darren aronofsky
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Travessias ◽  
2021 ◽  
Vol 15 (2) ◽  
pp. 55-64
Author(s):  
Fabiana Maceno Domingos Pedrolo

A presente pesquisa propõe explorar o universo cinematográfico pela perspectiva do diretor e, para tanto, se utiliza do uso da câmera subjetiva indireta livre (termo cunhado pelo cineasta italiano Pier Paolo Pasolini) no cinema contemporâneo para ilustrar a influência do Cinema de Poesia na atualidade. O hibridismo presente nas produções atuais permite que este recurso auxilie na produção dos sentidos da diegese de forma peculiar e intrigante. Sendo assim, neste artigo, pretende-se apontar alguns exemplos de subjetiva indireta livre encontrados em um filme atual a fim de apresentar a sua relevância para a construção da obra, a percepção do espectador e, principalmente a sua colaboração no que diz respeito ao olhar do diretor sobre o filme e as implicâncias deste sobre o todo. Com base no que preconiza Pasolini, o foco deste trabalho é analisar os elementos de poesia inseridos no cinema tendo como ferramenta principal o uso da câmera. Ademais, abordaremos a teoria de Tofalini (2013) sobre o romance lírico, Ferreira (2004) sobre a poética do cinema e do próprio Pier Paolo Pasolini sobre o Cinema de Poesia, e procuraremos apontar as pinceladas de poesia presentes no cinema contemporâneo analisando o filme Mãe! (2017), do diretor Darren Aronofsky. É possível nas produções atuais identificarmos o cinema de poesia? Se a pós-modernidade é híbrida, onde podemos evidenciar esta vertente tão específica como elemento constitutivo e crucial na narrativa cinematográfica? 


Travessias ◽  
2021 ◽  
Vol 15 (2) ◽  
pp. 113-126
Author(s):  
Adriano Menino De Macêdo Júnior ◽  
Roniê Rodrigues Da Silva

Este trabalho objetiva realizar uma leitura crítica do filme Mãe!, dirigido por Darren Aronofsky e lançado nos Estados Unidos no ano de 2017. De maneira específica, visa problematizar como a narrativa fílmica reencena uma série de mitos da literatura universal, que se desenrolam na versão cinematográfica considerando o simbolismo do território da casa, a qual é compreendida como um universo particular que se relaciona com uma significação cósmica, por meio da qual passa a representar o próprio mundo. No desenvolvimento das nossas reflexões, recorremos aos estudos no campo da mitologia, a partir da leitura de teóricos como Mircea Eliade (2007) e Philip Freund (2008), e a respeito do simbolismo do centro, através das pesquisas de Raissa Cavalcanti (2008) e Chevalier e Gheerbrant (2009), para destacar as relações dialógicas entre o enredo de Mãe! e determinados arquétipos literários. Particularmente, aprofundamos, ainda, a abordagem em torno das imagens da casa, realizando uma análise fenomenológica de seus lugares vitais com o auxílio teórico de Gaston Bachelard (2000), para demonstrar como no filme a arquitetura da morada se erige a partir de uma polaridade entre os espaços do alto e do subterrâneo. 


Author(s):  
Mehmet Yılmaz ◽  
Yılmaz Demir

American cinema significantly makes use of universal narratives which originate from myths and religious stories. These narratives which are accepted universally address universe of common meaning values of humanity and people's common perceptions. Noah, directed by Darren Aronofsky, had a great box office success thanks to having a story which was based on a universally accepted holy narration. The director refictionalizes the narratives which serve as an inspirational source for the movie in order to adapt them to the cinematographic language and to express himself better through these narratives. Accordingly, Noah, the reinterpretation of a universal narrative by Aronofsky, is seen as a topic of analysis and evaluated from an intertextual perspective by a descriptive film analysis.


2020 ◽  
Vol 10 ◽  
pp. 91-104
Author(s):  
José Seoane Riveira
Keyword(s):  

El artículo analiza el filme Madre!, de Darren Aronofsky, una obra cuya recepción por parte de crítica y público fue polémica debido a su extraño argumento y sus formas aparentemente caóticas que mezclan narrativa cinematográfica clásica y procedimientos más cercanos al cine poético. A lo largo de estas páginas se establece una hipótesis que otorga, a partir del análisis del filme, un sentido a la obra y que propone una lectura crítica totalmente diferenciada de las que se han venido haciendo hasta el momento. La hibridación y las tensiones entre las narrativas clásicas cinematográficas y los procedimientos formales antinarrativos hacen de Madre! una pieza fundamental para entender las relaciones entre el cine contemporáneo y la poesía.


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