robert nisbet
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Author(s):  
Jiri Zuzanek
Keyword(s):  

Já foi dito que os conceitos de lazer e trabalho têm significado sociológico apenas vis-à-vis uns aos outros. A noção de “unidade de idéias” (ou “ideias elementares”), de Robert Nisbet, referindo-se a preocupações históricas comuns, é usada neste artigo para examinar as mudanças nas avaliações do papel atribuído ao lazer e ao trabalho ao longo da história. Que papel foi atribuído ao lazer e ao trabalho no passado e é atribuído a eles hoje na formação da identidade humana, estimulando a mudança social, reforçando a integração social, elevando a igualdade social e contribuindo para o bem-estar? Duas outras questões controversas examinadas no artigo estão associadas aos efeitos alienantes da divisão do trabalho sobre o lazer e as visões conflitantes em relação à chegada da “sociedade do lazer”. O artigo tenta demonstrar que as relações entre trabalho e lazer não são “uni-lineares” e o limite de bem-estar não é entre trabalho e lazer, mas dentro deles. Palavras-chave: Lazer; Trabalho; Integração Social; Bem-estar; Sociedade do Lazer.


Author(s):  
Ethan Schrum

The epilogue treats critics of American modernity and the instrumental university, especially the sociologist Robert Nisbet, a University of California faculty member (and sometime administrator) at Berkeley and Riverside from 1939 to 1972 who knew Clark Kerr. Nisbet lashed out at organized research in his 1971 book The Degradation of the Academic Dogma, where he coined the term “academic capitalism.” The most unfortunate consequence of the ORU’s rise to prominence, Nisbet believed, was that it separated research from teaching, thus tearing asunder what he conceived as a coherent fabric of academic practice. Nisbet’s thought provides a helpful framework for assessing the instrumental university’s legacy for higher education and American society today.


2017 ◽  
Vol 9 (18) ◽  
Author(s):  
Marcos Paulo Fernandes de Araujo (UFRGS)

A proposta deste artigo é considerar a discussão promovida por Hannah Arendt aos conceitos de poder, força, vigor, violência e autoridade no seu opúsculo Sobre a violên-cia, e também em O que é autoridade?, a partir de uma perspectiva histórico-filosófica, avançando nela, a partir do confronto das concepções da autora com o cabedal metafísico proporcionado pelo aristotelismo tomista, aliado, ainda, a considerações de caráter histórico e sociológico hauridas no sociólogo Robert Nisbet, bem como outras de caráter filológico, buscadas em Émile Benveniste e Maxence Hecquard. O primeiro objetivo do artigo é apresentar as concepções da autora sobre os termos listados e analisar sua consistência, isto é, tanto sua coerência lógica, quanto sua consonância aos dados da vida humana em sociedade, ao menos no Ocidente. Verificada sua insuficiência, diante tanto da sua incoerência discursiva interna, quan-to da sua ausência de consonância com a realidade que pretende retratar, é apresen-tada uma crítica aos conceitos que a autora faz dos termos apresentados; falhos, por serem baseados numa metafísica de influência plantonista, que deixa de fora o influ-xo eficiente da causa final, tornando ininteligível a forma social em detrimento de uma mera união de forças. Propõe-se, então, uma reformulação deles assentada na metafísica e na antropologia tomista, que leva em conta tanto a ordem da participa-ção, quanto a da causalidade.


2015 ◽  
Vol 9 (2) ◽  
pp. 47-51
Author(s):  
Nathan Harter
Keyword(s):  

Society ◽  
2015 ◽  
Vol 52 (4) ◽  
pp. 324-334 ◽  
Author(s):  
Daniel Chernilo
Keyword(s):  

Society ◽  
2015 ◽  
Vol 52 (4) ◽  
pp. 335-343 ◽  
Author(s):  
Paul Gottfried
Keyword(s):  

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