hildegard von bingen
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2021 ◽  
Vol 66 (1-2) ◽  
pp. 221-231
Author(s):  
Maura Zátonyi ◽  
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Rebel or collaborator of God? Hildegard of Bingen about a converted creation approach. Hildegard of Bingen (1098-1179) describes the consequences of the destruction of nature with surprising modern illustrations. At the same time, she shows ways to change for the better. Instead of rebelling against God and the order of creation, man is invited to take his position in the heart of creation. Obedience frees man to deal with creation in a compliant manner. This way he can respond to God’s love and act with responsibility in the world. Keywords: Hildegard von Bingen, Schöpfung, Gottes Liebe, Freiheit, Vernunft, Verantwortung, Gottesvergessenheit, Umkehr, geschöpfliches Dasein, Gehorsam.


2021 ◽  
pp. 1-5
Author(s):  
Almut Furchert
Keyword(s):  

2021 ◽  
Vol 9 (2) ◽  
pp. 133
Author(s):  
Natividad Navalón Blesa ◽  
Alejandro Mañas García ◽  
Teresa Cháfer Bixquert

This is the second article of a whole series of reflections in which our main objective is to recover the space that the women should never have lost. In them we review those heroines, combatants in a misogynistic society, who have been influential thinkers in the creative work developed by contemporary women artists. This article is centered on the figure of Hildegard von Bingen, a versatile and visionary nun, who left her legacy in different disciplines such as writing, painting, music, science, among others. A heroine, in which many artists have set their sights as a benchmark for empowerment and have directed their artistic work towards mysticism, generating a connection between art and spirituality. We collect a selection of artists who have used mysticism, silence and visions in their creative process to give voice to a gender problem in this society and to work in the fight for the recovery of a space that should always have belonged to the woman. Artists who, through their work, claim a place in a phallocentric society. Hildegard is a clear example of what we call female heroines in a misogynistic society.


2020 ◽  
Vol 34 (2) ◽  
pp. 463-487
Author(s):  
Martin Santos Barcala ◽  
Paulo Augusto de Souza Nogueira
Keyword(s):  

Este artigo examina a obra da abadessa alemã do século 12 Hildegard von Bingen. Em meio a sua prolífica e multifacetada obra se destaca Scivias (abreviatura de Scito Vias Domini, que se traduz por Conhece os Caminhos), composta de visões místicas e apocalípticas, acompanhadas de comentários exegético-teológicos e iluminuras. Discutimos as estratégias discursivas que promoviam a legitimidade de sua pregação e mensagem, em meio a um contexto institucional e teológico masculino e hierárquico. Hildegard explora o potencial de criação e atualização de mensagens dos textos bíblicos por meio de sua linguagem visionária, que é altamente conectiva e criativa. Desta forma a abadessa consegue seguir inserida no quadro institucional do catolicismo do seu tempo, de cuja hierarquia teve reconhecimento e autorização, sem abrir mão da mística visionária e de seu potencial der produção e atualização de mensagens. Analisamos mais detidamente a segunda visão do terceiro livro do Scivias, intitulada A coluna da Palavra de Deus, no texto e na iluminura, na tensão e complementariedade entre os dois, com o objetivo de explorar a relação entre os profetas bíblicos, os leitores e o Espírito, em diálogo e multiplicação de revelações.  


2020 ◽  
Vol 13 (1) ◽  
pp. 35-54
Author(s):  
Maria Simone Marinho Nogueira ◽  
Ana Rachel Gondim Cabral de Vasconcelos
Keyword(s):  

Neste artigo pretendemos apresentar, a partir das duas primeiras cartas trocadas entre Hildegard von Bingen (1098-1179) e Elisabeth von Schönau (1129-1164), a relação de amizade e inspiração dessas duas mulheres, que foram importantes místicas visionárias cristãs do século XII e influenciaram sobremaneira a cristandade medieval. Apresentaremos, assim, aspectos da vida e da obra da sibila do Reno e sua influência sobre Elisabeth von Schönau, delimitando também algumas das diferenças entre elas, inclusive no que se refere à mística.


2020 ◽  
Vol 18 (2) ◽  
pp. 396
Author(s):  
Marcia Blasi ◽  
Valério Guilherme Schaper
Keyword(s):  

Por muitos séculos, saúde e religião andaram juntas. Às mulheres cabia a tarefa de cuidar de pessoas doentes através de dietas e ervas medicinais. Hildegard von Bingen e Katharina von Bora foram mulheres que, cada uma em seu tempo e contexto, foram atuantes na prática da medicina caseira e nos cuidados com a saúde. O presente artigo procura verificar como elas encontraram frestas para atuar na sociedade, compartilhando sabedoria e conhecimentos.


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