john money
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2020 ◽  
Vol 6 (2) ◽  
Author(s):  
Ramon Luiz Braga Dias Moreira
Keyword(s):  

O autor pretende repensar a teoria interacionista de John Money sobre Identidade de Gênero, a partir dos novos concertos advindos das teo- rias feministas e das teorias da psicossociologia.O autor situa a teoria de Money dentro da doutrina funcionalista, considerando-a, neste sentido, fixa em seus pressupostos, e com objetivos normativos. Considera ainda que a pesquisa original (que deu origem a toda teo- ria interacionista) não possui validade científica capaz de generalização, tal como vem ocorrendo, a partir dela até nossos dias.A proposta final do artigo é sugerir reformulação a complementação aos concertos de identidade de gênero, compatíveis com as nudanças sociais advindas da pós- modernidade.


2019 ◽  
Vol 14 (edsup) ◽  
pp. 148
Author(s):  
D. C. A. Freitas ◽  
M. A. Guimarães ◽  
C. L. Carezzato ◽  
C. T.M. Mendo ◽  
S. B. Garcia
Keyword(s):  

A revista de Nature relata que o percentual de pessoas intersexuais é de 1%, proporção similar àquela de pessoas com os cabelos ruivos, um número muito significativo de pessoas. Esse termo é usado para uma variedade de condições nas quais uma pessoa nasce com uma anatomia reprodutiva ou sexual que não parece se encaixar nas definições típicas de mulher ou homem. Na década de 1950, uma equipe de especialistas médicos da Universidade Johns Hopkins desenvolveu o que veio a ser chamado de sistema de “sexo ótimo para criação” para o tratamento de crianças com interssexo. A idéia consistia que em casos de intersexuais a designação de gênero fosse resolvida cedo, para que as crianças crescessem e se tornassem “bons” meninas e meninos (dentro do padrão heterocisnormativo). Sob a liderança teórica do psicólogo John Money, a equipe de Hopkins acreditava que o gênero seria tutelado pela criação e poderia transformar qualquer criança em uma menina ou menino “real” se fizesse com que seus corpos parecessem corretos (antes dos 18 meses de idade), fazendo com que eles e seus pais acreditassem na atribuição de gênero.


2018 ◽  
Vol 13 ◽  
pp. 167-189
Author(s):  
Patrícia Da Silva Morais
Keyword(s):  

É pretenso por este trabalho fazer uma breve incursão histórica sobre a transexualidade, cuidando dos principais estudos e eventos que trouxeram subsídios à discussão aberta do fenômeno, considerando, de maneira especial, os estudos da década de 1950 mormente uma das mais reconhecidas intervenções cirúrgicas e, após, os estudos do endocrinologista Harry Benjamin, passando pelas considerações de John Money, Stoller e outros, até a regulamentação da cirurgia de transgenitalização no Brasil noano de 1997 e seu posterior atendimento pelo Sistema Único de Saúde no ano de 2008. É também importante, para tratar sobre o conceito da transexualidade, trazer definições importantes sobre «sexo», «gênero» e «identidade de gênero», sem o qual não seria possível um melhor entendimento do tema, para, por fim, tratar dos direitos individuais da pessoa transexual, em especial ao seu direito ao casamento no campo das relações individuais.


Sexualities ◽  
2018 ◽  
Vol 21 (3) ◽  
pp. 476-495 ◽  
Author(s):  
David Andrew Griffiths

The medical ‘management’ of individuals with atypical sex characteristics, or intersex variations, has been under scrutiny since the beginnings of intersex activism in the 1990s. This article explores a history of intersex surgeries in Britain and the interaction with medical and popular discourses around ‘sex-change’ between 1930 and 1955. A focus on this period in Britain helps to critically elaborate on debates in intersex scholarship; provides historical context for the introduction of approaches and protocols based on John Money and colleagues’ work in the USA in the mid-century; and analyses a long history of tension and intersection between trans and intersex experiences, treatments, politics and popular representations that continue into the present.


Author(s):  
Juan Luis Álvarez Gayou-Jurgenson ◽  
Salvador Martín Camacho y López ◽  
Juan Francisco Martínez Campos ◽  
José Ventura Campos Rodríguez
Keyword(s):  

La visión interdisciplinaria del campo científico de la sexología que emerge después de los estudios de Kinsey y de Masters y Johnson se expresa con claridad en opinión de Bullough en lo que se denomina como los estudios de género. Fue en 1955 cuando John Money adoptó el término de género con el fin de utilizar un concepto inclusivo que pudiera distinguir la femineidad o el ser femenino y la masculinidad o el ser masculino del sexo exclusivamente circunscrito al plano biológico (lo femenino y lo masculino). En este sentido, al proponer y utilizar un nuevo termino, Money abrió todo un novedoso y atractivo campo de investigación y como el mismo explica “necesitaba una terminología que me permitiera escribir sobre su vida sexual y procreativa como hombre y mujer… así que en términos de su adhesión a los estereotipos y a la codificación social tradicional de sus actividades e intereses… Los estudios se Kinsey y de Masters y Johnson pueden enfocarse en lo que Szass denomina como una corriente de investigación biomédica y que se calificaría como primordialmente de corte positivista y un segundo enfoque posterior para el estudio de la sexualidad es el enfoque del constructivismo.


2016 ◽  
Vol 34 (2) ◽  
pp. 487-529 ◽  
Author(s):  
Marie-Amélie George

In 1974, gay father Bruce Voeller sought visitation with his three children after divorcing his wife. The New Jersey family court held a six day trial that centered on expert witness testimony as to whether Voeller's homosexuality would be detrimental to his children. Drs. Richard Green and John Money testified on Voeller's behalf, whereas Voeller's ex-wife called Dr. Richard Gardner, who concluded that “‘the total environment to which the father exposed the children could impede healthy sexual development in the future.’” In his opinion, which imposed strict limitations on visitation, the judge focused on the opposition within the American Psychiatric Association (APA) over the decision to declassify homosexuality as a mental illness, reasoning that psychiatrists' inability to agree on how to define or classify homosexuality indicated that it was impossible to know what effect Voeller's homosexuality would have on his children. The court consequently concluded that the medical controversy, combined with “the immutable effects which are engendered by the parent-child relationship, demands that the court be most hesitant in allowing any unnecessary exposure of a child to an environment which may be deleterious.” The court imposed visitation restrictions to prevent the children from being in “any homosexual related activities,” which included prohibiting Voeller from ever introducing his partner to the children.


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