisa. Como estratégias de investigação utilizaram-se os seguintes procedimentos: observação e registro do comportamento das mulheres no ambiente de trabalho e entrevistas semiestruturadas. Como resultados tem-se o seguinte perfil das sete entrevistadas: seis com nível superior e uma com nível fundamental completo, cinco são casadas e com filhos, e uma solteira e outra divorciada sendo uma delas com filho. Da observação das rotinas na câmara (órgão legislativo) e no acompanhamento das sessões foi possível identificar que as mulheres em geral são vítimas de constrangimentos frequentes de seus pares com maior poder hierárquico. As mulheres que ocupam cargos na política foram capazes de identificar a importância do poder em suas relações cotidianas, das sete entrevistadas cinco correlacionam o poder com o tipo de trabalho desenvolvido e identificam práticas de assédio. Como considerações finais destaca-se que é preciso estimular uma maior participação política feminina uma vez que somente a presença da mulher nestes ambientes já significa uma atitude de oposição a uma cultura machista de relações de poder majoritariamente masculino. O problema da falta de poder e das tentativas de deslegitimar a presença feminina nas rotinas da câmara pode ser enfrentado com o apoio e união das mulheres em torno de seus direitos, demonstrando assim uma outra possibilidade do enfrentamento às práticas de assédio nos espaços políticos, e em um sentido mais amplo em outras dimensões da vida social da mulher na política.


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