national health education standards
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2021 ◽  
Vol 12 (2) ◽  
pp. 86
Author(s):  
Andreia Freitas Zompero ◽  
Gessica Aparecida Machado ◽  
Fabiana Moreira Santos ◽  
Marcos Henrique Junior da Sila

As infecções sexualmente transmissíveis e os casos de gravidez precoce têm causado preocupação para os órgãos de saúde em todo mundo.  Segundo a Organização Mundial de Saúde a cada dia, há mais de 1 milhão de novos casos de infecções sexualmente transmissíveis  em pessoas de 15 a 49 anos, chegando a mais de 376 milhões de novos casos anuais. Em relação ao HIV/AIDS, no Brasil, em 2018, foram diagnosticados 43.941 novos casos de HIV e 37.161 casos de AIDS – notificados no Sinan. Nos casos de gravidez na adolescência o número é de 400 mil por ano no Brasil. No mundo, são aproximadamente 16 milhões na faixa etária de 15 a 19 anos; e 2 milhões menores de 15 anos. Nesse sentido é necessário conhecer as ações dos adolescentes mediante práticas de prevenção. O objetivo deste estudo foi identificar procedimentos e atitudes de adolescentes quanto à prevenção de IST e gravidez não planejada com base na manifestação de indicadores de literacia em saúde utilizando abordagem quanti e qualitativa. Participaram do estudo 99 alunos do nonos anos de uma escola pública do município de Londrina, que já haviam tido aulas sobre essa temática nas aulas de Ciências e também por meio de oficinas pedagógicas realizadas por alunos do curso de Enfermagem de uma instituição particular da cidade. Os alunos responderam a oito perguntas extraídas do instrumento National Health Education Standards Developing an “Exit Competencies” Assessment Instrument (2004). As respostasforam analisadas com base em indicadores propostos no mesmo instrumento: aquisição da informação, estratégias para implementação e planejamento de procedimentos relacionados a estratégias em saúde. Os resultados indicam que os alunos apresentaram resultados satisfatórios quanto à negociação do uso do preservativo, atitudes frente à gravidez não planejada e quanto aos recursos disponíveis nas unidades de saúde, mas foram insatisfatório quanto à prevenção de IST.


2019 ◽  
Vol 14 (1) ◽  
pp. 43-46
Author(s):  
Michelle Tollefson ◽  
Alexandra Kees ◽  
Andrew Bolze ◽  
Richard Wolferz ◽  
Brittany Plaven ◽  
...  

Chronic diseases, previously thought to require decades of risk factors, have become increasingly prevalent in America’s youth. National Health Education Standards have been published since 1995, and yet nearly a fifth of schools fail to follow any state or national health education guidelines. Utilizing the phrase “lifestyle medicine” in childhood would elevate the importance and standardization of the core health guidelines. Several independent pilot programs taught by undergraduate and medical student volunteers have successfully demonstrated lifestyle medicine education models at intermediate and secondary schools. Preliminary feedback demonstrates that student interest in and consideration of behavioral change is possible within this age group. As with any life stage, significant behavior change in youth requires strategic planning of authentic learning practices and culturally competent lessons. We argue for the interdisciplinary development and implementation of community-engaged lifestyle medicine education for intermediate and secondary schools as a promising intervention to address and reverse the chronic disease trend in our youth.


2015 ◽  
Vol 1 (2) ◽  
pp. 71-73 ◽  
Author(s):  
Cougar Hall ◽  
Joshua West ◽  
Patrick Herbert

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