marlene nourbese philip
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Authorship ◽  
2021 ◽  
Vol 10 (1) ◽  
Author(s):  
Lorraine York

In her essays, Marlene NourbeSe Philip has been forthcoming about being “an unembedded, disappeared poet and writer in Canada” whose contributions to cultural life have been systematically obstructed, partly because of her public activism on behalf of Black communities. Her visibility is an oxymoronic, bedeviling combination of disappearance and unchosen hypervisibility, with the hypervisibility largely brought about by a radical misunderstanding and abjection of her work as a cultural activist. In this article, I examine how the “embedded, disappeared” and yet present, visible, audible literary and activist career of Marlene NourbeSe Philip challenges prevailing conceptions of authorship in Canada. In particular, I think about how and why Philip’s hypervisible invisibility offers a challenge to the regimes of visibility which tend to define literary celebrity. Any account of celebrity visibility needs to recognise the fact that the implications and consequences of visibility do not sit evenly on all public persons, as the theories of Katherine McKittrick, Jenny Burman, Sarah J. Jackson, and Toni Morrison testify. Neither is celebrity visibility the dualistic, either/or proposition so frequently framed by celebrity studies: either a much-desired good (an adoring audience) or a reviled evil, as in instances of notoriety, or in cases of overly intrusive, unwanted public attention. Instead, we need to reckon seriously with the ways visibility may be both systemically denied and reimposed as oppressive hypervisibility, as I argue it is in the celebrity of Marlene NourbeSe Philip and, by extension, in that of many racialised public figures.


2020 ◽  
Vol 2 (3) ◽  
pp. 33-61
Author(s):  
João Botelho Veloso Rodrigues ◽  
João Bartolomeu Rodrigues

O presente trabalho intitulado Rota dos escravos nas Caraíbas tem por objetivo perceber que a escravidão é um fenómeno universal e que a sua origem é testemunhada na mais antiga literatura universal. Num segundo momento, dá-se a conhecer o contexto em que se inscreve a rota dos escravos que na sequência dos descobrimentos animou o comércio triangular: Europa, África e América, no tempo da colonização. O contexto histórico da escravatura nas Caraíbas é objeto de análise deste trabalho. Num momento final, tentarei apreender a reação na atualidade de duas “filhas da escravidão” Marlene Nourbese Philip e Jamaica Kincaid: um testemunho na primeira pessoa de duas mulheres de origem africana a viverem no Canadá.


2014 ◽  
Vol 22 (2) ◽  
pp. 565-584
Author(s):  
Ida Mara Freire

Neste ensaio, entrelaço fios de vidas das mulheres negras que estão atadas ao fio da minha vida. Com os fios soltos das canções de Zezé Motta e dos escritos da filósofa Hannah Arendt, teço este texto-existência. Na leitura dos ensaios e poemas de Marlene Nourbese Philip, escritora afro-caribenha, me inspiro não só para resistir às amarras culturais hegemônicas, mas também para transcendê-las, criando possibilidades de escrita que vincule a dinâmica da fala com a dinâmica da ação, compondo um texto que se movimenta ora como dança, através do espaço, ora como uma canção, ritmada pelo tempo, pois criar e dançar uma coreografia é uma forma de fazer história. Como investiga Selma Treviños, trata-se de uma ferramenta para animar o passado ou uma "escrita" acerca de algo que já foi feito, se concordamos que cada corpo carrega sua própria história e individualidade, memória, sentimentos e emoções. Na busca do entendimento desta minha breve existência, danço, escrevo, teço palavras com fios desfiados da flor do útero das minhas ancestrais. Vasculho minhas lembranças e, na memória corporal, decifro a dor, encontro a raiz da violência, observo o medo, destilo a alegria, enfeito a doçura, mergulho na paz e conheço a liberdade.


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