fortunata y jacinta
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2021 ◽  
Vol 9 ◽  
pp. 41-54
Author(s):  
Floriana Di Gesù
Keyword(s):  

In quest’articolo, attraverso lo studio di alcuni termini presenti nel romanzo Fortunata y Jacinta di Galdós che si riferiscono all’ambito medico e farmaceutico, si desidera portare avanti una riflessione su alcune “buone prassi” che il traduttore può impiegare nel suo lavoro di riscrittura, considerate come il frutto di un’operazione cognitiva, complesso intrigo di acquisizione, categorizzazione, osservazione riflessiva, elaborazione, sperimentazione e di creazione di dinamiche emotivo-motivazionali che hanno come prodotto ultimo la ricreazione del metatesto. Tali “buone prassi” rientrano a tutti gli effetti negli argomenti da trattare all’interno di una didattica della traduzione dal taglio neurolinguistico.


2020 ◽  
Vol 28 (1) ◽  
pp. 71-84
Author(s):  
Laura Ventura

El objetivo de este trabajo es explorar la relectura que realiza Almudena Grandes de Fortunata y Jacinta, dos historias de casadas (1887), de Benito Pérez Galdós. Inspirada en los Episodios Nacionales (1872-1912) del autor canario, la saga de novelas que recorren cronológicamente un segmento de la historia de España, la escritora desarrolla una serie de novelas que se asemeja a esta arquitectura narrativa. Grandes reflexiona sobre la historia reciente de su país a través de seis ficciones que integran los Episodios de una guerra interminable. En esta última ubica a sus personajes en la posguerra española y, en diversos niveles, retrata la resistencia antifranquista. La última entrega de esta serie, la quinta, La madre de Frankenstein (2020), cuenta con una heroína, María, que evoca en múltiples aristas a Fortunata. El contexto de esta narración coincide con la incipiente segunda mitad del siglo XX, décadas después de la monumental historia de “dos casadas”, aunque Grandes halla interesantes puntos en común entre ambos escenarios temporales.


Author(s):  
Mariacarmela Ucciardello

El presente estudio se centra en dos personajes que hicieron cavilar mucho la crítica por su conducta anormal: Mauricia la Dura y Lorenza «Leré», personajes que aparecen respectivamente en las novelas Fortunata y Jacinta (1886-1887) y Ángel Guerra (1890). Su configuración tal vez se deba a la reelaboración de los mitos de La Celestina y de Don Quijote en clave regeneracionista. Pérez Galdós se plantea un proyecto de renovación espiritual, social y política de España, recuperando el mito de la vieja alcahueta en el personaje de Mauricia la Dura, símbolo de un pueblo que posee la sabiduría y la ética del trabajo. Por otra parte, la figura celestial de Leré es la inmortal Dulcinea, símbolo del amor regeneracionista que salvará España del declive.


Eutomia ◽  
2019 ◽  
Vol 1 (24) ◽  
pp. 193
Author(s):  
Jose Alberto Miranda Poza ◽  
Cristina Bongestab

Neste ensaio, debruçamo-nos no mito do sábio eremita, entendendo por tal a figura de uma personagem que se situa voluntariamente à margem da sociedade, em cujo seio não encontra lugar. O tópico enlaça com uma longa tradição clássica literária (Horacio, Juvenal) em termos de oposição campo / cidade que, por sua vez, oferece desdobramentos como o locus amoenus e sua variante, o hortus amoenus. e o beatus ille, em grande parte vinculado à estética religiosa – aqui entendida como oposição mundo real / mundo divino. Falamos, então, dos Milagros de Berceo ou do Viaje al Purgatorio na versão em catalão de Perellós e na castelhana de Montalbán. O Renascimento italiano (Petrarca, Sannazaro) recuperou os tópicos clássicos, replicados em autores espanhóis como Fray Luis na sua Oda a la vida retirada (poesia) ou por Guevara (prosa) em Menosprecio de Corte y alabanza de aldea. Não escapam ao elogio da vida retirada as manifestações da poesia bucólica de Garcilaso com suas Églogas, nem a contribuição à discussão que proporcionam mística e ascética, em especial, na figura de Teresa de Ávila, o que nos conduz a mergulhar na influência de Agostinho de Hipona: “noli foras ire...” Cervantes e seu Dom Quixote não são alheios à oposição, e o motivo da cova, que recolhem textos como o de Perellós, reaparece no famoso episódio da Cueva de Montesinos. Calderón, no drama La vida es sueño inclui referências ao sábio pobre e afastado numa famosa passagem. O século XVIII recupera o tópico da vida do campo, mas desligado de qualquer idealismo, através da obra de Mor de Fuentes La Serafina, que desenvolve a realidade rude do campo – em especial, dos camponeses – em grande parte antecipada nos diálogos de Quixote e Sancho relacionados com a figura de Dulcinea. Lógico que Cadalso, nas suas Cartas Marruecas e nas Noches lúgubres pregue, imbuído no espírito do Iluminismo, pelo intelectual ao serviço da sociedade como bom cidadão, e não afastado dela. No século XIX, época da eclosão da burguesia como classe social por excelência, bem como do romance, Realismo (através das influências de Stheldal, Flaubert e Balzac) e Naturalismo (Zola) ficam no foco, respectivamente, de cidade e campo, sendo que na Espanha o Naturalismo teve um cultivo menor. Contudo, fala-se de textos misturados, em parte realistas, em parte naturalistas (Fortunata y Jacinta, de Galdós; La madre Naturaleza, de Pardo Bazán; La Regenta, de Clarín). Achamos, enfim, no romance – primeiro no formato de filme – de Carlos Saura, Elisa, vida mía (reprodução dos versos da Égloga I de Garcilaso) a perfeita síntese do percurso da oposição campo / cidade na figura da personagem que protagoniza a obra, Luis, professor, intelectual, escritor, que abandona a cidade de Madri e sua família para ir a viver no campo, num vilarejo, e tentar realizar seus sonhos como escritor e satisfazer suas cogitações a propósito do sentido da vida.


Author(s):  
Blanca Fernández García

El artículo pretende explorar la relación entre el Paradigma indiciario, modelo epistemológico emergente durante el siglo XIX, y la novela de la misma época. En concreto, se centra en Fortunata y Jacinta de Benito Pérez Galdós, donde se trata de ver esta relación en función del objetivo epistemológico de la novela realista: el conjunto de la sociedad. Para ello se observa cómo el Paradigma indiciario se entrelaza con otros modelos de conocimiento creando una trama reveladora del plan o ideología de la novela


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