pyrus malus
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2021 ◽  
Vol 13 (1) ◽  
pp. 24
Author(s):  
Alex Guambo Galarza

En la actualidad los desafíos más importantes del desarrollo energético, es la incorporación de fuentes renovables de energía usando diversas tecnologías, de estos sistemas incluyen diferentes alternativas como es la generación de energía a partir de biomasa. Una forma de estos sistemas de biorreactores electroquímicos catalizados por microorganismos para la generación de formas energéticas usando biomasa como sustrato son las celdas de combustible microbianas (CCMs), que de acuerdo con sus características estructurales producen bioelectricidad conforme se degrada cierto requerimiento nutricional considerado como un contaminante potencial. Sin embargo, los bajos niveles de voltaje y densidad de potencia generados por una CCM limitan su aplicabilidad a gran escala. Esta investigación tiene como objetivo evaluar el grafeno y magnetita como membranas de intercambio de electrones para mejorar la estabilidad de voltaje y eficiencia en la generación de bioelectricidad, utilizando como inóculo suelo de páramo alto andino del Cantón Colta, mediante un sistema de tres conglomerados para obtener una muestra compuesta, de la cual fueron analizadas sus características físico-químicas. El sustrato empleado fue una mezcla 50:50 de frutas (naranja: Citrus sinensis, banano: Musa acuminata L.  y manzana: Pyrus malus L.) y vegetales (arveja: Pisum sativum L., haba: Vicia faba L., zapallo: Cucurbita máxima Duchesne) en estado de descomposición; se analizó su contenido de Carbono, Nitrógeno, Hidrógeno y Azufre. La membrana de grafeno se obtuvo mediante exfoliación directa de óxido de grafito, previamente tratado en baño ultrasónico, sobre un tejido de fibra de carbono, mientras que la magnetita se sintetizó a partir de cloruro férrico y cloruro ferroso. El voltaje generado por las Celdas fue monitoreado durante quince días consecutivos, posteriormente se estimó la eficiencia de los materiales usados como membranas a través de una comparación de densidad de potencia y la degradación de su contenido. El voltaje promedio obtenido por celdas con grafeno fue 131mV, su densidad de potencia de 9,17mW/m2 y una degradación del sustrato de 8.60%  (N), 35.29%  (C), 24.49% (H) y 12,16% (S), mientras que celdas con magnetita consiguieron una degradación de 6.44% (N), 24.05% (C), 19.02% (H) y 11,35% (S) , un voltaje de 14mV y una densidad de potencia de 0,22 mW/m2 concluyendo que la membrana de grafeno tiene mayor rendimiento puesto que logró una  densidad de potencia 42 veces mayor en relación a la magnetita.


2021 ◽  
Vol 8 (1) ◽  
pp. 1-9
Author(s):  
Cleverson Matias Dos Santos ◽  
Anderson Aparecido Da Silva ◽  
Daniela Aparecida Freitas ◽  
Julia Peres Gonçalves ◽  
Lucélia Assunção do Prado

A qualidade visual das frutas e verduras está relacionada com a aceitação do consumidor, bem como deformações e coloração imprópria. O objetivo desse trabalho foi aplicar a tecnologia de processamento mínimo em frutas e hortaliças, avaliar a qualidade dos produtos aplicando diferentes métodos de conservação e embalagens, e estudar as formas de minimizar o escurecimento enzimático. O experimento foi conduzido no município de Ituiutaba, o delineamento utilizado foi inteiramente casualizado com 3 tratamentos (controle, branqueamento e ácido cítrico 1%) e 4 repetições. As frutas e verduras foram selecionadas conforme a ausência de injúrias e higienizadas em solução com hipoclorito de sódio (150 ppm por 15 minutos), as vasilhas e utensílios em 200 ppm por 10 minutos; 20 ppm por 10 minutos e 1 ppm por 10 minutos. Após 7 dias atribuiu-se notas para escala visual, sendo: 1 – ótimo (com frescor e boa aparência); 2 – bom (com frescor e aparência levemente prejudicada); 3 – regular (pouco frescor e aparência prejudicada, porém ainda em condições de ser comercializado); e 4 – péssimo (não-comercial). A batata e beterraba não deterioraram 100% nos tratamentos; a maçã-verde e a banana deterioraram antes do prazo de 7 dias para alguns tratamentos. Sob esses aspectos, pôde-se concluir, portanto, que a validade de 7 dias poderia ser atribuída à batata (Solanum tuberosum L.), maçã-verde (Pyrus malus L.) e a banana (Musa paradisíaca L.) para o tratamento com ácido cítrico 1%; para a beterraba (Beta vulgaris L.) a validade de 7 dias poderia ser atribuída ao tratamento por meio de branqueamento.


Author(s):  
Flor Teresa García Huamán ◽  
Marleny Angeles Trauco
Keyword(s):  

<p>El presente estudio estuvo orientado a identificar la flora apícola del Fundo Vitaliano, ubicado en el distrito de Chachapoyas, departamento de Amazonas, durante diez meses, de febrero a noviembre. El diseño que se utilizó fue el Diseño No Experimental Transaccional, diseño de una sola casilla, se realizaron muestreos de tipo intencional y selectivo, se ubicaron los apiarios existentes y después de localizadas las colmenas se marcaron transeptos radiales y se realizó el inventario de las especies de flora apícola a cada lado del transepto, la época de floración se determinó teniendo en cuenta revisión de fuentes bibliográficas, observaciones directas y encuestas; la identificación taxonómica de los especímenes vegetales se realizó utilizando claves botánicas, información bibliográfica y la respectiva comparación con el material herbarizado en el Herbarium Truxillense de la Universidad Nacional de Trujillo. Se encontró 18 apiarios ubicados a una altitud promedio de 2,434 msnm., 58 especies de flora apícola y las flores tienen en promedio 7.3 grados brix. Se concluyó que existen 24 familias y 48 géneros de flora apícola en el Fundo Vitaliano, la familia que tiene mayor predominancia es la Asteraceae con un 22.4%, las plantas que tienen mayor grado Brix (°B) son <em>Pyrus malus </em>“manzana israel” y <em>Ceasalpina spinosa </em>“tara”, con valores de 16°B y 15°B, respectivamente, la flora apícola con diez meses de floración corresponde a <em>Salvia leucantha </em>“salvia morada”, <em>Salvia tubiflora </em>“salvia-chochocon” y <em>fragraria vesca </em>“fresa”.</p>


Author(s):  
Syed Zameer Hussain ◽  
Bazila Naseer ◽  
Tahiya Qadri ◽  
Tabasum Fatima ◽  
Tashooq Ahmad Bhat
Keyword(s):  

Author(s):  
Deise Machado ◽  
Diego Matos Favero ◽  
Kely Priscila de Lima
Keyword(s):  

Geralmente as frutas apresentam características adequadas para produção de bebidas fermentadas, desta forma, esses produtos devem ser bastante pesquisados e incentivados. A maçã (Pyrus malus L.) e a amora preta (Rubus sp.) são frutas cultivadas em Palmas (PR) pelo seu ótimo desenvolvimento no frio. Assim, o objetivo deste trabalho foi produzir um fermentado misto de maçã e amora preta propondo então, uma nova possibilidade de renda para os produtores dessa região. Foram produzidos quatro fermentações para verificar a interação entre dois fatores o pH (3,5 e 3,9) e a temperatura (25 °C e 30 °C), utilizando um delineamento fatorial inteiramente casualisado, 22. Posteriormente foi quantificado seus compostos bioativos como as antocianinas, atividade antioxidante total e fenólicos totais e realizado algumas analises físico-químicas como o teor alcoólico, calorias, densidade e teor de sólidos solúveis utilizando o equipamento Alcolyzer Beer. E empregando o software “Statistica 10” foram obtidas a análise de variância, diagrama de Pareto e superfície de resposta, para todos os resultados obtidos. Desta forma foi possível observar que apenas as antocianinas tiveram diferença estatística, sendo que o parâmetro pH apresentou influência negativa na quantidade delas. Assim, se esse fermentado for reproduzido preferencialmente deverá ser realizada sua fermentação na temperatura de 30°C e pH inicial de 3,5 ou ligeiramente abaixo para manter as antocianinas no produto.


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