alain resnais
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2021 ◽  
Vol 8 (2) ◽  
pp. 4-23
Author(s):  
Isadora Meneses Rodrigues

Em suas análises sobre a ficção moderna, Jacques Rancière contesta o clássico estudo de Roland Barthes sobre o efeito de real na literatura. Buscando dar conta da dimensão política envolvida no excesso descritivo da ficção realista, Rancière faz uso do termo ‘efeito de igualdade’. À luz desse conceito, o objetivo central deste artigo é examinar as formas de realização dessa ‘democracia estética’ no cinema de Alain Resnais. Mais especificamente, buscamos analisar como o filme Hiroshima mon amour (1959) enseja uma outra divisão do sensível ao questionar a categorização dos gêneros cinematográficos e a hierarquia dos temas da obra.  


Author(s):  
Denis Reynaud
Keyword(s):  

Jacques Sternberg (1923-2006) fut une figure singulière de la scène littéraire parisienne dans les années 1960-1970, aujourd’hui surtout connue pour sa collaboration avec Alain Resnais et Roland Topor. En 1973, il publie un Dictionnaire du mépris où, en 443 entrées (d’Absurde à Zoo en passant par Minable), il exprime sa détestation de l’humanité en général et de la France pompidolienne en particulier. Le livre, qui sera suivi en 1985 par un Dictionnaire des idées revues, est rarement drôle. Son principal intérêt réside dans le recours à la forme alphabétique (empruntée à Voltaire, Flaubert et Ambrose Bierce) et dans son titre. Sternberg, qui prétend ne pas s’intéresser aux gens et ne pas aimer la littérature, se sent comme un prêtre qui ne croirait pas en Dieu. Mais pour lui le mépris est une passion revendiquée, étape nécessaire pour parvenir au « véritable humour », qui a peut-être ses racines dans l’expérience de l’horreur de la guerre et des camps où son père perdit la vie.


2020 ◽  
Vol 25 (31) ◽  
pp. 14-28
Author(s):  
Maria Cristina Vianna Kuntz

Hiroshima mon amour é o filme de 1959, de Marguerite Duras e Alain Resnais que, sessenta anos depois, é ainda considerado inesgotável obra prima do cinema e da literatura. A partir da concepção de Humberto Eco (1971) sobre a “palavra poética” e do entendimento de Ricoeur (1983) que retoma Aristóteles ao considerar o processo de representação como a atividade poética em si, neste trabalho, pretende-se mostrar aspectos da poética com que a autora trata a dimensão da memória e do horror, opondo-lhe uma relação de amor em que o “visível” leva ao “invisível” e abre-se para o “aberto” da escrita (cf. BLANCHOT, 1955, p. 185).


2020 ◽  
Vol 25 (31) ◽  
pp. 29-40
Author(s):  
Laura Degaspare Monte Mascaro
Keyword(s):  

O artigo busca realizar uma investigação a respeito da possibilidade da memória e representação da catástrofe a partir da obra cinematográfica Hiroshima mon amour (1959), roteirizada por Marguerite Duras e dirigida por Alain Resnais. Partiremos de uma breve introdução acerca do que pode ser definido como literatura de teor testemunhal, que desponta principalmente após as Grandes Guerras Mundiais no século XX, buscando em seguida situar a obra de Marguerite Duras, e o filme especificamente, sob o prisma testemunhal. Finalmente, mergulharemos na questão dos limites de possibilidade e impossibilidade de se testemunhar Hiroshima.


2020 ◽  
Vol 25 (31) ◽  
pp. 100-112
Author(s):  
Alessandra Brum
Keyword(s):  

Na década de 1960, havia no Brasil uma intensa atividade em torno da crítica de cinema que era exercida em quase todos os jornais e revistas com grande visibilidade entre seus leitores. A exibição de Hiroshima mon amour (1959), primeiro longa-metragem de Alain Resnais, foi um marco não só pelas suas renovações estéticas, mas também pelo grande impacto causado entre os críticos, motivando um caloroso debate refletido nos inúmeros artigos publicados sobre o filme. Este artigo tem por objetivo traçar um panorama da recepção crítica de Hiroshima mon amour no Brasil.


2020 ◽  
Vol 25 (31) ◽  
pp. 86-99
Author(s):  
Celina Maria Moreira de Mello

A Segunda Guerra mundial, em sua complexidade e dimensões, levou a uma reflexão sobre a (im)potência da literatura e das artes, interrogando os limites de sua representação em registros documentais e em obras de arte. Neste ensaio são comparados certos processos de construção das narrativas de Nuit et brouillard (1955), dirigido por Alain Resnais, com roteiro de Jean Cayrol, e Hiroshima, mon amour, também de Alain Resnais, roteiro de Marguerite Duras, que se colocam diante deste desafio. Será dado destaque aos recursos de que se valem diretor e escritores, à potência criativa do entrelaçamento das imagens fílmicas e do texto literário, assim como a seu impacto político.


2020 ◽  
Vol 25 (31) ◽  
pp. 67-85
Author(s):  
Maurício Ayer

Alain Resnais e Marguerite Duras situam as narrativas de Hiroshima mon amour no exato ponto em que corpo e (geo)política se chocam. Ao fazê-lo, reúnem um conjunto de elementos que reaparecerá, total ou parcialmente, em obras de Duras: o amor fulminante; sua interrupção violenta, a provocar a dor e a loucura; neste arrebatamento lírico, a personagem e o lugar misturam-se a ponto de intercambiar um mesmo nome próprio; finalmente, o reencontro com a dor e o amor torna-se possível a partir do contato com os rastros deixadas no lugar e /ou no corpo. Neste artigo, procura-se mostrar como estes elementos reaparecem em obras como India Song (1973/1975) e Césarée (1979).


Author(s):  
Mauricio Durán Castro

Tanto en su complejidad mecánica como en su articulación con el cuerpo social, el cine puede ser comprendido como una máquina con una doble potencia: por un lado, tiene la capacidad de representar y narrar el mundo y el ser humano; y, por el otro, es un aparato de control y sometimiento de hombres y mujeres, que vigila y registra todo desde cualquier lugar y momento o, de manera más subrepticia, desde el poder hipnótico de sus imágenes, capaz de mover las emociones de las masas. Mauricio Durán Castro examina en este libro esta doble potencia del cine, como una creación que le permite al hombre moderno ampliar su mirada científica y filosófica y, a la vez, atrapar su inconsciente. De esta manera, el cine, con sus creadores y sus espectadores, es estudiado desde las ideas de máquina de guerra, aparato de control, dispositivo de visión y autómata. Este acercamiento crítico invita a revisar la obra de cineastas como Dziga Vertov, Jean Epstein, Sergei Eisenstein, Alfred Hitchcock, Roberto Rossellini, Stanley Kubrick, Alain Resnais, Jean-Luc Godard, Harun Farocki o Chris Marker, a partir de las conceptualizaciones de importantes pensadores del siglo XX, como Gilles Deleuze, Félix Guattari, Walter Benjamin, Michel Foucault, Giorgio Agamben y Henri Bergson.


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