yeast estrogen screen
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2021 ◽  
Vol 26 (1) ◽  
pp. 21-28
Author(s):  
Danieli Lima da Cunha ◽  
Samuel Muylaert ◽  
Marilia Teresa Lima do Nascimento ◽  
Giselle Gomes Moreira da Silva ◽  
Estefan Monteiro da Fonseca ◽  
...  

RESUMO Nas últimas décadas se intensificou o lançamento, no meio hídrico, de contaminantes com capacidade de desregulação endócrina. Nesse contexto, a aplicação e o aprimoramento de métodos analíticos eficientes passam a ser cada vez mais requeridos para verificar os potenciais impactos dessas substâncias sobre os organismos a elas expostos. Bioensaios podem ser conduzidos para esse fim, como, por exemplo, o ensaio in vitro yeast estrogen screen (YES), que permite a detecção de compostos estrogênicos e citotóxicos. Este estudo, aplicando tal ensaio, investigou a atividade estrogênica das águas e seus potenciais riscos à biota aquática de dois corpos hídricos do município de Santa Maria Madalena, no estado do Rio de Janeiro, Sudeste do Brasil. Observou-se atividade estrogênica apenas no córrego São Domingos, com concentrações de equivalente estradiol (EQ-E2) de 23 e 10.4 ng.L−1 no período de estiagem e chuvoso, respectivamente. Os potenciais riscos desse nível de atividade estrogênica foram mensurados por meio de uma avaliação de risco, que revelou alto e médio risco nas estações seca e chuvosa, respectivamente. Cabe mencionar que, entre os corpos hídricos estudados, a área do córrego São Domingos é aquela com maior adensamento populacional e menor cobertura de coleta e tratamento de esgotos. O ensaio YES mostrou ser uma boa ferramenta para a detecção da presença de desreguladores endócrinos estrogênicos, que pode subsidiar o avanço do conhecimento de corpos hídricos e a formulação de legislação e regulamentações da área ambiental.


2020 ◽  
Vol 412 (19) ◽  
pp. 4527-4536 ◽  
Author(s):  
Alan J. Bergmann ◽  
Eszter Simon ◽  
Andrea Schifferli ◽  
Andreas Schönborn ◽  
Etiënne L. M. Vermeirssen

Abstract Food contact materials (FCM) may contain complex mixtures of estrogenic chemicals. A yeast estrogen screen performed on high performance thin-layer chromatography plates (planar-YES, P-YES) is promising for analysis of such mixtures, as it could allow for better elucidation of effects compared with established methods in microtiter plates. However, the P-YES has not been directly compared with established methods. We compared the performance of a microtiter plate YES (lyticase-YES, L-YES) to P-YES on silica gel HPTLC plates using 17β-estradiol (E2), 20 chemicals representative of migrants from plastic FCM, and three migrates of coated metal food cans. Effective doses (ED10, ED50) and estradiol equivalencies were calculated for each chemical. Thirteen chemicals had calculable EDs in the L-YES or P-YES, with average EDs 13-fold (range 0.63–36) more potent in P-YES than in the L-YES. Normalized to E2, the median estrogenicity was within 1.5-fold (0.43–8.8) between the assays. Therefore, P-YES was as or more sensitive than L-YES but potencies relative to E2 were comparable between assays. With chromatography, the P-YES detected estrogenicity in coated metal cans, effects that were unmeasurable in L-YES. With the sample preparation methods used in this study, both YES assays are sufficiently sensitive to detect bisphenol A below the specific migration limit for plastic packaging (0.05 mg/kg food). This study demonstrates that P-YES outperforms L-YES because it is more sensitive, provides comparable estradiol equivalents, and circumvents confounding mixture effects. The P-YES will be useful for routine monitoring of FCM and toxicant identification in problematic materials.


2020 ◽  
Vol 19 (2) ◽  
pp. 11
Author(s):  
João Monteiro Neto ◽  
Juliana Palermo Evangelista Dos Santos ◽  
Taiza dos Santos Azevedo ◽  
Thamara Costa Resende ◽  
Nayara Coury De Rezende ◽  
...  

Encontrados em diferentes matrizes ambientais devido à ineficiência de remoção em estações de tratamento de esgoto, os denominados micropoluentes são alvos de estudos por causarem diversos efeitos adversos à saúde do ser humano, mesmo em baixas concentrações. São exemplos os hormônios, destacando-se o 17-β-estradiol (E2), o qual tem elevado potencial estrogênico e foi encontrado em mananciais superficiais no Brasil. Dessa maneira, o presente estudo tem como objetivo avaliar a cloração como modo de remoção da atividade estrogênica do E2 em diferentes condições de dose de cloro e tempo de contato previstos em norma, bem como quantificar a atividade estrogênica remanescente através do ensaio Yeast Estrogen Screen (YES). Para a dose de cloro de 0,5 mg.L‑1 e tempo de contato de 30 minutos, a remoção da atividade estrogênica foi de 98,6 ± 1,1%; e para a maior dose, de 5 mg.L-1, obteve-se 99,5 ± 0,1% de remoção no mesmo tempo. Avalia-se que tanto a dose quanto o tempo de contato foram significativos na remoção da atividade estrogênica. Mais estudos em busca de condições ótimas de cloração, identificação de subprodutos da reação e avaliação da remoção em diferentes tecnologias de tratamento são necessários.


2017 ◽  
Vol 1530 ◽  
pp. 185-191 ◽  
Author(s):  
Andreas Schoenborn ◽  
Pascal Schmid ◽  
Sarah Bräm ◽  
Georg Reifferscheid ◽  
Marina Ohlig ◽  
...  

2017 ◽  
Vol 410 (4) ◽  
pp. 1237-1246 ◽  
Author(s):  
Luca Cevenini ◽  
Antonia Lopreside ◽  
Maria Maddalena Calabretta ◽  
Marcello D’Elia ◽  
Patrizia Simoni ◽  
...  

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