oliver stone
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2021 ◽  
Vol 9 (2) ◽  
pp. 229-243
Author(s):  
Andressa Pereira Lopes ◽  
Vilma Janaína Rios Cabral Victal ◽  
Bianca Tenório de Aguiar
Keyword(s):  

O comportamento transgressor, segundo a Teoria Social Cognitiva (TSC) de Bandura, é regido tanto por sanções sociais quanto por auto-sanções. Portanto, uma mídia pode estimulá-lo: alterando a expectativa de sanção social favorecendo a modelação e desativando padrões morais internalizados – por desengajamento moral (DM). Este artigo teve por objetivo analisar o filme “Assassinos por Natureza” (1994) de Oliver Stone, com base na Teoria Social Cognitiva. Foi realizada pesquisa documental e bibliográfica. Dessa forma, foram encontrados registros de aproximadamente 100 crimes inspirados no filme. Encontrou-se ainda no filme fatores que proporcionam a modelação e mecanismos de DM. Sugere-se que a TSC pode ajudar na classificação etária de mídias e subsidiar políticas públicas.


2020 ◽  
Vol 33 (1) ◽  
pp. 245-276
Author(s):  
Maria Cecília De Miranda Nogueira Coelho
Keyword(s):  
De Se ◽  

Considerando a controversa imagem de Alexandre, o Grande, que recebemos por meio dos textos da Antiguidade, não é de se espantar que sua representação no cinema seja também muito variada e complexa. O mais antigo e menos conhecido dos filmes sobre ele é Sikandar (1941, Índia), de Sohrab Modi, obra interessante não apenas porque a personagem é vista pela perspectiva dos conquistados, mas pela presença muito significativa de Aristóteles e Roxana. Posteriormente, sua história foi levada à tela nos filmes Alexandre o Grande (1956), de Robert Rossen, e Alexandre (2004), de Oliver Stone. Meu objetivo, neste artigo, é o de analisar aspectos desses três filmes, comparativamente, com atenção às imagens de Aristóteles, a fim de compreender como a presença do filósofo é retratada e alinhada à construção da imagem do rei macedônio.


2020 ◽  
Vol 29 (1-2) ◽  
pp. 133-150
Author(s):  
Eduardo Alonso Franch

El artículo trata sobre las relaciones entre dos temas como la Guerra Fría y el cine. Se abordan cuestiones como la historia de las relaciones entre Estados Unidos y la Unión Soviética, la “caza de brujas” en Hollywood, la evolución en la representación de los comunistas en la pantalla: desde las películas prosoviéticas de la Segunda Guerra Mundial a la percepción del peligro nuclear y militar del antiguo aliado.Destacan en este artículo los capítulos dedicados a personajes como el cineasta Oliver Stone y su obra, el escritor y guionista Graham Greene, el nuevo cine polaco y la figura de Andrzej Wajda, las ciudades (Moscú, Berlín, Praga…) y su plasmación en las películas de la época, los espías y su mundo, la URSS y la Guerra Fría. También se aborda la relación entre la España franquista y el cine de la época, con el comienzo de las grandes superproducciones y la llegada de Ava Gardner y Frank Sinatra a la Península Ibérica, la imagen de los norteamericanos en Bienvenido, Mister Marshall.


2019 ◽  
Author(s):  
Ian Scott ◽  
Henry Thompson
Keyword(s):  

2018 ◽  
Vol 1 (1) ◽  
pp. 20
Author(s):  
Goksu Gigi Akkan

<p><em>The concept of Orientalism has been a forthcoming issue in film studies, be it the (mis)representation of minority groups in Hollywood, or white</em><em>-</em><em>washing people of color characters in remakes of films from “the Orient”, or through a complete omission of representation of these characters. Ideology is a great aspect in shaping the views of the masses, and as they become more embedded in cultural devices such as films, the more soft power they deploy and the more problematic they become. In Foucauldian terms, knowledge about the Orient is produced through films made by the Occident, and thanks to their infinite capital and wide distribution networks, the West, particularly America, is far more successful in retaining a cross-cultural dominance through this power/knowledge structure.</em></p><em>This paper aims to deconstruct the motives behind Oliver Stone &amp; Alan Parker’s 1978 film Midnight Express, in terms of putting Turkey and Turkish people in the Oriental position and putting Western and White characters in the Occidental epistemological positions. Some questions this paper tackles include “How does Orientalism work in the context of Film Studies? Does the Gaze grant a monolithic and unidirectional look at the Orient instead of the Occident?”</em>


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