scholarly journals O ENFERMEIRO E O USO DO CHECKLIST EM CIRURGIAS DE EMERGÊNCIA

2021 ◽  
Author(s):  
Erica Vanço Lima Santos ◽  
Fabíola Vieira Cunha ◽  
Rosana Maria Faria Vador
Keyword(s):  
E 52 ◽  

Introdução: A segurança do paciente tornou-se um assunto prioritário na área da saúde nas últimas décadas. A ocorrência de falhas é possível e acarreta graves consequências. Devido à essas ocorrências a OMS lançou a “Aliança mundial para segurança do paciente”, visando a conscientização da equipe multiprofissional na melhora do cuidado prestado ao paciente, e o desenvolvimento de políticas e estratégias de atenção à saúde, implementando nas instituições uma lista de verificação o checklist. Portanto em cirurgias de emergência a aplicação de um checklist voltado para este momento cirúrgico pode priorizar o atendimento e elevar as chances de sobrevida do paciente e na diminuição da ocorrência de erros. Objetivos: Levantar a atuação do Enfermeiro no uso do checklist em cirurgias de emergência, investigar as vantagens da padronização de protocolos publicados na segurança de pacientes cirúrgicos e propor a elaboração de um checklist na segurança de pacientes cirúrgicos submetidos a procedimentos de emergência. Materiais e métodos: Trata-se de uma revisão de literatura de caráter exploratório com abordagem qualitativa, para o levantamento de dados a busca foi realizada nas bases de dados eletrônicos no Scientific Eletronic Library On-line (Scielo) e Publicações Médicas (Pubmed). O recorte temporal foi de 2011 a 2021. Para compor a amostra foram selecionados 22 artigos. Resultado: A partir deste estudo constatou-se que 48% dos artigos levantados se referiram a importância da atuação do Enfermeiro na assistência ao paciente cirúrgico e 52% dos artigos apontavam as vantagens do uso de padronização de protocolos na segurança de pacientes cirúrgicos. Conclusão: Foi possível identificar que os resultados apresentados poderão contribuir com os enfermeiros assistenciais e gestores de centro cirúrgico ao evidenciar o conjunto de práticas necessárias para a promoção da segurança do paciente em cirurgia de emergência. Desta forma foi proposto um modelo de checklist para procedimentos cirúrgicos de emergência, afim de potencializar a segurança do paciente e equipe cirúrgica.

2019 ◽  
Vol 65 (2) ◽  
Author(s):  
Carina Balem Ganzer ◽  
Gabriela Wagner ◽  
Ariana Machado Toriy ◽  
Suellen Cristina Roussenq ◽  
Cristiana Pezzi Franco de Souza ◽  
...  
Keyword(s):  
E 52 ◽  

Introdução: O câncer de cabeça e pescoço engloba um grupo heterogêneo de neoplasias malignas originadas na cavidade oral, faringe, laringe, seios paranasais, cavidade nasal, glândulas salivares e tireoide. Objetivo: Este estudo buscou avaliar o conhecimento dos universitários da área da saúde sobre o câncer de cavidade oral. Método: Estudo do tipo epidemiológico, transversal, descritivo, quali-quantitativo com amostra não probabilística de conveniência. Os universitários receberam, via formulário on-line, um questionário com 24 questões aplicadas que abordavam os fatores de risco, sintomatologia, aspectos clínicos, autoexame, prevenção e tratamento. Resultados: Participaram do estudo 110 universitários da área da saúde (58 = primeiro ano e 52 = último ano), distribuídos nos cursos de fisioterapia, odontologia, psicologia, educação física, enfermagem, medicina e nutrição. Em relação à média de acertos dos questionários, os universitários do primeiro ano obtiveram 77,65% (±21,09) de acertos, e os universitários do último ano, 82,37% (±19,88). As questões que obtiveram menores taxas de acertos foram as relacionadas à incidência do câncer de boca no Brasil; 43 (39%) acertaram e 52 (47,3%) dos universitários desconhecem a idade em que maioria dos casos são diagnosticados. Conclusão: Apesar de o câncer de cavidade oral ser crescente, formas de prevenção e diagnóstico precoce reservam maiores chances de cura. A partir deste estudo, pôde-se concluir que os universitários dos cursos da área da saúde, principalmente do último ano, parecem estar aptos a informar à população a respeito do câncer de cavidade oral.


2021 ◽  
Author(s):  
Ronald Pinto Costa ◽  
Gabriel Cheles Nascimento Matos ◽  
Gabriel Ângelo Araújo De Souza ◽  
Alcione De Oliveira Dos Santos

Introdução: A sepse é conceituada como uma resposta inflamatória exacerbada do hospedeiro a doenças infecciosas. No Brasil, é considerada a segunda maior causa de mortalidade em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), além de gerar perdas econômicas aos hospitais, referentes ao prolongado período das internações. Pode ser causada por bactérias, vírus, fungos ou protozoários, sendo as bactérias os principais agentes etiológicos. Estas, quando caracterizadas como multirresistentes, resistem à ação de antimicrobianos disponíveis, por meio, por exemplo, de síntese enzimática e alterações na permeabilidade celular, dificultando o tratamento de doenças anteriormente tratáveis. As manifestações incluem variados estágios clínicos, como a síndrome da resposta inflamatória sistêmica, a sepse grave e o choque séptico. Objetivos: Assim, busca-se analisar o acometimento de sepse por bactérias multirresistentes em pacientes internados em UTIs brasileiras. Material e métodos: Para isso, utilizou-se pesquisa bibliográfica, através de ferramentas on-line de busca por artigos científicos em inglês e português, como Google Scholar, PubMed e Scielo, entre os anos de 2012 e 2020. Resultados: Dessa forma, constatou-se que organismos multirresistentes, como as bactérias gram-negativas Pseudomonas aeruginosa e Acinetobacter baumannii, predominam nas UTIs brasileiras. Contudo, o agente infeccioso mais incidente é a bactéria Staphylococus epiderdimis, que gera infecções relacionadas ao uso de cateteres e pode ser transmitida pela equipe de saúde, por localizar-se na pele de pessoas saudáveis. Sendo assim, há riscos aos indivíduos submetidos a procedimentos invasivos, com doenças crônicas ou pacientes hospitalizados por longos períodos. Além disso, o uso indiscriminado de antimicrobianos torna o ambiente suscetível ao aparecimento de microrganismos multirresistentes. Há casos em que a ineficiência de antimicrobianos dificulta o tratamento, podendo evoluir para óbito em 35-45% para casos de sepse grave e 52-65% para o choque séptico, principalmente na região Centro-Oeste do país. Conclusão: Por fim, infere-se que desafios relacionados à propagação de bactérias potencialmente causadoras de infecções em pacientes de UTI são comuns mundialmente. No Brasil, apesar da expressiva incidência de casos de resistência bacteriana, ainda há carência de pesquisas, a fim de efetivar ações sanitárias direcionadas para reduzir a gravidade de casos e índices de pacientes afetados anualmente.


2021 ◽  
Vol 10 (12) ◽  
pp. e594101220688
Author(s):  
Maximiliano de Souza Zierer ◽  
Lidiane Pereira de Albuquerque ◽  
Kátia Bonfim Leite de Moura Sérvulo ◽  
Ayres Fran da Silva e Silva
Keyword(s):  
E 52 ◽  

A pandemia da COVID-19 fez com que a modalidade de ensino remoto fosse adotada de maneira emergencial nas universidades brasileiras durante os anos de 2020 e 2021. Grande parte dos estudantes não estava acostumada ao ensino não presencial, e diversos fatores podem ter interferido no processo de aprendizagem. Este trabalho teve como objetivo analisar os impactos da pandemia da COVID-19 na aprendizagem de estudantes de graduação em relação à utilização de plataformas digitais. Participaram da pesquisa 292 estudantes das universidades federais UFPI e UFRA. A coleta de dados se deu através de um questionário de preenchimento on-line através da plataforma do Google Formulários. Os resultados mostraram que 44% dos estudantes apresentaram reiteradamente dificuldades de aprendizado durante as aulas remotas, sendo que 74% atribuíram como motivo dessas dificuldades a falta de concentração e 52% a ausência física do professor. Além disso, 51% dos graduandos não possuíam um ambiente tranquilo em casa para o estudo, e cerca de três quartos do total de graduandos pesquisados (74%) afirmaram se sentir ansiosos, estressados e deprimidos, impactando negativamente na aprendizagem. Conclui-se que a pandemia da Covid-19 trouxe novos desafios à comunidade universitária, mostrando reflexões sobre o papel e a relevância de adotar currículos híbridos em futuros projetos pedagógicos de Instituições de Ensino Superior.


Author(s):  
William Krakow

In the past few years on-line digital television frame store devices coupled to computers have been employed to attempt to measure the microscope parameters of defocus and astigmatism. The ultimate goal of such tasks is to fully adjust the operating parameters of the microscope and obtain an optimum image for viewing in terms of its information content. The initial approach to this problem, for high resolution TEM imaging, was to obtain the power spectrum from the Fourier transform of an image, find the contrast transfer function oscillation maxima, and subsequently correct the image. This technique requires a fast computer, a direct memory access device and even an array processor to accomplish these tasks on limited size arrays in a few seconds per image. It is not clear that the power spectrum could be used for more than defocus correction since the correction of astigmatism is a formidable problem of pattern recognition.


Author(s):  
A.M.H. Schepman ◽  
J.A.P. van der Voort ◽  
J.E. Mellema

A Scanning Transmission Electron Microscope (STEM) was coupled to a small computer. The system (see Fig. 1) has been built using a Philips EM400, equipped with a scanning attachment and a DEC PDP11/34 computer with 34K memory. The gun (Fig. 2) consists of a continuously renewed tip of radius 0.2 to 0.4 μm of a tungsten wire heated just below its melting point by a focussed laser beam (1). On-line operation procedures were developped aiming at the reduction of the amount of radiation of the specimen area of interest, while selecting the various imaging parameters and upon registration of the information content. Whereas the theoretical limiting spot size is 0.75 nm (2), routine resolution checks showed minimum distances in the order 1.2 to 1.5 nm between corresponding intensity maxima in successive scans. This value is sufficient for structural studies of regular biological material to test the performance of STEM over high resolution CTEM.


Author(s):  
Neil Rowlands ◽  
Jeff Price ◽  
Michael Kersker ◽  
Seichi Suzuki ◽  
Steve Young ◽  
...  

Three-dimensional (3D) microstructure visualization on the electron microscope requires that the sample be tilted to different positions to collect a series of projections. This tilting should be performed rapidly for on-line stereo viewing and precisely for off-line tomographic reconstruction. Usually a projection series is collected using mechanical stage tilt alone. The stereo pairs must be viewed off-line and the 60 to 120 tomographic projections must be aligned with fiduciary markers or digital correlation methods. The delay in viewing stereo pairs and the alignment problems in tomographic reconstruction could be eliminated or improved by tilting the beam if such tilt could be accomplished without image translation.A microscope capable of beam tilt with simultaneous image shift to eliminate tilt-induced translation has been investigated for 3D imaging of thick (1 μm) biologic specimens. By tilting the beam above and through the specimen and bringing it back below the specimen, a brightfield image with a projection angle corresponding to the beam tilt angle can be recorded (Fig. 1a).


Author(s):  
G.Y. Fan ◽  
J.M. Cowley

In recent developments, the ASU HB5 has been modified so that the timing, positioning, and scanning of the finely focused electron probe can be entirely controlled by a host computer. This made the asynchronized handshake possible between the HB5 STEM and the image processing system which consists of host computer (PDP 11/34), DeAnza image processor (IP 5000) which is interfaced with a low-light level TV camera, array processor (AP 400) and various peripheral devices. This greatly facilitates the pattern recognition technique initiated by Monosmith and Cowley. Software called NANHB5 is under development which, instead of employing a set of photo-diodes to detect strong spots on a TV screen, uses various software techniques including on-line fast Fourier transform (FFT) to recognize patterns of greater complexity, taking advantage of the sophistication of our image processing system and the flexibility of computer software.


Author(s):  
John F. Mansfield ◽  
Douglas C. Crawford

A method has been developed that allows on-line measurement of the thickness of crystalline materials in the analytical electron microscope. Two-beam convergent beam electron diffraction (CBED) patterns are digitized from a JEOL 2000FX electron microscope into an Apple Macintosh II microcomputer via a Gatan #673 CCD Video Camera and an Imaging Systems Technology Video 1000 frame-capture board. It is necessary to know the lattice parameters of the sample since measurements are made of the spacing of the diffraction discs in order to calibrate the pattern. The sample thickness is calculated from measurements of the spacings of the fringes that are seen in the diffraction discs. This technique was pioneered by Kelly et al, who used the two-beam dynamic theory of MacGillavry relate the deviation parameter (Si) of the ith fringe from the exact Bragg condition to the specimen thickness (t) with the equation:Where ξg, is the extinction distance for that reflection and ni is an integer.


Author(s):  
W.J. de Ruijter ◽  
P. Rez ◽  
David J. Smith

There is growing interest in the on-line use of computers in high-resolution electron n which should reduce the demands on highly skilled operators and thereby extend the r of the technique. An on-line computer could obviously perform routine procedures hand, or else facilitate automation of various restoration, reconstruction and enhan These techniques are slow and cumbersome at present because of the need for cai micrographs and off-line processing. In low resolution microscopy (most biologic; primary incentive for automation and computer image analysis is to create a instrument, with standard programmed procedures. In HREM (materials researc computer image analysis should lead to better utilization of the microscope. Instru (improved lens design and higher accelerating voltages) have improved the interpretab the level of atomic dimensions (approximately 1.6 Å) and instrumental resolutior should become feasible in the near future.


Author(s):  
M.A. O’Keefe ◽  
J. Taylor ◽  
D. Owen ◽  
B. Crowley ◽  
K.H. Westmacott ◽  
...  

Remote on-line electron microscopy is rapidly becoming more available as improvements continue to be developed in the software and hardware of interfaces and networks. Scanning electron microscopes have been driven remotely across both wide and local area networks. Initial implementations with transmission electron microscopes have targeted unique facilities like an advanced analytical electron microscope, a biological 3-D IVEM and a HVEM capable of in situ materials science applications. As implementations of on-line transmission electron microscopy become more widespread, it is essential that suitable standards be developed and followed. Two such standards have been proposed for a high-level protocol language for on-line access, and we have proposed a rational graphical user interface. The user interface we present here is based on experience gained with a full-function materials science application providing users of the National Center for Electron Microscopy with remote on-line access to a 1.5MeV Kratos EM-1500 in situ high-voltage transmission electron microscope via existing wide area networks. We have developed and implemented, and are continuing to refine, a set of tools, protocols, and interfaces to run the Kratos EM-1500 on-line for collaborative research. Computer tools for capturing and manipulating real-time video signals are integrated into a standardized user interface that may be used for remote access to any transmission electron microscope equipped with a suitable control computer.


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