uapaca kirkiana
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2020 ◽  
Vol 2020 ◽  
pp. 1-11
Author(s):  
Armistice Chawafambira ◽  
Moosa Mahmood Sedibe ◽  
Augustine Mpofu ◽  
Matthew Achilonu

Uapaca kirkiana is an underutilised indigenous fruit tree (IFT) found in the miombo ecological zone in sub-Saharan Africa. Furthermore, sub-Saharan Africa is home to many nutritionally insecure people who suffer from micronutrient deficiency. The incorporation of probiotic strains in jams as a possible way of enhancing mineral accessibility, food quality, and health is limited in Africa. This study monitored the probiotic potential, bioaccessible iron and zinc, and organoleptic properties of U. kirkiana fruit jam fermented with L. rhamnosus yoba. U. kirkiana fruits were collected from semiarid rural areas of Zimbabwe. The L. rhamnosus yoba strain was obtained from the Yoba for Life Foundation, Netherlands. Mineral and biochemical properties of the probiotic jam were analysed using AOAC standard methods. The U. kirkiana fruit tree was ranked first as a food resource by most rural populations in Zimbabwe. The probiotic jam formulation had 55% (wt/vol) U. kirkiana fruit pulp, 43% (wt/vol) sugar, 1.25% (wt/vol) pectin, 0.5% (wt/vol) citric acid, and 0.25% (wt/vol) L. rhamnosus yoba strain. The probiotic jam had 6.2 ± 0.2 log CFU/mL viable L. rhamnosus yoba cells. Iron and zinc content (mg/100 g w.b.) was 4.13 ± 0.22 and 0.68 ± 0.02 with pH 3.45 ± 0.11 , respectively. Nutrient content was g/100 g w.b., carbohydrate 66 ± 4.1 , fat 0.1 ± 0.01 , crude protein 0.2 ± 0.01 , ash 0.7 ± 0.02 , and crude fiber 0.3 ± 0.01 . Bioaccessible iron and zinc were 6.55 ± 0.36 % and 16.1 ± 0.50 % and increased by 4% and 2% in the probiotic jam, respectively. Mineral bioaccessibility and nutrient content were significantly different ( p < 0.05 ) in jam with 0.25% L. rhamnosus yoba. Jam acceptance rating was 83%. The probiotic jam can be used as a sustainable food containing probiotic with potential nutritional and health benefits.


2020 ◽  
Vol 20 (05) ◽  
pp. 16490-16508 ◽  
Author(s):  
A Chawafambira ◽  
◽  
MM Sedibe ◽  
A Mpofu ◽  
MC Achilonu ◽  
...  

2020 ◽  
Vol 20 (04) ◽  
pp. 16161-16177
Author(s):  
Armistice Chawafambira ◽  
◽  
MM Sedibe ◽  
A Mpofu ◽  
MC Achilonu ◽  
...  

2020 ◽  
Vol 20 (sup3) ◽  
pp. S1174-S1191
Author(s):  
Armistice Chawafambira ◽  
Moosa Mahmood Sedibe ◽  
Augustine Mpofu ◽  
Matthew Achilonu

2020 ◽  
Vol 6 (1) ◽  
pp. 1766735 ◽  
Author(s):  
Armistice Chawafambira ◽  
Mahmood Moosa Sedibe ◽  
Augustine Mpofu ◽  
Matthew Achilonu ◽  
Fatih Yildiz

Kew Bulletin ◽  
2019 ◽  
Vol 74 (3) ◽  
Author(s):  
Pierre Meerts ◽  
João N. M. Farminhão
Keyword(s):  

2019 ◽  
Vol 10 (1) ◽  
pp. 77-89 ◽  
Author(s):  
Merlindo Jacinto Manjate ◽  
Jonas Zefanias Massuque

O presente estudo teve como objetivo avaliar a composição e a estrutura da vegetação em dois ambientes de Miombo, sendo o primeiro denominado de Ambiente I (trecho de mata de Miombo), o segundo de Ambiente II (área abandonada após agricultura). Foram estabelecidas quinze parcelas de 20 m x 50 m em cada ambiente. Todos os indivíduos lenhosos e em regeneração com DAP> = 5cm foram medidos e identificados. A suficiência amostral foi avaliada com base nas curvas de rarefação. O padrão de variação florístico entre os ambientes avaliado através do Escalonamento Multidimensional não Métrico (NMDS). No Ambiente I, 40 espécies distribuídas em 21 famílias foram registradas enquanto que no ambiente II constatou-se a ocorrência de 19 espécies pertencentes a 10 famílias. Os parâmetros florísticos e fitossociológicos avaliados foram densidade, dominância, frequência e índice de valor de importância (IVI). Em ordem decrescente, Brachystegia spiciformis e Julbernardia globiflora apresentaram maiores IVI no Ambiente I. Uapaca kirkiana e Diplorhynchus condylocarpon detiveram os maiores valores para tal índice no Ambiente II. As espécies dominantes no Ambiente II são as comumente encontradas nesses ambientes e são capazes de crescer em áreas antropizadas e mostram uma capacidade de recuperação da vegetação do Miombo contra distúrbios antrópicos.


2019 ◽  
pp. 417-432
Author(s):  
José João Tchamba
Keyword(s):  

Este estudo constitui um ensaio na compreensão e aprofundamento dos conhecimentos sobre os costumes dos povos da província da Huíla em relação a utilização dos recursos fitológicos, tanto na alimentação como na medicina. Os dados foram obtidos em trabalhos de campo e por meio da revisão bibliográfica. Duas espécies vegetais foram analisadas, Securidaca longipedunculata Fresen, as raízes da planta são utilizadas a nivel local como analgésico; porém estudos realizados em outros países indicam que todos os órgãos desta espécie são medicinais, outra planta, discutida foi a Uapaca kirkiana Mull.Arg, os frutos desta são comestíveis e comercializados a nível local, também tem uso medicinal. 


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