fossa poplitea
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2021 ◽  
Author(s):  
Helen Gracieli da Cruz Furmann Knop ◽  
Lenise Manzoni Padilha ◽  
Giankarlo Fernandes De Oliveira ◽  
Thais Safranov Giuliangelis
Keyword(s):  

Introdução: Queimadura é uma lesão na pele com aspecto de ferida traumática causada por agentes químicos, térmicos, elétricos, radioativos. Estima-se que no Brasil ocorram 1 milhão de acidentes com queimaduras por ano. Destes, 100.000 procuram atendimento hospitalar e 2.500 morrerão direta ou indiretamente devido à extensão ou gravidade das lesões. Objetivo: Avaliar os resultados obtidos no tratamento de queimaduras decorrentes de acidentes de trânsito com emulsão com óleo de Andiroba (Tegum®). Material e Método: O estudo foi observacional, de braço único, do tipo descritivo qualitativo. A pesquisa foi realizada a partir de um estudo de caso retrospectivo de uma paciente que deu entrada no pronto-socorro de um hospital filantrópico do Vale do Itapocu catarinense no ano de 2019 com queimadura de segundo grau em 45% da superfície corporal. Resultados: Em 20/08/2019, foi iniciado curativo com soro fisiológico, aplicado Tegum® na pele íntegra e em área queimada até segundo grau, utilizado hidrogel com AGE em tecido necrótico e alginato de cálcio em fossa poplítea devido à profundidade e tecido necrótico amolecido, cobertura secundária feita com rayon e curativo, mantendo o paciente isolado conforme protocolo institucional. Paciente seguiu com esta conduta, suspendendo o hidrogel e o alginato conforme a cicatrização ia evoluindo e mantendo Tegum® no processo cicatricial integral. A mesma ficou internada por 36 dias, depois foi acompanhada no ambulatório e manteve o uso do Tegum® por 6 meses para devolução da firmeza e da resistência da pele. Conclusão: O Tegum® foi eficaz no alívio da dor, eritema e odor, auxiliando na regeneração do tecido lesado, pois o óleo de andiroba, que está em sua composição, tem ação anti-inflamatória e cicatrizante.


Phlebologie ◽  
2021 ◽  
Vol 50 (01) ◽  
pp. 51-58
Author(s):  
Eva Maria Valesky ◽  
Erika Mendoza ◽  
Erich Brenner

ZusammenfassungIn Giacominis Erstbeschreibung (1873) wurde über eine Vene berichtet, die über die Fossa poplitea zum dorsalen Oberschenkel (ohne in die V. poplitea einzumünden) weiter nach medial zieht, um in die V. saphena magna zu münden. Seither wurden zahlreiche weitere Mündungstypen (auch mit Einmündung in die V. poplitea) publiziert. Im klinischen Alltag erfährt diese Vene hingegen nur wenig Beachtung. Die Wahrscheinlichkeit, eine Insuffizienz der V. giacomini nachzuweisen, ist v. a. bei simultanem Vorliegen einer insuffizienten V. saphena parva um das knapp 12-Fache erhöht. Man unterscheidet 2 Refluxtypen der V. giacomini. Beim retrograden Reflux gelangt venöses Blut über die V. saphena magna, die Beckenvenen oder die Perforansvenen des Oberschenkels in die V. saphena parva. Beim wesentlich selteneren anterograden Reflux kommt es zu einem paradoxen (aufsteigenden) Reflux in der V. giacomini während der muskulären Diastole. Eine ausschließlich V.-saphena-fokussierte chirurgische Therapie ohne Berücksichtigung der Refluxtypen kann möglicherweise in einer Überbehandlung des Patienten enden und sollte im Zeitalter der therapeutischen Vielfalt und eines möglichst venenerhaltenden Vorgehens vermieden werden.Aufgrund der anatomischen Enge der Fossa poplitea und der in der Vergangenheit zunehmend an Beliebtheit gewonnenen endoluminal-thermischen Verfahren ist die Kenntnis der topografischen Anatomie insbesondere zur Vermeidung von neurologischen Komplikationen von essenzieller Bedeutung.


Phlebologie ◽  
2018 ◽  
Vol 47 (06) ◽  
pp. 352-362
Author(s):  
E. Brenner

ZusammenfassungDas oberflächliche Venensystem des Beines beginnt mit den epifaszialen Venen, das sind die diversen Venennetze der Subkutis, die Vv. saphenae accessoriae, die V. epigastica superficialis, die V. circumflexa ilium superficialis und die Vv. pudendae externae. Diese münden in die beiden intrafaszialen Venen, die V. saphena magna und die V. saphena parva ein. Diese wiederum münden in das tiefe Ve-nensystem ein, die V. saphena magna konstant im Hiatus saphenus, die V. saphena parva in etwas mehr als zwei Dritteln der Fälle in der Fossa poplitea. Zudem bestehen zahlreiche Verbindungen zwischen oberflächlichem und tiefem Venensystem über die Vv. perforantes. Die oberflächlichen Venen stehen untereinander über Vv. communicantes in Verbindung. In den oberflächlichen Venen finden sich zahlreiche parietale Klappen, zumeist mit zwei, in kleineren und kleinsten Venen auch mit nur einem Klappensegel. An der Mündung der V. saphena magna kann sich zudem eine ostiale Klappe, Astklappe, befinden. Die Wand der oberflächlichen Venen besitzt den typischen dreischichtigen Aufbau mit einer Tunica intima, einer Tunica media und einer Tunica externa. Die Tunica intima besitzt, zumindest in der V. saphena magna nachgewiesen, eine Membrana elastica interna. In der Tunica media finden sich innen longitudinal angeordnete Bündel glatter Muskulatur, nach außen gefolgt von dichten Bündeln zirkulär angeordneter glatter Muskulatur. In der Tunica externa können ebenfalls noch längsgerichtete Muskelfaserbündel zu finden sein. Sowohl die V. saphena magna als auch die V. spahena parva liegen in einer eigenen Faszienhülle, deren Boden von der Fascia cruris bzw. der Fascia lata und deren oberflächliches Blatt von der jeweiligen Fascia saphena gebildet wird. Innerhalb dieser „Saphenous Compartments” werden die jeweiligen Venen durch Ligamenta saphena seitlich verankert. Etwa 60 großvolumige, klinisch bedeutende Vv. perforantes verbinden das oberflächliche mit dem tiefen Venensystem. Zumindest eine Klappe in einer V. perforans verhindert dabei einen Rückstrom aus dem tiefen Venensystem.


2017 ◽  
Vol 12 (39) ◽  
pp. 1-10
Author(s):  
Roberto Wallace Dias Lacerda ◽  
Cássio Battisti Serafini ◽  
Pedro Miño Vianna ◽  
Leandro Jácomo Maria ◽  
Giulia Garcia Regattieri
Keyword(s):  

A realização de procedimentos cirúrgicos na Unidade Básica de Saúde é preconizada e descrita na literatura. No entanto, tal prática vem sendo cada vez menos aplicada na atenção primária. Em um contexto de superlotações de hospitais terciários e consequente inoperação de cirurgias eletivas, é de extrema importância a realização desses procedimentos na Clínica da Família. Nesse trabalho, apresenta-se um caso de um paciente submetido à exérese de lipoma gigante incapacitante, na fossa poplítea esquerda, com 12 anos de evolução e com tentativa frustrada de resolução cirúrgica em um hospital terciário.


2015 ◽  
Vol 14 (4) ◽  
pp. 360-363 ◽  
Author(s):  
Fábio Linardi ◽  
Jorge Augusto Leite Zbeidi ◽  
Carolina Mamy Kaida ◽  
Luis Carlos Mendes de Brito ◽  
Luis Eduardo Bolognesi ◽  
...  

Resumo A Síndrome de Ehlers-Danlos (EDS) é uma rara doença hereditária do tecido conjuntivo proveniente de uma alteração da síntese do colágeno. A principal característica da EDS é a extrema fragilidade do tecido conjuntivo, que pode resultar em rotura uterina, perfuração intestinal espontânea e várias doenças vasculares como aneurismas, pseudoaneurismas, dissecções arteriais e roturas espontâneas. Os autores relatam o caso de um paciente de 11 anos de idade que apresentava tumor pulsátil na fossa poplítea esquerda após trauma leve com bola de futebol. Diagnosticado pseudoaneurisma de artéria poplítea pelo doppler arterial, confirmado através da angiografia, optou-se pela exploração arterial e devido à fragilidade da parede não foi possível a sua reconstrução. Realizada a ligadura simples da artéria proximal. Evoluiu com isquemia grave do membro e após autorização da família foi realizada a sua amputação. No segundo dia do pós-operatório o paciente apresentou uma dissecção aguda da aorta torácica, evoluindo a óbito.


2012 ◽  
Vol 20 (2) ◽  
pp. 98-103 ◽  
Author(s):  
Fabrício Borges Oliveira ◽  
Valéria Martins Dias Pereira ◽  
Ana Paula Nassif Tondato da Trindade ◽  
Antônio Carlos Shimano ◽  
Ronaldo Eugênio Calçada Dias Gabriel ◽  
...  
Keyword(s):  

OBJETIVO: Avaliar a ação precoce do laser terapêutico e do ultrassom no processo de regeneração de uma lesão experimental em ratos. MÉTODO: Utilizou-se 24 ratos. Dezoito foram submetidos ao procedimento cirúrgico de lesão do nervo ciático por compressão, através de uma pinça hemostática acima da fossa poplítea. Os animais foram divididos em três grupos com seis animais em cada. Grupo controle normal. GI: controle lesado sem intervenção terapêutica. GII: intervenção terapêutica do laser ArGaAl. GIII: intervenção terapêutica do ultrassom Pulsado. Iniciamos as intervenções terapêuticas 24 horas após a lesão, com aplicações diárias, por um período de quatorze dias consecutivos. RESULTADOS: Ao avaliar a perimetria dos músculos da coxa direita obteve-se os seguintes valores médios de diminuição (mm), para cada grupo GI: 0,45; GII: 0,42; GIII: 0,40. Quanto ao tempo de deslocamento tanto o GII e GIII apresentaram diferença significativa, quando comparados ao GI. Na avaliação final do IFC o GII sobressaiu ao GIII. Quanto a cicatrização observou-se grande melhora no GII e GIII. CONCLUSÃO: Os resultados evidenciaram que a recuperação nervosa foi maior com a aplicação do laser. Nível de evidência II, Estudos terapêuticos - Investigação dos resultados do tratamento


2011 ◽  
Vol 61 (5) ◽  
pp. 538-543
Author(s):  
Viviane de Oliveira Rangel ◽  
Raphael de Almeida Carvalho ◽  
Beatriz Lemos da Silva Mandim ◽  
Rodrigo Rodrigues Alves ◽  
Roberto Araújo Ruzi ◽  
...  
Keyword(s):  

Author(s):  
Lutz Kretschmer ◽  
Carsten Oliver Sahlmann ◽  
Pawel Bardzik ◽  
Kai-Martin Thoms ◽  
Hans Peter Bertsch ◽  
...  
Keyword(s):  

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