picture communication symbols
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2019 ◽  
Vol 27 ◽  
pp. 1-17
Author(s):  
Eleida Pereira de Camargo

Introdução. A comunicação é uma das bases das relações interpessoais e é fundamental para o desenvolvimento e expressão humana. Porém, existem hoje no Brasil, cerca de 9,7 milhões de deficientes que apresentam limitações em sua comunicação, oral ou escrita. “Comunicação Alternativa Ampliada” (CAA) é o termo empregado para designar tecnologias assistivas e procedimentos, que visam auxiliar indivíduos que apresentam distúrbios de comunicação. Objetivo. O objetivo deste artigo é fazer um levantamento bibliográfico dos principais sistemas utilizados na CAA, tendo como especial foco de análise de sua programação visual e os métodos aplicados ao seu desenvolvimento. Método. Para tanto realizamos levantamentos em artigos científicos que trazem experiências recentes e os resultados destas práticas junto ao público ao qual se destinam. Resultados. Podemos analisar os três sistemas de CAA: Blissymbolics (Bliss), Pictogram Ideogram Communication (PIC) e a Picture Communication Symbols (PCS), quanto à cromática e abstração das imagens desenvolvidas (icônicas e simbólicas) além de buscar subsídios para o desenvolvimento de similares.


2017 ◽  
Vol 11 (3) ◽  
pp. 92-100 ◽  
Author(s):  
Eliada Pampoulou

Purpose Graphic symbols, such as the Picture Communication Symbols, Makaton and Widgit, have been traditionally used in the field of augmentative and alternative communication (AAC) in order to support people with little or no functional speech. The paper aims to discuss these issues. Design/methodology/approach However, given the fact that the terminology remains contested in the existing literature as well as the multidisciplinary nature surrounding graphic symbols, in more recent years and the number of terms used in different fields, it is vital that the terminology of graphic symbols is revisited again. Findings In the last section of the paper, a definition of graphic symbols is proposed. Originality/value The value of this paper lies in the fact that while field of graphic symbols have been used in the AAC for more than 30 years, there is still no consensus regarding the meaning of the terminology used.


2017 ◽  
Author(s):  
Beata Batorowicz ◽  
Gillian King ◽  
Freda Vane ◽  
Madhu Pinto ◽  
Parimala Raghavendra

2016 ◽  
Vol 29 (56) ◽  
pp. 681
Author(s):  
Ana Claudia Tenor ◽  
Débora Deliberato

O objetivo desse estudo foi descrever estratégias de mediação em atividades de conto e reconto de histórias para alunos surdos. Participaram da pesquisa dois alunos surdos e suas respectivas professoras, sendo uma da educação infantil e outra do ensino fundamental, de um município do interior de São Paulo. A pesquisadora conversou e planejou em conjunto aos professores os contos que seriam trabalhados. As histórias foram adaptadas por meio Picture Communication Symbols (Mayer-Johnson, 2004) e utilizados fantoches, dedoches, dramatização e apresentação dos sinais em Libras. Foram empregados registro contínuo e filmagens das atividades desenvolvidas em sala de aula. Os dados dos registros foram incorporados aos dados das filmagens, foi feita triangulação e análise de conteúdo. Foram identificadas as seguintes categorias e subcategorias de análise: 1- Participação dos alunos: alunos surdos, alunos ouvintes; 2- participação das professoras: professora de educação infantil, professora de ensino fundamental; 3- modalidade de comunicação dos alunos surdos: oral- auditiva, visoespacial, bimodalidade; 4- estratégias de comunicação da mediadora: língua oral, comunicação bimodal; 5- recursos apoiados nos sistemas gráficos: suplementares e alternativos de comunicação, demais recursos. As estratégias de mediações e os recursos adotados propiciaram maior interação e a participação tanto dos alunos ouvintes como surdos dentro das atividades programadas. No entanto considera-se importante o ensino de Língua de Sinais aos alunos com surdez e a inserção do intérprete de Libras no contexto da sala de aula.  


Revista CEFAC ◽  
2016 ◽  
Vol 18 (4) ◽  
pp. 1001-1007
Author(s):  
Luciana Maria Wolff-Barnabé ◽  
Bruna Diógenes ◽  
Maria Claudia Cunha ◽  
Regina Maria Ayres de Camargo Freire

RESUMO Poucos são os estudos fonoaudiológicos brasileiros sobre pacientes com o diagnóstico de doenças da cadeia respiratória mitocondrial. Esse quadro clínico é uma das doenças genéticas do metabolismo mais frequentes e apresenta sintomas que demandam intervenções fonoaudiológicas (alterações miofuncionais orais, auditivas e dificuldades na aquisição da linguagem oral). Neste estudo, articula-se a possibilidade de trabalho com esses sujeitos na abordagem da comunicação suplementar e alternativa. Objetivou-se descrever os resultados da utilização da comunicação suplementar e alternativa no atendimento de uma criança com doença mitocondrial. Os procedimentos terapêuticos enfatizaram o uso social da linguagem por meio de atividades significativas e contextualizadas, com o apoio de fotos e de figuras do Picture Communication Symbols de atividades cotidianas. Os resultados obtidos apontaram aumento na funcionalidade da linguagem oral do sujeito, ao favorecer suas práticas discursivas, especialmente quanto à intenção comunicativa no contexto interacional.


Revista CEFAC ◽  
2015 ◽  
Vol 17 (3) ◽  
pp. 956-964
Author(s):  
Elen Caroline Franco ◽  
Natalia Gutierrez Carleto ◽  
Dionísia Aparecida Cusin Lamônica ◽  
Magali de Lourdes Caldana

O presente estudo teve o objetivo de descrever o uso da Comunicação Suplementar e/ou Alternativa em dois casos de afasia pós Acidente Vascular Encefálico. Foi realizada intervenção fonoaudiológica com dois participantes afásicos, utilizando os recursos da Comunicação Suplementar e/ou Alternativa. A intervenção fonoaudiológica foi dividida em quatro etapas, que abrangeu desde a visualização e confecção das fichas para o álbum de comunicação até a utilização efetiva desta abordagem. Em todas as etapas, foi utilizado o Picture Communication Symbols, por se tratar de um sistema que possui maior iconicidade translúcida. Por meio da reaplicação de testes, foi possível constatar melhora nas capacidades de compreensão oral, escrita, leitura e denominação dos dois participantes. Com este estudo pôde-se concluir que a intervenção fonoaudiológica com o uso da Comunicação Suplementar e/ou Alternativa nos dois casos de afasia pós Acidente Vascular Encefálico, trouxe benefícios para a comunicação funcional dos participantes, sendo que estes recursos tiveram função facilitadora, tornando a comunicação mais eficiente e trazendo benefícios no processo de reabilitação, promovendo evolução das habilidades de leitura e nomeação.


Revista CEFAC ◽  
2014 ◽  
Vol 16 (3) ◽  
pp. 863-873
Author(s):  
Rosangela Viana Andrade ◽  
Lenice de Fatima da Silva-Munhoz ◽  
Suelly Cecilia Olivan Limongi

Objetivo apresentar e discutir o uso de comunicação suplementar e/ou alternativa como instrumento terapêutico no trabalho com a morfossintaxe em adolescentes com síndrome de Down. Métodos estudo piloto que acompanhou longitudinalmente (doze meses) quatro adolescentes com idade cronológica entre 13 e 15 anos e idade mental entre cinco e seis anos. Foram consideradas as avaliações inicial e final, filmadas durante 30 minutos em situação de interação livre entre participante e cuidador. As amostras de fala foram analisadas a partir do cálculo da EME, quanto morfemas e palavras, para comparação entre as avaliações. Durante a intervenção terapêutica, todos os participantes foram submetidos ao mesmo procedimento. Foi utilizado o Picture Communication Symbols (PCS), com os símbolos ordenados seguindo uma estrutura sintática simples (substantivo + verbo + complemento), ampliada gradativamente,na seguinte ordem de elementos: artigos, preposições, pronomes (pessoais, possessivos e demonstrativos) e conjunções. Cada sessão terapêutica foi registrada em protocolo específico. Foi realizado o teste de Wilcoxon e o nível de significância adotado foi de 5%. Resultados apesar de não ter sido obtida diferença estatisticamente significante, houve aumento do número de morfemas e de palavras entre as duas avaliações, representados pelos elementos trabalhados, incluindo preposições e conjunções, além de substantivos e verbos. Para pronomes pessoais foi verificada tendência à significância (p=0,068). Conclusão o sistema de comunicação adotado mostrou-se uma ferramenta apropriada ao favorecimento do emprego de estruturas frasais com o uso de elementos com função sintática, como artigos, preposições e conjunções, de difícil utilização por indivíduos com síndrome de Down.


2014 ◽  
Vol 20 (1) ◽  
pp. 37-52 ◽  
Author(s):  
Andréa Carla Paura ◽  
Débora Deliberato

Pesquisadores da área de comunicação suplementar e alternativa consideram a falta de instrumentos para avaliar crianças e jovens com necessidade complexa de comunicação. Este trabalho objetivou selecionar vocábulos para um instrumento de avaliação do repertório de vocabulário de crianças não-oralizadas com idade de dois a 11 anos e 11 meses. Para a seleção dos vocábulos foram realizados três estudos. O primeiro estudo identificou e descreveu instrumentos disponíveis para avaliação do vocabulário receptivo e suas listas de vocábulos. O segundo estudo identificou e descreveu pesquisas que apresentaram inventários ou listas de vocábulos empregados por crianças e seus parceiros de comunicação. O terceiro estudo identificou o vocabulário relatado por pais e professores. Os vocábulos identificados nos três estudos foram analisados de acordo com: o número de ocorrência dos vocábulos; a classificação do sistema Picture Communication Symbols e uma classificação semântica e sintática. A partir dos estudos foram estabelecidos como critérios para a seleção dos vocábulos: os 45 vocábulos presentes nos três estudos; os vocábulos que tiveram ocorrência maior ou igual a cinco, considerando os três estudos, representando 167 (14,14%) vocábulos; os vocábulos que estiveram presentes no estudo 1 ou 2, mas que foram citados pelas famílias, 183 (19,37% de 945 vocábulos) ou pelas professoras 108 (11,43% de 945 vocábulos). A lista de vocábulos apresentou 269 itens, classificadas em 18 temas semânticos e sintático e representa um instrumento inicial para profissionais da saúde e educação estabelecerem metas para a avaliação inicial de crianças e jovens usuários de sistemas de comunicação suplementar e alternativa.


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