puccinia graminis tritici
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2018 ◽  
Vol 108 ◽  
pp. 128-136 ◽  
Author(s):  
P. Prasad ◽  
S.C. Bhardwaj ◽  
S. Savadi ◽  
P.L. Kashyap ◽  
O.P. Gangwar ◽  
...  

2012 ◽  
Vol 13 (1) ◽  
pp. 31 ◽  
Author(s):  
Subrahmaniam Nagarajan ◽  
Hans J. Kogel ◽  
Jan C. Zadoks

Dispersal of a new virulence of Puccinia graminis tritici (Pgt)-Ug99 from Uganda-Kenya to Yemen, over >1000 km, happened in four years. Geo-agro-ecology of wheat cultivation and the epidemiology of Pgt indicate that the Rift Valley is a natural conduit “flyway.” The widely prevalent “green bridges” favor survival and spread of Pgt. This part of the Rift Valley is one single epidemiological zone, and the annual Pgt build-up is from the endogenous inoculum. Accepted for publication 18 October 2012. Published 14 November 2012.


1999 ◽  
Vol 34 (8) ◽  
pp. 1511-1516
Author(s):  
Julio Cesar Albrecht ◽  
José Maria Vilela de Andrade ◽  
Cantidio Nicolau Alves de Sousa

A cultivar de trigo (Triticum aestivum L.) EMBRAPA 41 foi criada pela Embrapa-Centro de Pesquisa Agropecuária dos Cerrados (CPAC), em Planaltina, DF. Essa cultivar é o resultado da seleção realizada na descendência do cruzamento entre PF 813 e Polo 1; foi avaliada na fase experimental como linhagem CPAC 88118. A nova cultivar foi recomendada, pela Comissão Centro-Brasileira de Pesquisa de Trigo, para cultivo irrigado durante a estação seca, em 1995, nos estados de Minas Gerais e Goiás e no Distrito Federal. Essa cultivar destaca-se por apresentar estatura média, ciclo precoce, alto potencial de rendimento e por sua superior qualidade industrial. Nas avaliações de resistência a enfermidades, apresentou reação de resistência em relação à ferrugem-do-colmo, causada por Puccinia graminis tritici.


Bragantia ◽  
1994 ◽  
Vol 53 (2) ◽  
pp. 191-208 ◽  
Author(s):  
João Carlos Felicio ◽  
Carlos Eduardo de Oliveira Camargo ◽  
Policarpo Vitti ◽  
Doralice Maria Falcirolli Campagnolli

Avaliaram-se os cultivares de trigo IAC 120 (Curumi), IAC 286 (Takaoka) e IAC 289 (Marruá) quanto à produtividade, às reações aos agentes causais das ferrugens do colmo e da folha (em condição de campo e de casa de vegetação) e à helmintosporiose, em experimentos instalados em solos corrigidos e não corrigidos em relação à acidez, em condição de sequeiro ou de irrigação por aspersão, em diferentes regiões paulistas em 1988-92. Avaliaram-se também os cultivares por testes de tolerância a ferro, alumínio e manganês, empregando-se soluções nutritivas, em laboratório, além das qualidades físicas de panificação das farinhas obtidas dos seus grãos e o teste final de panificação. A produtividade de grãos do IAC 120 superou a do BH 1146 e do IAC 24 (controle) em 19 e 14% respectivamente, nas condições de sequeiro. O IAC 289, nas mesmas condições de cultivo, apresentou produção de grãos 26 e 19% maior em relação às testemunhas Anahuac e IAC 24 e, em condição de irrigação, foi superior 13 e 9% em relação aos mesmos controles. O IAC 286 produziu 12 e 15% a mais que o Anahuac e o IAC 24 em condições de irrigação. Para a ferrugem do colmo (Puccinia graminis tritici), em casa de vegetação, o IAC 120 demonstrou suscetibilidade às raças G11, G19, G20 e G21; o IAC 286 apresentou resistência somente às raças G11 e G17; o BH 1146 mostrou-se sensível e o IAC 289 e o Anahuac, resistentes, a todas as raças testadas. Os testes para reação à ferrugem da folha (Puccinia recondita) em casa de vegetação demonstraram que os cultivares IAC 120, IAC 286, IAC 289, BH 1146 e Anahuac foram suscetíveis a essa doença, resultados esses confirmados nos testes de campo. Todos os cultivares em estudo se apresentaram sensíveis ao agente causal da helmintosporiose, com exceção do IAC 120, que revelou resistência maior em relação aos demais; o IAC 120 mostrou-se tolerante a Al3+ e Mn 2+ e sensível a Fe 2+; o IAC 286 foi tolerante a altas doses de Al3+ e sensível a Mn2+ e Fe 2+; o IAC 289 demonstrou-se tolerante a Fe 2+ e Mn2+, e sensível a Al3+. Nos testes de panificação, os novos cultivares revelaram qualidade satisfatória: o IAC 120 apresentou farinha de glúten médio a forte, e o IAC 286 e IAC 289, farinha de glúten médio.


Genome ◽  
1989 ◽  
Vol 32 (5) ◽  
pp. 932-933 ◽  
Author(s):  
D. R. Knott

A type of dwarfism found in crosses involving the wheat (Triticum aestivum L.) cultivar Webster and a stem rust (Puccinia graminis tritici Erik. &Henn.) susceptible line, LMPG, proved to be due to a dominant gene from cv. Webster and a recessive gene from LMPG. The dominant gene is closely linked to the gene Sr30, which conditions stem rust resistance in cv. Webster and is on chromosome 5D. The dwarf plants have short, dark green, stiff leaves and rarely develop more than two leaves before dying.Key words: dwarfism, Triticum aestivum, Puccinia graminis tritici, stem rust.


Genome ◽  
1988 ◽  
Vol 30 (1) ◽  
pp. 97-98 ◽  
Author(s):  
D. R. Knott

Four stem rust (Puccinia graminis tritici Eriks. &Henn.) resistant wheat (Triticum aestivum L.) – Agropyron recombinants were analyzed to determine the wheat chromosomes involved. The Agropyron chromosome, 7el2, was known to be homoeologous to the group 7 chromosomes of wheat. Monosomic analysis showed that all four recombinants involved wheat chromosome 7D.Key words: rust resistance, Puccinia, Agropyron, wheat, Triticum, homoeologous recombination.


Genome ◽  
1987 ◽  
Vol 29 (4) ◽  
pp. 664-670 ◽  
Author(s):  
R. P. Singh ◽  
R. A. McIntosh

Resistance to Puccinia graminis tritici pathotype 34-1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 in a South African wheat, W3757, was attributed to a dominant gene located in an alien (possibly Agropyron elongatum) chromosome that had substituted with wheat chromosome 6D. This gene, designated SrB, and present in two additional South African wheats, W3758 and W3759, conferred a high level of adult plant resistance to pathotypes used for field assessments. Because SrB is apparently different from other genes transferred from A. elongatum to wheat, its possible exploitation following translocation to a wheat chromosome seems warranted. Key words: Puccinia graminis tritici, Triticum aestivum, wheat cytogenetics, rust resistance, alien substitution line.


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