ludwig feuerbach
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Author(s):  
Antônio Adriano de Meneses Bittencourt
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O artigo expõe o pensamento antropológico de Ludwig Feuerbach na dimensão da política, enfatizando que sua crítica à religião, para além da redução do objeto religioso à subjetividade, sustenta contornos políticos em favor da autodeterminação dos homens. Nesse contexto, reflete-se sobre o tema da liberdade e suas condições para que seja efetiva. Em articulação às ideias do filósofo, fazemos uma breve incursão na história evocando a crítica de José Carlos Mariátegui (1894-1930) quanto ao processo de abertura política no Peru, analisando a questão indígena enquanto marcada pela diferença entre o singular modo de viver desses povos frente aos desafios postos pela república, um dilema cujos pressupostos descortinamos a partir de Feuerbach e que persiste no debate político atual concernente à legitimidade das diferentes formas de organização social e política.


Acheronta ◽  
2021 ◽  
pp. 27
Author(s):  
Daiana G. Galizzi Ortega
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<p class="Default"> El objetivo de este trabajo es problematizar la cuestión de la alienación y exponer sus efectos perjudiciales para la vida del hombre. Para ello, partiremos del concepto de alienación en Feuerbach y nos serviremos de las obras: La esencia de la religión (2005) y La esencia del cristianismo (1995). En estas obras profundizaremos en la alienación del sujeto mediante la religión.</p><p class="Default">En un segundo momento desarrollaremos los efectos nocivos de la alienación en el hombre según Marx. Las escritos elegidos para esto son: La Ideología alemana (I) (2010), Los manuscritos de 1844 (1972) y por último, El manifiesto del partido comunista (1991). Desde estas obras abordaremos la noción de alienación del sujeto mediante trabajo, su producción y reproducción en todos los ámbitos de la existencia del sujeto. Nuestro interrogante será ¿por qué la alienación es tan nociva para el hombre?</p><p class="Default">Por último, explicaremos las similitudes y diferencias entre Marx y Feuerbach, exponiendo de qué manera Marx toma el concepto de alienación de su antiguo maestro para adaptarlo y mejorarlo. También nos serviremos de una carta inédita que data del año 1844 escrita por Karl Marx y dedicada a Ludwig Feuerbach, encontrada en la obra El humanismo premarxista de Ludwig Feuerbach (1975) de Cabada Castro.</p><p>Para finalizar realizaremos una comparación entre discrepancias y similitudes, tanto del concepto de enajenación como de la propuesta de superación en ambos autores.</p>


2021 ◽  
Vol 44 (3) ◽  
pp. 51-68
Author(s):  
Eduardo Ferreira Chagas
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Resumo: O presente artigo pretende destacar a tese de que a natureza, conforme Feuerbach, é um existente autônomo e independente e possui primazia ante o espírito. Para ele, a natureza material, que existe, em sua diferencialidade qualitativa, independente do pensar, é, diante do espírito, o original, o fundamento não deduzível, imediato, não criado de toda existência real, que existe e consiste por si mesmo. Feuerbach opõe a natureza ao espírito, pois ele a entende não como um puro outro, que só por meio do espírito foi posto como natureza, mas, como o primeiro, a realidade objetiva, material, a qual existe fora do entendimento e é dada ao homem por meio de seus sentidos como fundamento e essência de sua vida. Trata-se, portanto, primeiro daquela essência (luz, ar água, fogo, plantas, animais etc.), sem a qual o homem não pode nem ser pensado nem existir. A natureza é, para Feuerbach, a pluralidade de todos os objetos e essências que realmente são. Sob essa condição, é possível conceber a natureza como a garantia da exterioridade mesma, como que um existente fora de nós, que nada sabe de si e é em si e por si mesmo; por conseguinte, ela não deve ser vista como aquilo que ela não é, isto é, nem como divina, nem como humana. A natureza sempre existiu, quer dizer, ela existe por si e tem seu sentido apenas em si mesma; ela é ela mesma, ou seja, nenhuma essência mística, pois, por trás dela, não se esconde nenhum absoluto, nada humano, nada divino, transcendental ou ideal.


2021 ◽  
pp. 1-14
Author(s):  
José Edmar Lima Filho
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A presente exposição se orienta pela investigação de um possível interesse de Ludwig Feuerbach (1804-1872) pelo tema do conhecimento, neste caso específico tomando por base o escrito Pensamentos sobre a morte e a imortalidade (Gedanken über Tod und Unsterblichkeit [1830]). Embora esta temática pareça constituir um objeto lateral no interior da obra e, por isso, ali não exista um tratamento sistemático da mesma, procuro justificar a legitimidade de concluir que a questão do conhecimento não está apenas presente, mas que dela decorrem implicações diretas para a compreensão de outros problemas que aparecem seja no referido texto de 1830, seja em obras futuras, algo que sugere a importância de examinar tal questão mais demoradamente. Neste texto investigo o problema com base em uma tipologia do saber, para daí avaliar pontos como a distinção entre subjetividade e objetividade, assim como sobre as capacidades humanas a propósito de uma compreensão da exterioridade – em que comparece a centralidade da sensibilidade como condição de possibilidade do conhecimento –, sem desconsiderar a viabilidade da abstração. Finalizo anunciando o tema da valorização da natureza, que parece já estar considerado aqui em 1830 (e que virá retomado no pensamento feuerbachiano posterior), procurando igualmente compreender a questão do conhecimento a partir de um vínculo com a natureza e com a dimensão espácio-temporal que determina qualquer existência real. Palavras-chave: Ludwig Feuerbach, conhecimento, Pensamentos sobre a morte e a imortalidade.


Author(s):  
Helmut Loos

There is no doubt in research about the exemplary role Richard Wagner played for Gustav Mahler and Arnold Schönberg. His personality was simply too dominant in musical life and in the broader intellectual history of the time to not have a considerable influence on the two composers in their formative years. The suffering idea was the art-religious rank of music, as it had been widespread since Arthur Schopenhauer, especially in artistic circles. In contrast to Wagner’s decided atheism, which invoked Ludwig Feuerbach, Mahler and Schönberg can be diagnosed with a tendency towards modern irrationalism, asfound at the time inTheosophy and Anthroposophy. Philosophy of life and esotericism formed a favourable breeding ground for the most diverse varieties of art religion, among which emphatic art music was probably the most successful with regard to establishing itself in society. Syncretism was widespread and allowed the inclusion of heterogeneous elements, including, for example, traditional Christian religions.


2021 ◽  
pp. 194277862110101
Author(s):  
Baruc Jiménez Contreras

At the end of the 19th century, a debate emerged among academics of historical materialism on the apparent divergence between Engels’ and Marx’s theoretical developments. During the 20th century, those who wanted to argue that there was a dichotomy between the two authors identified Engels as responsible for historical materialism’s crises. This paper aims to demonstrate that Engels, far from distancing himself from Marx’s central positions, contributed to the formation of historical materialism as a revolutionary praxis that seeks a more rational regulation of the human metabolism with nature through overcoming the alienating conditions of the capitalist system. For this reason, the paper analyses Ludwig Feuerbach and the End of Classical German Philosophy, one of Engels’ most controversial texts, and exposes the correlation with the historical development of the revolutionary praxis in the Engels’ and Marx’s work. The article will be drawing on Adolfo Sánchez Vázquez’s Philosophy of Praxis, understood as a ‘revolutionary’ activity, and his analysis of Marx’s and Engels’ work. It is argued that one of Engels’ primary purposes, in Ludwig Feuerbach, was to show the demystification process of the Hegelian dialectical method, resulting in the formation of historical materialism as a dynamic epistemic model, that seeks to transform social reality through revolutionary praxis. The Feuerbachian ontological categories and Feuerbach’s perception of nature were the objects of the same process of demystification and critique, resulting in the characterisation of the human being in Marxism as a generic, social and historical being. Finally, it is shown that Engels demonstrates the possibilities for transformation of the human subject; for that reason, Engels’ argument is associated with the revolutionary praxis.


Author(s):  
Antônio Adriano de Meneses Bittencourt ◽  
Eduardo Ferreira Chagas

O presente artigo discorre acerca do pensamento de Ludwig Feuerbach em articulação a um conto do famoso escritor americano Edgar Allan Poe, A Máscara da Morte Rubra, de 1842. Reflete-se aqui sobre a pretensa fixidez e cerceamento do conceito de vida, que, no mundo contemporâneo, modelado pelos vultos da razão e da religiosidade, expulsam o papel da morte como elemento fundamental através do qual se afirma a natureza em nós, sendo, aqui, denunciado como um impropério o desejo de expurgar a inexorável presença de Tânatos (Θάνατος) além do indício de uma postura que se transmuta moralmente em um tratamento aversivo à natureza e à vida. No mesmo, tecemos alguns comentários acerca da relação entre a crise sanitária referente à pandemia da Covid-19 e à urgência de um novo paradigma que se eleve sobre o já desgastado Antropoceno, a “Era do homem”, que convulsiona ante os abusos cometidos pela humanidade em relação ao mundo natural, com destaque a uma reflexão sobre a morte como pretensão de se abrir uma senda ao possível enlace da consciência ante ao seu destino final na natureza.


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