patient competency
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2021 ◽  
Vol 29 ◽  
pp. 1-22
Author(s):  
Gabriela Marques Dias ◽  
Morgana Christmann

Introdução. A anosognosia é a alteração da percepção da existência das dificuldades. Objetivo. Avaliar a anosognosia pós Acidente Vascular Cerebral (AVC) nas fases aguda e subaguda (até seis meses após a lesão). Método. A amostra foi constituída por pacientes atendidos em um Hospital ou na Atenção Primária à Saúde, e seus familiares. Foi um estudo quantitativo, de desenho transversal, a coleta de dados ocorreu de agosto a novembro de 2020. Foram aplicados aos pacientes e familiares os questionários Dados Sociodemográficos e The Patient Competency Rating Scale (PCRS), ambos em duas versões. Resultados. A amostra apresentou 10 pacientes e familiares, os pacientes tinham média de idade 55,4±15. Na observação da discrepância da pontuação PCRS entre pacientes e familiares, dois (20%) dos pacientes não apresentam anosognosia, e três (30%) apresentam pouca discrepância, considerou-se que não apresentam anosognosia. Já, cinco (50%) dos pacientes tiveram discrepância na PCRS com os familiares e considerou-se que apresentam anosognosia, desses três (30%) acreditam ter mais facilidade, e dois (20%) acreditam ter mais dificuldade. Não afirmamos estatisticamente, sugerimos que pontuações discrepantes maior que três sugerem anosognosia. Conclusão. Dentre os pacientes, 50% apresentam alteração na autopercepção da saúde, tendendo a percepção positiva, não afirmamos estatisticamente por não existir escore na PCRS. Os 50% dos pacientes que não possuem anosognosia têm mais chances de aderir à reabilitação. Os pacientes que se enxergam com mais facilidade podem não aderir à reabilitação. Sugere-se estudos com critério de inclusão o Mini Exame do Estado Mental (MEEM), garantindo respostas conscientes.


Brain Injury ◽  
2020 ◽  
pp. 1-11
Author(s):  
Nicolle Zimmermann ◽  
Monique Castro Pontes ◽  
Renata Kochhann ◽  
George P. Prigatano ◽  
Rochele P. Fonseca

Author(s):  
Prigatano ◽  
Fordyce ◽  
Zeiner ◽  
Roueche ◽  
Pepping ◽  
...  

2020 ◽  
Vol 39 (4) ◽  
pp. S499-S500
Author(s):  
N. Dubyk ◽  
O. Zelaya ◽  
L. Cunliffe ◽  
K. Brownbridge ◽  
M. Phinney ◽  
...  

2019 ◽  
Vol 29 (Supplement_4) ◽  
Author(s):  
M Tanaka ◽  
S Kodama

Abstract Issue/problem In 2017, Japanese dialysis patients and kidney transplant cases numbered roughly 330,000 and 1,700, respectively. In March 2019, a patient died after a physician terminated her kidney dialysis at a hospital in Tokyo. The Tokyo Metropolitan Government and the Japanese Society for Dialysis Therapy (JSDT) investigated the case, questioning the patient’s terminal status and desire to withdraw her request to terminate dialysis. Description of the problem No Japanese law addresses treatment withdrawal, but several court decisions and the Ministry of Health, Labor and Welfare’s process guidelines and JSDT guidelines address treatment withdrawal from terminal patients. We examined relevant court decisions and guidelines, identifying three legal policy issues that may impact legal policy discussions on treatment withdrawal in other countries, regardless of the enactment status of such laws. Results First, the patient was not “terminally ill” as defined by the court rulings and guidelines. Second, a clear decision based on appropriate informed consent from the patient seemed absent, violating the court rulings and guidelines. Third, the physician’s judgment of patient competency for decision-making may have been missing. Lessons We considered problems beyond the court rulings and guidelines by focusing on the patient’s right to self-determination and treatment refusal in other countries. The Patient Self-Determination Act and the Patient’s Bill of Rights (US) as well as court rulings and the NHS Charter (UK) guarantee such rights, and collectively enable competent patients in the US, UK, and elsewhere to refuse dialysis even if they are not terminal. Japanese legislation does not guarantee such patient rights or the explicit allowance/prohibition of treatment withdrawal, regardless of the patient’s terminal status; enactment of such laws should be considered. Key messages We identified legal ambiguity due to a lack of the patient’s right to both self-determination and treatment refusal. This could impact the international discussion on dialysis treatment withdrawal.


2019 ◽  
Vol 45 (3) ◽  
Author(s):  
Gabriele Ruiz Keller ◽  
Gabriela Marques Dias ◽  
Ana Lucia Cervi Prado ◽  
Heloisa Toledo da Silva ◽  
Cibele Bessa Pacheco

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma diminuição ou suspensão do aporte sanguíneo para o cérebro. A anosognosia representa as alterações em indivíduos quanto à percepção da existência ou extensão de suas dificuldades, interferindo negativamente na reabilitação. A anosognosia pós AVC é frequente na fase aguda e rara na fase crônica. Este estudo avaliou a anosognosia pós AVC em pacientes de um programa de reabilitação fisioterapêutica em grupo no interior do Rio Grande do Sul. Foi realizado um estudo com abordagem quantitativa, com caráter descritivo exploratório e de desenho transversal com 11 pacientes, com média de idade de 62,73±8,09 e seus respectivos familiares, no período de junho a outubro de 2017. Foi respondida a Anamnese e o Mini exame do estado mental com os pacientes e para avaliar a anosognosia foi respondida o The Patient Competency Rating Scale Versão brasileira (PCRS) - para pacientes e PCRS para familiares. Observou-se discrepância nos resultados da autopercepção do paciente e a percepção dos respectivos familiares, sendo de 9,45±6,80 na PCRS. Isso pode influenciar negativamente para a recuperação. Observamos correlação moderada negativa entre a idade atual e a discrepância da PCRS para familiares e pacientes. Os pacientes mais velhos tiveram melhor auto percepção das dificuldades, isso pode ser resultado da neuroplasticidade, em que se adaptaram às condições de saúde. Apesar de não abordarmos no estudo, acreditamos que a atividade física em grupo melhora os aspectos físicos e psíquicos, o que pode ajudar na prevenção da anosognosia.


2019 ◽  
Vol 40 (3) ◽  
pp. 571-576 ◽  
Author(s):  
Jennifer M. Stinson ◽  
Jessica E. Chang ◽  
Jordan S. Robinson ◽  
Jesse S. Passler ◽  
Robert L. Collins

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