marion zimmer bradley
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2020 ◽  
Vol 29 (1) ◽  
pp. 88-106
Author(s):  
Émilien Vilas Boas Reis ◽  
Vanessa Lemgruber

As teorias ecofeministas buscam responder sobre projeto de futuro e modelos de sociedade, respaldando-se em um futuro ancestral. A literatura, enquanto expressão cultural de uma época, traduz paradigmas de pensamento do seu tempo de gestação. O ecofeminismo cresce na década de 1970, mesmo período em que As Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley, são lançadas. Tal obra rememora um passado narrando estruturas matriarcais na sociedade e na religião. O objetivo deste artigo consiste em analisar os pontos ecofeministas presentes na referida ficção, utilizando autoras como Mary Mellor, Mary Daly e Ynestra King. Inicialmente, são apresentadas as bases do ecofeminismo. Em ato contínuo, explana-se o enredo para, finalmente, discutir e apontar os pontos de intersecção ecofeminista presente no livro. A metodologia utilizada é de base exploratória e hipotético-dedutiva, por meio de técnicas bibliográficas. As reflexões indicam que é possível o entendimento da manifestação ecofeminista em As Brumas de Avalon.


2010 ◽  
Vol 6 ◽  
Author(s):  
Catherine Coker

The late Marion Zimmer Bradley once said of her own most famous fictional world, "I didn't invent Darkover, I discovered it." Unlike most authors, who at best enjoy their admirers' activities, and at worst try to end them, Bradley and her sizable community of fans collaborated in the publication of a large body of work fairly harmoniously for over two decades. However, this collaboration came to an abrupt end in 1992 with an event that can be referred to as the Contraband Incident. As this overview will explain, it is a cautionary tale which illustrates how fan activity can do real emotional and monetary damage to the creator-author.


2009 ◽  
pp. 197
Author(s):  
Yolanda Beteta Martín

El objetivo del artículo es analizar el papel de los mitos en la construcción de la subjetividad femenina. La construcción de nuevas identidades, a través de la subversión de los mitos, decodifica el imaginario simbólico androcéntrico para crear nuevos modelos de feminidad. La reescritura del mito artúrico muestra el poder de la literatura para desnaturalizar mitos ancestrales profundamente resistentes a las nuevas identidades del siglo XXI.


Arthuriana ◽  
1999 ◽  
Vol 9 (1) ◽  
pp. 110-126
Author(s):  
Diana L. Paxson

Arthuriana ◽  
1998 ◽  
Vol 8 (3) ◽  
pp. 120-122
Author(s):  
Jacqueline Jenkins

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