isabelle stengers
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Scene ◽  
2021 ◽  
Vol 9 (1-2) ◽  
pp. 77-95
Author(s):  
Eamon D’Arcy

In recent decades, there has been considerable interdisciplinary debate around the theories of scenography, but less so around the practices of scenography. This article revisits scenography to reposition it as a contemporary design discipline, with a reminder that its history is embedded in the traditions of art theory and philosophy. Using Isabelle Stengers’ ‘Introductory notes on an ecology of practices’ as an opportunity to rethink the practice of scenography, a project is revisited, under the rubric ‘design fiction’. This project ‘Burying the Narrative’ is presented as a source of conceptual and theoretical encounter as several objects are buried under the ground. This was a tactic to deliberately disassociate scenography from traditional conventions and methodologies. Design practice is considered an integral part of the ecosystem of theatre and performance, and certainly in the early stages of a project, clever manoeuvres give rise to creative speculations.


2021 ◽  
Vol 13 ◽  
pp. 150-170
Author(s):  
Roberto Dalmo Varallo Lima de Oliveira ◽  
Bruna Adriane Fary ◽  
Alexandre Luiz Polizel

Este manuscrito busca responder ao questionamento: quais significados de humanidade emergem a partir das reflexões de licenciandos de Química? Para tal, a partir das interações que surgiram em uma aula da disciplina de Filosofia da Ciência para Química, realizamos uma pesquisa que envolveu a confecção de cartas. À luz da análise do discurso, de inspiração em Michel Foucault, estabelecemos quatro eixos de análises para as cartas: 1) “o humano como produção das Ciências”, 2) “a humanização como processo de sensibilização”, 3) “A humanidade como algo deste mundo”; 4) “O humano como ser distinto por composição”. Por meio de um quadro teórico que envolveu Isabelle Stengers, Michel Foucault, Bruno Latour, Ailton Krenak, Eduardo Viveiros de Castro, Adela Cortina, entre outros, discutimos esses eixos. As reflexões nos proporcionaram pensar, também, sobre qual é o papel da Educação em Química - principalmente no que tange à formação de educadores(as) - na construção desses significados.


Author(s):  
Bernadette Bensaude Vincent ◽  
Ronei Clécio Mocellin

Bernadette Bensaude-Vincent, professora emérita da Universidade de Paris 1 Panthéon-Sorbonne, é historiadora e filósofa das ciências. Além de mais de uma centena de artigos publicados em periódicos científicos e como capítulos de livros coletivos, suas principais obras são: Histoire de la chimie[1], em colaboração com Isabelle Stengers (La Découverte, 1993), La science populaire dans la presse et l’édition, em colaboração com Anne Rasmussen (CNRS Editions, 1997), Lavoisier. Mémoires d’une révolution (Flammarion, 1998), Eloge du mixte. Matériaux nouveaux et philosophie ancienne (Hachette, 1998), Faut-il avoir peur de la chimie? (Les Empêcheurs de penser en ronde, 2005), Matière à penser. Essais d’histoire et de philosophie de la chimie (Presses Universitaires de Paris Ouest, 2008), Chemistry, the impure Science em colaboração com Jonathan Simon (Imperial College Press, 2008), Les vertiges de la technoscience. Façonner le monde atome par atome[2] (La Découverte, 2009), Fabriquer la vie. Où va la biologie de synthèse? em colaboração com Dorothée Benoit-Browaeys (Seuil, 2011), Carbone. Ses vies, ses oeuvres em colaboração com Sacha Loeve (Seuil, 2018), e Philosophie de la chimie, obra coletiva organizada com Richard-Emmanuel Eastes (deBoeck, 2020).[1] História da química. Tradução de Raquel Gouveia. Lisboa: Instituto Piaget, 1996.[2] As vertigens da tecnociência. Tradução de José Luiz Cazarotto. São Paulo: Ideias & Letras, 2013.


Author(s):  
Teresa Elkin Postila

AbstractThis article aims to investigate environmental education in preschools by taking Donna Haraway’s call of staying with the trouble together with preschool children seriously, here-and-now, in explorations of dirty water and water purification. This posthumanist inspired research project draws theoretically and methodologically on the writings of Haraway, Anna L. Tsing and Isabelle Stengers. The empirical data consist of three stories from a multidisciplinary intervention research project in the Stockholm region in Sweden, collected from collaboratively produced data such as films, photographs, drawings, and notes from the project. The study can be seen as an invitation to preschools to engage in the debate on climate change and to create a togetherness around environmental concerns, not only in the future, but also here-and-now in the preschool.


2021 ◽  
Vol 29 (48) ◽  
pp. 277
Author(s):  
Alyne De Castro Costa ◽  
Ádamo Bouças Escossia Da Veiga

Neste artigo, recorremos ao conceito de “acontecimento”, de Gilles Deleuze, para pensar a Terra e as transformações antropogênicas que, incidindo sobre os processos ecológicos, configuram o que vem sendo chamado de colapso ecológico global. Se, sob tais transformações, percebemos que a Terra nunca consistiu num ambiente acabado e inerte – imagem prevalente desde ao menos a modernidade –, propomos que o conceito de acontecimento permite vislumbrar outras imagens da Terra. Isso porque ele possibilita não apenas analisar a processualidade em si mesma das dinâmicas que fazem a própria Terra, mas também compreender por que precisamos mais que nunca de um novo entendimento político (ou cosmopolítico, para falar como Isabelle Stengers) que coloque em outros termos as relações entre humanos e não humanos, natureza e cultura, indivíduos e seu meio. Concluímos a análise discutindo algumas consequências éticas e políticas que se desdobram dessa consideração da Terra como um acontecimento.


2021 ◽  
Vol 22 (48) ◽  
pp. 174-207
Author(s):  
Orivaldo Nunes Junior

O pensamento eurocentrado, com possui base dualista da balança e dois pesos, na lógica aristotélica e na Geometria Euclidiana e Cartesiana, foi fortemente criticado por intelectuais influenciados pelas Filosofias não-eurocentradas. Contudo, as influências de Filosofias Indígenas presentes no Pragmatismo e na Filosofia do Processo que influenciaram Felix Guattari e Gilles Deleuze, estes influenciados por Pierre Clastres que etnografou sociedades Indígenas contra o Estado centralizador tão caro à Europa. Tais críticas produziram Isabelle Stengers, Bruno Latour, Tim Ingold que trazem novas perspectivas à Antropologia e Sociologia, bem como Milton Santos que trouxe uma Geografia nova. Estes movimentos nos auxiliaram a delinear a proposta de Apensamento, como organizador da multiplicidade composta por seres com diversidade multiescalar e fractal, comum nas Filosofias Indígenas, que podemos utilizar como ferramenta na decolonização do pensar eurocentrado.


Author(s):  
Casper Bruun Jensen

This paper explores “how ethnographic collaboration configures its data” via examination of three relations: between ethnography as method and writing, between leaky empirical and conceptual sets, and between ethnographic and rhetorical effects. I suggest that writing entails keeping the research imagination alive to two simultaneous processes of scaling—of the empirical within the text, and of diverse sets of literature in mutual relation—always with a specific focus and orientation. What emerges is an image of both ‘ethnographer’ and ‘data’ as hybrid and transformable companions. I illustrate with reference to two quite different texts about emerging Mekong realities. Both are elicited as experimental additions to worlds. In that capacity, they are capable of generating reality effects but those effects cannot be preordained. I conclude that ethnographic collaborations find no other grounds than dic cur hic—why, here, now—or as Isabelle Stengers has formulated it “say why you say it.”  


2021 ◽  
Vol 41 (1) ◽  
pp. 25-43
Author(s):  
Sérgio Botton Barcellos ◽  
Camila Dellagnese Prates ◽  
Júlio Picon Alt

A partir deste artigo, o objetivo é analisar como se configuram os conflitos ambientais na tentativa de instalação da mineração de derivados de fosfato, em Lavras do Sul, no estado do Rio Grande do Sul (RS). O marco teórico que ampara o trabalho é constituído pela lente analítica de processo histórico de longa duração e configurações sociais, em Norbert Elias; neoextrativismo, em Eduardo Gudynas; conflitos ambientais a partir de Henri Acselrad; e Isabelle Stengers para amparar a discussão sobre os papéis desempenhados pela ciência e pela política nesses contextos. Nesta análise, serão levadas em consideração as dimensões históricas, o contexto atual da mineração nessa região, as disputas e conflitos ambientais acerca da possível instalação desse empreendimento. A metodologia é qualitativa, a partir de observação participante, análise documental e de depoimentos públicos dos atores sociais como a empresa mineradora e interlocutores (as) na comunidade estudada. Compreende-se que os conflitos ambientais entre atores “contrários” e “a favor” da instalação deste empreendimento minerário no RS estimulam processos sociais distintos. Conclui-se que há umprocesso de avanço de fronteiras de exploração ambiental e territorialização desses grupos no bioma Pampa, pelo acúmulo de capital econômico financeiro, por meio da extração de bens naturais, como minérios, e atuação de grupos transnacionais com apoio de grupos nacionais e locais.


2020 ◽  
Vol 11 (3) ◽  
Author(s):  
Renzo Taddei ◽  
Davide Scarso ◽  
Nuno Castanheira

Nesta entrevista, realizada por Davide Scarso e Nuno Pereira Castanheira entre os meses de novembro e dezembro de 2020 via e-mail, o Professor Renzo Taddei (Unifesp) discute o significado do termo Antropoceno e as suas implicações, com base nas contribuições teóricas de Deborah Danowski, Eduardo Viveiros de Castro, Donna Haraway, Isabelle Stengers e Bruno Latour, entre outros. O entrevistado enfatiza a necessidade de evitarmos a redução do Antropoceno ou termos similares a conceitos científicos, assim preservando a sua capacidade indutora de novas perspectivas e transformações existenciais e resistindo à tentação de objetivação dominadora de um mundo mais complexo e bagunçado do que a epistemologia clássica gostaria de admitir.


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