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Author(s):  
Alberto Sumiya

 Com grande satisfação celebra-se agora a Edição 2020/1 da Cadernos de Educação, Saúde e Fisioterapia, a qual, diante do contexto desafiador imposto pela COVID-19, vem mantendo o compromisso de compartilhar conhecimentos, a fim de contribuir com a formação e o trabalho do fisioterapeuta. Assegura-se, assim, o desenvolvimento da profissão, que conta com profissionais engajados e comprometidos numa luta histórica e legítima de conquistas, algumas muito bem representadas nos artigos do presente volume.A pandemia encontrou no mundo terreno fértil para a exposição das vulnerabilidades sociais e denúncia da conjuntura desfavorável da saúde para assistir às populações e reduzir o número de mortes. Em países com grandes desigualdades sociais, como o Brasil, a disseminação veio confirmar a precariedade da situação de saúde que já existia, mostrando uma propagação desigual, sendo emblemático que a primeira vítima confirmada no Rio de Janeiro tenha sido uma empregada doméstica. É um desafio sanitário global, de uma doença nova, para a qual a humanidade, além de procurar por imunidade, esforça-se para implantar medidas e estratégias de controle que evitem a saturação dos serviços de saúde.Não obstante, avançam o ultraliberalismo, as fakenews, o negacionismo científico, o corte de investimentos na educação e segurança, seguidos pelo teto de gastos na saúde subfinanciada, pela uberização da economia informal trabalho e polarização entre público-privado, mais o recrudescimento de questões de raça, gênero, sexualidade e meio ambiente, que vinham sendo debatidas com mais aceitação e transparência, sofreram significativo esvaziamento1,2,3. Perplexidades que o Prof. Gastão Wagner denominou como pesadelo macabro da COVID-19 no Brasil e o Prof. André Vianna como a pedagogia da catástrofe.Contudo, as adversidades se transformam em oportunidades para nos reinventarmos e ressignificarmos as práticas. Exemplo disso, são os fisioterapeutas atuantes no Sistema Único de Saúde (SUS), que assumem o protagonismo no combate à COVID-19 através da vigilância epidemiológica e da utilização de ferramentas como a Telessaúde. Bem como, nos hospitais, reafirmando o seu lugar como linha de frente na prevenção e recuperação de variadas condições funcionais. Ademais, encontram-se como pesquisadores ativos, vide a quantidade de pesquisas on-line em andamento, denotando o empenho com o progresso científico e inovação tecnológica. Como professores, vêm debatendo intensivamente sobre as repercussões sobre o processo de ensino-aprendizagem em relação às novas possibilidades de aprender saúde. E por meio das associações profissionais, têm oferecido parâmetros e condutas norteadores que garantem governabilidade à classe, destacando-se a Associação Brasileira de Ensino em Fisioterapia (ABENFISIO), que prontamente informa, esclarece e chama a comunidade fisioterapêutica ao debate.            No âmbito da Educação, pontua-se que o ensino remoto é uma política para a redução de danos presentes, em que as tecnologias digitais não buscam substituir o professor e as vivências profissionais. Muitas pautas ainda precisam ser digeridas com planos sistêmicos e contingenciais de médios e longos prazos, que ultrapassem os aspectos didático-pedagógicos para abraçar uma acessibilidade ampliada, ou seja, favorecendo o desempenho ciente das condições heterogêneas de vida dos estudantes, que precisam ser ouvidos. Nesse sentido, as incertezas mais imediatas podem ser dirimidas com materiais de apoio a formação. Como exemplo, temos a World Confederation for Physical Therapy (WCPT)4 que possui em sua website seções com informações para educadores fisioterapeutas e a Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM)5, publicou 16 recomendações sobre a transição para o ensino não presencial, que valem a pena conferir.            Desse modo, trazendo mais saberes, temos os estudos que constituem este volume, os quais materializam a potência dos autores. Os temas traduzem bem a CESF por meio de pesquisas clínicas, saúde coletiva, educação, ensaios teóricos e atualidades. A primeira temática que abre essa apresentação refere-se à análise dos primeiros 50 dias de epidemia da COVID-19 no Brasil, muito apropriado ao panorama contemporâneo. Nas especialidades da Fisioterapia Cardiovascular e Respiratória, três artigos chamam atenção por abordarem, além da capacidade funcional em trabalhadores, a oncologia e a revascularização do miocárdio, evidenciando dados preditores para a prática fisioterapêutica. Na especialidade da Fisioterapia Neurofuncional, temos dois artigos, um como revisão integrativa e o outro como relato de caso, o primeiro discorre sobre as terapias de aprendizado motor em acidente vascular encefálico (AVC) e o segundo um protocolo de tratamento que utilizou na avaliação a Classificação Internacional de Funcionalidade (CIF) dentre demais instrumentos.            Na perspectiva de formação profissional, atrelada ao campo da saúde coletiva, três artigos mostraram-se articulados, pois expõem a essencialidade do fisioterapeuta no sistema público de saúde, principalmente para a saúde da família e o matriciamento, que foram complementadas pelas percepções de estudantes do programa PET-Saúde/GraduaSUS e a verificação da inserção da saúde coletiva nos cursos de fisioterapia de instituições públicas do Paraná. Prosseguindo, dois estudos abordam serviço e política pública de saúde, ao caracterizar a auditoria em fisioterapia no SUS – uma seara pouco explorada – e a rede de cuidados e atuação interdisciplinar na atenção da pessoa com deficiência, respectivamente. Assim, finaliza-se este percurso commais dois artigos importantes, um argumentando sobre o papel do fisioterapeuta no envelhecimento ativo e o outro contextualizando os cuidados paliativos na prática fisioterapêutica.Diante desse vasto conteúdo trazido pelos autores, finalizo desejando uma ótima leitura e lembrando que o vírus, como escreve Boaventura de Souza Santos, é nosso contemporâneo ao partilhar conosco as contradições deste tempo, os passados que não passaram e os futuros que virão ou não1. A pandemia providencialmente trouxe questionamentos importantes sobre as estruturas sociais, instituições e práticas, e simultaneamente a mobilização de potenciais de conhecimento, forças positivas e criativas, que devem ser nosso foco, no sentido de assegurar a continuidade da jornada.


2020 ◽  
Vol 25 (2) ◽  
Author(s):  
Lance M. Mabry ◽  
Robert E. Boyles ◽  
Jean‐Michel Brismée ◽  
Hilmir Agustsson ◽  
James M. Smoliga

Sinteze ◽  
2020 ◽  
pp. 65-78
Author(s):  
Stevan Jovanović ◽  
Biljana Stojanović-Jovanović

In the last fifty years there has been a dramatic development and changes in all segments of the biomedical sciences which contributed to the development of expertise in the field of physiotherapy. While the aim of the first higher education cycle is training for basic skills required for independent practice, second education cycle should provide training in planning processes, projects, decision making, development of leadership skills, with the assessment process, as well as special physiotherapy knowledge and skills in selected areas and technologies. The formation and organization of joint master study programs related to the physiotherapy can be very interesting organizational model. This can be achieved by a greater degree of flexibility and adaptability of programs that stimulates the horizontal mobility of students within the European higher education area. The development of the physiotherapy profession was marked by a significant increase in the volume of knowledge and skills, so the World Confederation for Physical Therapy and its European region, developed a strategy according to which are necessary all three cycles of higher education.


2020 ◽  
Vol 12 (4) ◽  
pp. 136-138
Author(s):  
Luisa Fernanda Becerra Ostos

With this article is to describe in general terms the areas least performed by physiotherapists and in the workplace; where a series of situations from developing their skills, either through ignorance and/or perform insecurity occur. In addition, it is important to raise awareness among universities, associations and bodies representing us at the government level, since their experiences contribute to unification of curricula, which are the backbone of every profession. Why different studies found that supports the curriculum of several universities pensums by major regions and departments could be observed in the same inequality and disadvantages that later are going to be facing the future graduates by the lack of skills in different areas of performance of the race. As consistent with the above, will result in an inequity in the competency framework, which in future will be an obstacle to compete scientifically with other races in the area of ​​health, such as medicine, therapy, dentistry and nursing. Finally, the process identity is emphasized at national and global level as described in our international representative World Confederation for Physical Therapy (WCPT) in terms of art, science and technique of physical therapy. And just to show that we are much more than a "massage" as we currently perceive and demonstrate the skills learned in the university cloister really promotion and prevention.


2019 ◽  
Vol 18 (2) ◽  
pp. 208-214
Author(s):  
Michel Probst

Physiotherapy in mental health care and psychiatry is recognized by the World Confederation for Physical Therapy (WCPT) as a specialty within physiotherapy. Physiotherapy in mental health offers a wide range of interventions in regard of body functions, physical activity, exercises, sensory, body and movement awareness, stress and tense regulation and pain management, based on clinical and scientific evidence-based literature. Additionally, the promotion of a healthy lifestyle and “physio-education” (i.e. the process of providing education and information regarding specific physiotherapy related topics to patients and their family members) should be a responsibility of the physiotherapist. This paper gives a short overview of the interventions in the field of mental health to offer appropriate care to a specific vulnerable but growing group in our society.


Author(s):  
Jill Long

Abstract This statement has been produced by the European Region of the World Confederation for Physiotherapy (ER-WCPT) to promote the role of the physiotherapy profession within primary care, to describe the health and economic benefits to health systems and populations of having a skilled, appropriately resourced and utilised physiotherapy workforce in primary care services, and to illustrate how different models of physiotherapy service delivery are contributing to these health and cost benefits.


Author(s):  
María Liliana Trujillo ◽  
◽  
Héctor Reynaldo Chávez Muriel ◽  
Abraham Mora ◽  
Valentina Castaño ◽  
...  

Esta entrevista fue realizada en la Universidad Santiago de Cali el 24 de noviembre 2014. Yaqui Martínez es Fundador y director general del Círculo de Estudios en Psicoterapia Existencial México. Psicólogo con maestría y doctorado en psicoterapia. Representante para México y América Latina de la World Confederation of Existencial Therapy (WCET), Secretario de la Asociación Latinoamericana de Psicoterapia Existencial (ALPE) y representante de México para la misma. Autor de libros como: Filosofía existencial para terapeutas y uno que otro curioso, Terapia existencias: Teoría y Práctica. Autor de múltiples artículos en revistas especializadas en México y otros países.


2018 ◽  
Vol 22 (02) ◽  
pp. 95-99
Author(s):  
Wolfgang Lackenbauer

ZusammenfassungDas gezielte und systematische Screening auf pathologische Prozesse oder schwere Verletzungen (Red-Flag-Screening), die sich nicht für physiotherapeutische Maßnahmen eignen, ist ein fester Bestandteil offizieller Leitlinien der World Confederation for Physical Therapy (WCPT). Mangelnde diagnostische Validität individueller Red Flags und die geringe Prävalenz einzelner schwerwiegender Pathologien (vorwiegend der LWS) stellen die Sinnhaftigkeit des Red-Flag-Screenings als Teil der klinischen Untersuchung infrage. Demgegenüber steht eine Vielzahl publizierter Fallbeispiele, die demonstrieren, dass ein umfassendes Screening-Verfahren einen wichtigen Beitrag zur Identifizierung verschiedenster Krankheitsprozesse leisten kann.Der vorliegende Fallbericht beschreibt eine Patientin, die mit der Diagnose Lumboischialgie zur Physiotherapie überwiesen wurde. Durch eine Kombination aus gründlicher Anamnese, Erhebung verschiedener Risikofaktoren und nachfolgender physischer Untersuchung kamen beim behandelnden Physiotherapeuten Zweifel an einer neuromuskuloskeletalen Ursache der Beschwerden auf. Die von ihm angeratene fachärztliche Untersuchung führte zur korrekten Diagnose periphere arterielle Verschlusskrankheit.


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