cell biovolume
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2020 ◽  
Vol 40 ◽  
pp. 101522
Author(s):  
Gislayne Cristina Palmeira Borges ◽  
Eveline Pinheiro de Aquino ◽  
Enide Eskinazi-Leça ◽  
Antonio de Castro Santos-Junior ◽  
Marilene Felipe Santiago ◽  
...  

2018 ◽  
Vol 9 (4) ◽  
pp. 1060-1069 ◽  
Author(s):  
Valentin Vasselon ◽  
Agnès Bouchez ◽  
Frédéric Rimet ◽  
Stéphan Jacquet ◽  
Rosa Trobajo ◽  
...  

2016 ◽  
Vol 104 ◽  
pp. 532-546 ◽  
Author(s):  
Agnieszka Napiórkowska-Krzebietke ◽  
Justyna Kobos

2015 ◽  
Vol 258 (3) ◽  
pp. 200-211 ◽  
Author(s):  
L. ROSELLI ◽  
F. PAPARELLA ◽  
E. STANCA ◽  
A. BASSET

2014 ◽  
Vol 42 (2) ◽  
Author(s):  
Andressa RIBEIRO DE QUEIROZ ◽  
Maria Luise KOENING ◽  
Felipe Lima GASPAR

As interações entre os recursos físicoquímicos no oceano refletem diretamente no comportamento da comunidade fitoplactô-nica, assim, estudá-las torna-se fundamental para o conhecimento das ilhas em regiões oceânicas. O presente trabalho teve como objetivo, obter os valores de biomassa em carbono orgânico através do biovolume celular das espécies do microfitoplâncton do Arquipélago São Pedro e São Paulo no intuito de contribuir e atualizar os modelos citados na literatura. Foram realizadas coletas em março/2008, em quatro transectos perpendiculares ao Arquipélago. Dentre as 110 espécies identificadas na composição microfitoplanctônica, 33 espécies foram selecionadas para a medida do biovolume celular. Foram elaboradas três formas geométricas combinadas inéditas para o gênero Ceratium cuja complexidade morfo-lógica não foi observada em protocolos anteriores e verificada a carência, na literatura, de medidas mais precisas das dimensões celulares de determinados organismos. Os maiores valores de biovolume celular e biomassa em carbono foram de Pyrocystis noctiluca Murray ex Haeckel. Espera-se que a aplicação das recomendações propostas, no presente trabalho, sobre os modelos venha encorajar estudos nesta área e aumentar a precisão na determinação das medidas morfológicas. Palavras chave: fitoplâncton marinho, medições morfológicas, ilha oceânica.


2007 ◽  
Vol 458 (1-2) ◽  
pp. 23-33 ◽  
Author(s):  
Vladimir S. Mukhanov ◽  
Olga G. Naidanova ◽  
Olga A. Lopukhina ◽  
Richard B. Kemp

Author(s):  
Fiona Hannah ◽  
Rew Rogerson ◽  
Johanna Laybourn-Parry

The respiration rates of five genera of benthic Foraminifera were determined by Cartesian diver microrespirometry. Across all genera studied, the rate averaged 11·3×10−3 μl O2 individual−1 h−1 at 10°C. Estimates of foraminiferal mean biovolumes ranged from 0·66 to 6·54×106μm3, giving an overall mean volume-specific respiration rate of 7·36 × 10−9 μl O2 h−1 μm−3. For non-symbiont-bearing Foraminifera, in general, volume-specific rates (log μl O2 h−1 μm3) are best described by the equation, −0·98 × (log cell biovolume, μm3)−2·01. The respiration results show that these benthic Foraminifera respire some ten times more rapidly than naked amoebae of equivalent size. The combination of high respiratory rates and the often large standing stocks of Foraminifera encountered, suggests that these organisms may contribute significantly to total microbial benthic respiration.


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