leo kanner
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Author(s):  
Fred R. Volkmar ◽  
Marc Woodbury-Smith ◽  
Suzanne L. Macari ◽  
Roald A. Øien

Abstract This paper, written in honor of Professor Ed Zigler, focuses on some of the themes in developmental disabilities research that were so central to his work. It has now been nearly 80 years since Leo Kanner first identified the prototypic form – early infantile autism – of what is now autism spectrum disorder. In this article we summarize the development of the concept and the important accumulation of knowledge over time that has now led us to the recognition of a broader autism phenotype just as, at the same time, the current official diagnostic system in the USA has narrowed the concept. We also address current controversies regarding autism as the diagnosis is impacted by age and developmental factors, gender, and cultural issues. In parallel to the work on intellectual deficiency and development pioneered by Zigler and his colleagues, we summarize some of the challenges for the years ahead.


2021 ◽  
Vol 20 (1) ◽  
Author(s):  
Niels Springveld

Leo Kanner and Hans Asperger are widely considered to be the first who described the syndrome of autism during the late 1930s and early 1940s. Much lesser-known is that around the same time, the staff of the Paedological Institute (PI) in Nijmegen wrote about autism in a similar way. This article, the second installment of a two-parter, analyzes the volume of Grewel, Prick, Sunier, Kamp and Gaudia (1954), entitled Infantiel autisme, the first book about autism in the Netherlands, to which pi staff member Ida Frye (1909-2003) contributed. In addition, it devotes attention to the scientific career of Frye and the life of her former pupil Siem (1932-1977), the first Dutch person with an autism diagnosis.


2020 ◽  
Vol 13 (33) ◽  
pp. 1-17
Author(s):  
Íria Bonfim Gaviolli
Keyword(s):  

O presente texto tem por finalidade colocar em evidência o perigo de uma história única para o autismo. Para isso, organizamos o texto em quatro momentos: no primeiro, recorremos a uma psiquiatra francesa, Marian Leboyer, que nos ajuda a contar como o autismo chegou ao Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), conhecido como a bíblia da psiquiatria; no segundo momento, também recorremos a uma psiquiatra francesa, Marie-Claude Thomas, que nos apresenta como os referenciais teóricos de Leo Kanner, conhecido como o “descobridor” do autismo, influenciaram seus estudos acerca do “fenômeno do autismo”; no terceiro momento, apresentamos algumas das implicações ao se considerar uma única versão para uma história; finalmente, no quarto momento, expomos nossas considerações iniciais acerca do perigo de uma história única para o autismo no âmbito da Educação Matemática e destacamos, como um dos nossos interesses, a suspeição de uma norma a respeito do autismo.


2020 ◽  
pp. 1-140
Author(s):  
EVELYNE ELLENE ALVES DE CARVALHO
Keyword(s):  

Historicamente as pessoas com deficiência foram marcadas pela marginalização, porém a Educação Inclusiva hoje é uma realidade em que já não é mais o estudante que se adapta a escola, mas esta que deve se adaptar as necessidades do estudante. O número de crianças e jovens com deficiência nas salas de aula regulares não para de crescer, e no que tange ao Atendimento Educacional Especializado (AEE) a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) preconiza como público alvo da Educação Especial alunos com Deficiência, Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) e Altas Habilidades/Superdotação. O autismo é considerado um Transtorno Global do Desenvolvimento, sendo uma patologia que foi identificada na década de 40 pelos médicos Leo Kanner e Hans Asperger. Este trabalho tem como objetivo geral analisar o processo de inclusão de alunos portadores de Transtornos do Espectro do Autismo (TEA) ao ensino regular em escolas públicas e privadas na cidade de Floriano, estado do Piauí. A metodologia desta pesquisa se estruturou a partir de uma pesquisa de campo feita com pais de alunos com TEA, com utilização de um questionário estruturado e de um estudo de caso, sobre a dificuldade de adaptação de indivíduos com Autismo, ao sistema regular de ensino em escolas públicas e privadas de ensino regular no município de Floriano, Estado do Piauí. Esta é uma investigação de enfoque misto, pois combina métodos qualitativos e quantitativos. Por seu nível é uma pesquisa descritiva e por seu enfoque metodológico é quali-quantitativa. A perspectiva é sincrônica com corte transversal, uma vez que os dados foram coletados em um determinado espaço de tempo. Não é experimental, pois não houve manipulação de variáveis. A amostra foi composta por 20 pais de alunos autistas, e por 1 individuo autista, por Síndrome de Asperger, com quem foi realizado o estudo de caso, como forma de corroborar com as informações colhidas junto a pais de alunos autistas, já que se intentou fazer uma ponte entre estes discursos. O estudo de caso utilizado foi descritivo, enquanto estratégia de pesquisa, partindo especialmente das dificuldades de adaptação deste individuo, em consonância com o discurso de pais que enfrentam constantemente essa batalha de inserir seus filhos no mundo que os cerca, tentando evitar que sofram exclusão ou que sejam colocados a margem, ferindo seus direitos e impedindo seu desenvolvimento pleno.


2020 ◽  
pp. 1-142
Author(s):  
EVELYNE ELLENE ALVES DE CARVALHO
Keyword(s):  

Historicamente as pessoas com deficiência foram marcadas pela marginalização, porém a Educação Inclusiva hoje é uma realidade em que já não é mais o estudante que se adapta a escola, mas esta que deve se adaptar as necessidades do estudante. O número de crianças e jovens com deficiência nas salas de aula regulares não para de crescer, e no que tange ao Atendimento Educacional Especializado (AEE) a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) preconiza como público alvo da Educação Especial alunos com Deficiência, Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) e Altas Habilidades/Superdotação. O autismo é considerado um Transtorno Global do Desenvolvimento, sendo uma patologia que foi identificada na década de 40 pelos médicos Leo Kanner e Hans Asperger. Este trabalho tem como objetivo geral analisar o processo de inclusão de alunos portadores de Transtornos do Espectro do Autismo (TEA) ao ensino regular em escolas públicas e privadas na cidade de Floriano, estado do Piauí. A metodologia desta pesquisa se estruturou a partir de uma pesquisa de campo feita com pais de alunos com TEA, com utilização de um questionário estruturado e de um estudo de caso, sobre a dificuldade de adaptação de indivíduos com Autismo, ao sistema regular de ensino em escolas públicas e privadas de ensino regular no município de Floriano, Estado do Piauí. Esta é uma investigação de enfoque misto, pois combina métodos qualitativos e quantitativos. Por seu nível é uma pesquisa descritiva e por seu enfoque metodológico é quali-quantitativa. A perspectiva é sincrônica com corte transversal, uma vez que os dados foram coletados em um determinado espaço de tempo. Não é experimental, pois não houve manipulação de variáveis. A amostra foi composta por 20 pais de alunos autistas, e por 1 individuo autista, por Síndrome de Asperger, com quem foi realizado o estudo de caso, como forma de corroborar com as informações colhidas junto a pais de alunos autistas, já que se intentou fazer uma ponte entre estes discursos. O estudo de caso utilizado foi descritivo, enquanto estratégia de pesquisa, partindo especialmente das dificuldades de adaptação deste individuo, em consonância com o discurso de pais que enfrentam constantemente essa batalha de inserir seus filhos no mundo que os cerca, tentando evitar que sofram exclusão ou que sejam colocados a margem, ferindo seus direitos e impedindo seu desenvolvimento pleno.


2020 ◽  
Vol 30 (1) ◽  
Author(s):  
Thais Rodrigues de Carvalho Nascimento ◽  
Maria Alves de Toledo Bruns

A palavra autismo é derivada do grego “autos” com o sentido de “voltar-se para si mesmo”. As primeiras investigações do autismo iniciaram-se em 1911 pelo psiquiatra Eugen Bleuler, sendo estudado especificamente em 1943 pelo psiquiatra Léo Kanner, recebendo novas concepções a partir da década de 80 com a chegada dos Manuais Diagnósticos e Estatísticos (DSM) e da Classificação Internacional de Doenças (CID), sendo classificado atualmente como Transtorno do Espectro Autista (TEA).  O que a literatura nacional oferece para compreender a sexualidade do autista? Para responder essa indagação foi realizado uma revisão bibliográfica sistemática e meta-análise nas seguintes bases de dados: SCIELO (Scientific Electronic Library Online) e BDTD (Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações). As palavras-chave foram autismo, Educação Sexual, família e sexualidade. Resultados: 07 trabalhos publicados (Scielo 01; BDTD 06) excluídos 02 não relacionados à temática. Foram analisados 05 na íntegra categorizados por eixos temáticos: familiares (3); professores (1); outros profissionais: fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional e professor especialista (1). Nota-se um número insignificante de estudos focando a sexualidade do autista, essa realidade desvela a necessidade de investimento em formação profissional e multidisciplinar para orientar e dialogar com a família, escola, igreja e outras matrizes de sentidos acerca das manifestações afetivo/sexuais do autista.


2019 ◽  
Author(s):  
Brian Beames

The cause of autism, termed by Eugen Bleuler in 1911, has not been elucidated to this day. A scientific and logical approach can be utilized to eliminate potential causes and consider ideas not thought of before. Therefore, it is proposed that literary creativity is in fact the causative agent of autism and that a biological cause of autism will never be found. This notion is substantiated through its very unscientific early history and verified with observations made by both Leo Kanner and Hans Asperger. Without a mechanism of pathology, it is suggested that perception plays a major role in both the dissemination and the cure of autism. The Chi-square test of independence of statistics was used for hypothesis testing to show the low probability that pathology is likely to be found in the word “egocentricity,” a term described to be one of the earliest precursors of autism. Therefore, due to the history of autism, autism is best defined as only a redefinition of the word “egocentricity.”


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