portasystemic shunt
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2021 ◽  
Vol 14 (6) ◽  
pp. e242368
Author(s):  
Padmini Krishnamurthy ◽  
Ammar Ahmad

We present a case of 64-year-old US veteran who developed recurrent hepatic encephalopathy (HE) following transjugular intrahepatic portasystemic shunt (TIPSS) procedure. The patient had a history of metabolic syndrome and cirrhosis due to non-alcoholic steatohepatitis. He had undergone sleeve gastrectomy 1 year earlier with preoperative TIPSS placement. He developed recurrent symptoms of HE despite optimising his medications, resulting in poor quality of life and multiple hospitalisations. A liver Doppler ultrasound and CT scan of the abdomen was obtained which showed a patent TIPSS and a prominent shunt between the splenic vein and left renal vein via the left gonadal vein. This was treated with reduction of TIPSS, by placement of a covered stent in an hourglass configuration within the existing TIPSS stent and simultaneous embolisation of the splenorenal shunt by interventional radiology. The patient had complete resolution of symptoms following the procedure without any recurrence of HE.


2001 ◽  
Vol 38 (1) ◽  
pp. 69-80 ◽  
Author(s):  
Gerson CARREIRO ◽  
André da Luz MOREIRA ◽  
Felipe Francescutti MURAD ◽  
Feliciano AZEVEDO ◽  
Henrique Sérgio Moraes COELHO

Diversas alternativas terapêuticas têm sido usadas, atualmente, na tentativa de reduzir a mortalidade de pacientes com hipertensão portal que desenvolvem varizes esofagianas. Abordagem de uma dessas alternativas que ainda é de exceção e pouco utilizada em nosso meio - o "shunt" (desvio) portossistêmico intra-hepático transjugular - TIPS ("transjugular intrahepatic portasystemic shunt"). O TIPS possibilita redução significativa do gradiente de pressão portohepático, uma vez que funciona como um "shunt" portocava látero-lateral, promovendo, dessa forma, descompressão eficiente do sistema portal, reduzindo significativamente o risco de sangramentos. A técnica consiste na inserção percutânea, através da veia jugular interna, de malha metálica através do parênquima hepático, sob controle angiográfico, criando verdadeira comunicação portocava. Bons resultados na utilização do TIPS têm sido atestados em diversos estudos, muito embora bem poucos deles tenham sido controlados e randomizados de modo a concluir que esse procedimento é seguro, eficaz e com boa relação custo-benefício. Dessa forma, buscou-se, nesta revisão, uma análise do estado atual da utilização do TIPS, sua técnica, principais indicações e complicações. O TIPS vem sendo utilizado nos casos de hemorragia digestiva refratária ao tratamento farmacológico e/ou endoscópico, principalmente em pacientes Child-Pugh B e C ou ainda como opção de controle do quadro, servindo como "ponte" para um futuro transplante hepático. Pode-se considerar ainda o tratamento da ascite refratária, da síndrome hepatorrenal e do hidrotórax hepático como promissoras indicações definitivas para a colocação do TIPS. As complicações dessa técnica estão relacionadas, sobretudo, a sua colocação, às conseqüências hemodinâmicas imediatas, como a encefalopatia hepática, e às complicações tardias envolvendo principalmente a oclusão do "stent" (prótese auto-expansiva).


1997 ◽  
Vol 84 (1) ◽  
pp. 33-33 ◽  
Author(s):  
D. Patch ◽  
G. Dodge ◽  
P. A. McCormick ◽  
B. Davidson ◽  
K. Rolles ◽  
...  
Keyword(s):  

1997 ◽  
Vol 84 (1) ◽  
pp. 33-33 ◽  
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D. Patch ◽  
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P. A. McCormick ◽  
B. Davidson ◽  
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