henri berr
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2021 ◽  
Vol 39 ◽  
pp. 175-197
Author(s):  
João Príncipe
Keyword(s):  

Os ensaios de António Sérgio propõem uma história escrita por um cidadão-filósofo, crítica das perspetivas nacionalistas e da história erudita que sacraliza os factos e deprecia as hipóteses teóricas. Opositor do regime, o seu projeto de uma História de Portugal em nove tomos foi abortado pela apreensão do tomo 1 em 1941. O historiador Alfredo Pimenta, com o apoio de Salazar, atacou essa publicação e Sérgio respondeu a Pimenta com aprofundadas reflexões sobre a epistemologia da História, mostrando como o papel das interpretações é fundamental, geminando a história com os outros saberes, sob um ideal científico totalizante e transdisciplinar. Expõem-se os contornos da polémica e analisam-se essas reflexões, integrando-as no todo da obra do autor e mostrando a inspiração recolhida nas obras de John Dewey (função da história), de Henri Berr (síntese científica) e de alguns historiadores e filósofos do virar do século.


The Gleaner ◽  
2016 ◽  
Vol 3 ◽  
pp. 170
Author(s):  
C. Th. Dimaras
Keyword(s):  

No abstract


The Gleaner ◽  
2016 ◽  
Vol 3 ◽  
pp. 171
Author(s):  
Γιώργος Μουρέλος
Keyword(s):  

No abstract


2013 ◽  
Vol 18 (4) ◽  
pp. 623-630
Author(s):  
Maria Fernanda Costa Waeny
Keyword(s):  

Costuma-se afirmar que Henri Berr foi o primeiro autor que usou o termo psicologia histórica, em 1899. Desde então, citações a ela têm sido recorrentes na literatura acadêmica mundial. No Brasil, porém, a primeira menção até agora localizada data de 1877. Entre esta citação e o reaparecimento do termo, em 1978, surgiram vários títulos estrangeiros -alguns dos quais traduzidos para o português. A partir da década de 1980, psicologia histórica foi tema de artigos e figurou como disciplina em cursos de psicologia, em nível de graduação e pós, tema de dissertações e de apresentações em congressos. O objetivo do artigo é traçar os primórdios da psicologia histórica tal como comumente aceita e apresentar dados sobre sua história no Brasil, mencionando alguns de seus autores e pesquisadores.


2002 ◽  
Vol 37 (2) ◽  
Author(s):  
Rafael Sêga

O presente artigo pretende ver como a História Política tradicional, ao definir temas, objetos, princípios e métodos tomando como base a visão centralizada e institucionalizada do poder, preponderou por mais de dois mil anos. Pretende ver também como a mesma, ao final do século XIX, acabou sucumbindo aos ataques feitos pela sociologia de Émile Durkheim, de François Simiand e pela renovação metodológica proposta por Henri Berr e, mais tarde, pelos Annales. Contudo, a partir da década de 60, surgiram importantes iniciativas na busca de uma “Nova História Política”, no intuito de resgatar o papel e importância do político sem recair, no entanto, na História Política factual. Foi observado que essa nova forma de escrever sobre o poder na história se apropriou de outros ramos das Ciências Sociais, como a Ciência Política, a Sociologia e a Antropologia, entendendo a vida política como um complexo de ações, convicções e sensibilidades. Abstract The present article intends to verify how the traditional political history when defining themes, objects, principles and methods grounded on the institutionalized and centered vision of power, prevailed for over two thousand years. And also, how it, by the end of the nineteenth century, came to its end due to the attacks under the Émile Durkheim and François Simiand’s sociology and the methodological renovation proposed by Henri Berr and later on by the Annales. However, since the 60s important initiatives have arisen in search of a “New Political History”, with the intention of rescuing the role and importance of politicians with no recurrence, nevertheless, to factual political history. It was observed that this new way of writing about power in history has permeated other fields concerning social sciences, such as political science, sociology and anthropology, and has perceived political life as a conjunction of actions, convictions and sensibility.


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