cirilo villaverde
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Author(s):  
Carmen E. Lamas

This chapter explores the place of black Cubans in Cuba and the US during the 1880s and 1890s, as articulated through the life and works of Martín Morúa Delgado (1856–1910). The first black reader or lector in cigar factories in Havana, New York, and Key West, Morúa labored incessantly for worker’s rights on both sides of the Florida Straits. Reading Morúa’s life and works from the Latino Continuum allows the recovery of the political significance of this figure for literary and historical studies, especially since he interacted directly with José Martí—the founder of the Cuban Revolutionary Party in New York City. Juxtaposing Morúa’s and Martí’s literary works and translation choices allows us to understand more fully why Morúa was at odds with Martí regarding Cuba’s future and the role that Afro Latina/os had played and would continue to play in Cuba and in the Americas. While the translation of Helen Hunt Jackson’s Ramona (1884) by Martí and the publication of Martí’s novel, Amistad funesta/Lucía Jerez, speak to US expansionism and its effect on Native American populations, they did not engage Cuba’s most pertinent question at the time—the role of black Cubans in the upcoming wars of independence and in the future Cuban Republic. Morúa, aware of this absence, uses his two novels, Sofía (1891) and La familia Unzúazu (1901), to question the political intentions and social prejudices of Americanized Cubans like José Martí, Tomás Estrada Palma, and Cirilo Villaverde.


2020 ◽  
pp. 261-282
Author(s):  
Elena Ogneva

The present article is devoted to the study of the genesis of the “strong woman” type in Latin American prose. It shows that this type, traditionally associated with the modern novel, has appeared in the literature of the continent as early as in the XIX century. The analysis of female images created in the cult novels of leading Latin American writers (an Argentinean José Mármol, a Cuban Cirilo Villaverde and Brazilian Bernardo Guimarães and José de Alencar) during the period of formation of young nations, allows to conclude that they bear the imprint of a chaotic contradiction -based reality. There is a pattern performed by the “strong” female characters of the analyzed novels, marked by the features of social, gender, and racial hybridity; in search of their identity they assert themselves in one way or another in the world of men. The article examines various means via which the characters manage to acquire their own identity, be it dissociation from the civilizing principle, unwillingness or inability to recognize their own “roots”, or “self -actualization” attempts of a talented person. Thus, María Josefa Ezcurra in Amalia by Mármol and Aurelia in Senhora by Alencar – each in her own way – become “men in women’s guise”: the image of the former embodies the “barbaric” essence of young Argentina; the image of the latter embodies “masculine” pragmatism of the transitional era in Brazil. The daring and self -willed Cecilia Valdés from Villaverde's eponymous novel, the “victim” and “executioner” of a white man, painfully realizes her place in the mestizo society of colonial Cuba, passions and vices of which have determined her character. At the bottom of this scale of self -determination in prose of period there is a slave, as it is illustrated in Bernardo Guimarães’s novel Isaura, The Slave Girl.


Zona Franca ◽  
2019 ◽  
pp. 36
Author(s):  
Martina Bloch

Trataremos de pensar al amancebamiento como herramienta extendida de reproducción del orden jerárquico social bajo el régimen colonial y cómo posteriormente se mantuvo como sostén de la desigualdad (y profunda inequidad) entre hombres y mujeres, siendo estas últimas, objeto de abuso sistematizado. El abanico de posibilidades de elección que tenían ciertos hombres los colocaba en lugares de completo poder y a las mujeres, en posiciones de debilidad y vulnerabilidad de las que, en principio, les era casi imposible salir. Para dar cuenta de esto se utilizará la novela Cecilia Valdés, escrita por Cirilo Villaverde y publicada en el año 1839: melodrama que trata y desarrolla el vínculo romántico afectivo (clandestino) entre una mulata y un hijo de español. 


Author(s):  
Roberto González Echevarría

A relação entre o Direito e a ficção narrativa remete à sua compartilhada origem comum na retórica e, na moderna América Latina, a um passado derivado da Espanha, que se inicia com as Siete partidas, de Alfonso, o Sábio, a Recopilación de leyes de Indias, de 1681, e a proclamação de constituições pelas novas repúblicas após a independência no começo do século XIX. A mais significativa delas foi a constituição espanhola, de Cádiz, em 1812. A isso se soma o fato de que muitos escritores latino-americanos foram advogados ou, então, estudaram Direito. Cecilia Valdés, romance publicado por Cirilo Villaverde, um escritor cubano, independentista e abolicionista, exilado em Nova York, em 1882. Trata-se de um romance histórico que se concentra nas relações raciais em Cuba durante a escravidão, girando em torno de uma família composta por um pai espanhol, Cándido, sua esposa e filhos cubanos, entre eles Cecilia, uma mulata clara, que parece branca. O conflito principal do romance, para além do contexto global da escravidão e do colonialismo espanhol, envolve a relação amorosa entre Cecilia e Leonardo, o filho de Cándido, que não sabem serem irmãos. Uma trama melodramática conduz ao matrimônio de ambos e ao assassinato de Leonardo por Pimienta, um músico mulato apaixonado por Cecilia.


2017 ◽  
Vol 1 (1) ◽  
pp. 8
Author(s):  
Francisco Eduardo Padula

Este trabalho tem como objetivo analisar a importante função narrativa que desempenha a personagem María de Regla na obra mais famosa de Cirilo Villaverde, Cecilia Valdés. Aparentemente secundária nos primeiros capítulos do romance, vamos nos dando conta de sua importância no decorrer da obra, especialmente nos capítulos VIII e IX da terceira parte quando relata às suas amas o porquê de Doña Rosa, mãe das jovens, mandá-la ao engenho La Tinaja. Faz alusão ainda, através de uma interessante técnica narrativa a qual não se inicia pelo início da história, à existência de outra meio-irmã que elas teriam. Essa meio irmã é justamente a personagem que dá título ao livro de Villaverde: Cecilia Valdes. Também assim, analisa-se o final da história quando María de Regla, ao querer ajudar seu marido que se encontrava preso, conta a verdadeira origem de Cecilia, jovem mãe que acabara de ter um filho de Leonardo, filho primogênito e dileto de Doña Rosa. Da resolução que toma a matriarca em casar seu filho e de sua morte no altar também há a interferência de María de Regla graças a uma interessante peripécia.


2016 ◽  
Author(s):  
◽  
Julieta Novau

La tesis doctoral presentada da cuenta de las "figuraciones de la esclavitud" en un amplio corpus textual (ensayos y novelas) de autores representativos de la "narrativa antiesclavista" en el siglo XIX, centrada en las áreas de Cuba y Brasil. Desde una perspectiva comparativa, que atiende a los planos retóricos y discursivos, se analizan puntualmente novelas y ensayos de autores canónicos como Gertrudis Gómez de Avellaneda, Cirilo Villaverde, José Antonio Saco, Alejandro von Humboldt, José de Alencar, Bernardo Guimarães, Joaquim Nabuco y Jean-Baptiste Debret. A la vez, se incorpora la plasmación de un enfoque interdisciplinar en el análisis de la "narrativa antiesclavista", abordando también aspectos que remiten a la historiografía política, social y económica sobre el proceso de la esclavitud en el período de 1840-1880, junto con otros de articulación antropológica, cultural y estética en ambas zonas mencionadas.


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